Mônica, de Brasília – Perdi a Virgindade Chifrando – Parte 2

Depois de quase dar pro cantor, eu fiquei com um pouquinho de remorso e decidi não chifrar meu namorado mais. Ele fazia tudo pra mim e me paparicava bastante, um amor. Decidi que ia perder a virgindade com ele quando fossemos pro sítio da família dele. A família ia embora um dia antes de nós e teríamos a casa toda só para nós. Seria a situação ideal para perder meu selinho, rsrsrs.

Na semana anterior ao combinado ele foi um namorado melhor ainda que o normal. Me encheu de mimos, presentes, me deu atenção como nunca. Parecíamos dois pombinhos apaixonados. O cantor me mandava SMS direto, então tive que bloquear. Estava decidida mesmo a não chifrar mais. Estava feliz no namoro.

Íamos para o Sítio na Sexta e na Quinta à noite eu ia ao aniversário de uma amiga em um barzinho. Pretendia não ficar muito tempo lá porque tinha que sair cedo no dia seguinte, para o sítio. Chegamos lá na balada umas 7hs, as meninas já estavam todas lá. Clube da Luluzinha, só meninas. Eu bebi um pouquinho, dancei um pouquinho, falamos besteiras e de repente eu vejo que o cantor está na balada com os amigos dele!! Me deu aquele frio na espinha e minhas amigas vacas me incentivaram a ir falar com ele. Eu contei a história pras meninas (só duas das amigas sabiam até então).

Eu recusei, mas depois de tanta insistência (Ai menina, vai ser sua despedida de virgem, vai lá, senão vou eu) RSRS. Me bateu um pouquinho de ciúmes, ele estava gato demais, barbudo, camisa xadrez apertada valorizando seu braços fortes e uma calça que também valorizava sua bunda gostosa.

Quando ele me viu, ficou meio surpreso, acho que não tinha me visto ainda. Eu estava com um vestido curto e bem produzida, mas nada super piriguete. Mesmo assim ele já ficou todo empolgado perguntando porque eu sumi, que sentiu saudades, etc. Ele estava muitoooo cheiroso e porque o som estava alto, ele tinha que falar bem pertinho do meu ouvido e às vezes a barba roçava na minha orelha, me deixando arrepiadaaaa. Desde que eu o vi não tinha pensando no namorado mas à medida que eu ficava mais afim dele, o meu corninho me veio à cabeça. Ele não tinha achado ruim de eu sair, seria muita sacanagem botar galho nele.

Fomos pra um canto da balada pra “conversar”, mas claro que ele me beijou. Naquela hora eu nao parava de pensar no meu namorado, mas ele me prensou contra a parede e senti o pau duro dele no meu corpo. Eu nunca tinha feito sexo, mas me deu um troço ao sentir aquilo e me deixei levar. Ficamos ali nos amassando por uma meia hora até que ele perguntou: “Vamos pro meu ap?? Quero te morder todinha”. Ele usou as palavras certas. Eu ja estava com muito tesao, mas eu adoro ser mordida, e ouvir aquilo me deixou mais louca ainda.

Ficamos de amasso um pouquinho no carro até que chupei seu pau pela segunda vez e ele mandou eu não parar enquanto ele dirigia. Me senti puta demais. A essa hora eu já deveria estar voltando pra casa pra dormir cedo e ir pro sitio com meu namo. Ao invés disso, eu estava engasgando no pau grosso de outro cara, indo pro AP dele. Onde eu estava com a cabeça?? Kkk No pau dele, pelo jeito.
Entramos na garagem e no elevador (que tinha câmera), ele já levantou minha saia e me encochou… “caralho, te quero muito, tira seu cabaço comigo vai.. Você não vai se arrepender”. Eu não disse que não nem que sim, só gemi e respirei ofegante sentindo sua mão esfregando por cima da calcinha que já estava ensopada.

A essa altura eu já havia decidido que ele seria meu primeiro. Eu não sabia explicar bem na minha porque eu ia perder minha virgindade com outro, mas eu estava escutando meu corpo. O tesão que eu sentia era forte demais, muito mais forte do que jamais tinha sentido com meu namorado. Meu cantor ia ser o primeiro a me comer e eu não estava com nenhum remorso.

Apesar de ser muito forte e ter aquela pegada ele foi bem carinhoso… queria saborear bem aquele momento. Acho que não é todo dia que um homem tira a virgindade de uma mulher e ele sabia disso. Beijamos e acariciamos muito antes dele me deixar peladinha. “Direitos iguais, vem cá… “ Tirei a roupa dele, revelando seu tronco forte e másculo, com uma tatuagem que ia do peito ao antebraço. Que homem!

Ao ficar pelado ele deitou-se na cama com o pauzão em riste e me puxou para chupá-lo. Eu já era gamada no pau dele e chupá-lo acontecia naturalmente mas desta vez chupei com especial cuidado, como se preparando aquele mastro pra me penetrar pela primeira vez. Eu tinha um pouco de medo. Tinha certeza que ia doer.

Depois de chupar bastante ele veio por cima e se posicionou entre minhas pernas, passou os dedos na minha bucetinha pra certificar-se que estava molhadinha (e depois lambeu os dedos fazendo uma cara deliciosa de tesão) e encostou a cabeçona do seu pau na minha bucetinha virgem. Ela estava linda, toda depiladinha, rosinha e nunca usada. Ao começar a forçar o pinto a cabeça foi entrando devagarinho. Doeu, ardeu, me senti entalada, mas a sensação era deliciosa. Pela primeira vez me sentia mulher. Aos poucos ele foi forçando e tirando e forçando cada vez mais até eu sentir seu quadril contra o meu. Tinha entrado tudo. Estava desconfortável, mas muito muito gostoso, o pau dele era absolutamente perfeito, grande, grosso. Pulsava dentro da minha buceta enquanto me olhava nos olhos. E cochichou no meu ouvido: ‘Agora você é minha putinha, pra sempre”. Pensei um pouco no Vítor, ele jamais me chamaria de puta ao tirar minha virgindade. Deve ser por isso que não tirei com ele kkkk.

Ficamos mais um tempo assim, com ele metendo bem devagarinho e com paciência, mas gradativamente a velocidade aumentou e ele bombava com força, agarrando minha bunda por baixo segurando forte pra usar minha bucetinha recém-desvirginada.

Estava um pouco ardida mas ele mudou de posição e me fez sentar. Adorei, eu podia controlar muito melhor os movimentos e esfregar o pau dentro da buceta do jeito que quisesse. Ao me inclinar pra trás jogando o quadril pra frente senti o pauzão roçando na parte de cima da buceta e me subiu um calor. “Ai, assim… não pára, fica nessa posição e soca, vai”, falei pra ele. Ele escutou e me segurou forte, socando com força e rápido. O calorão foi subindo pela espinha até sentir um negócio incontrolável que me fez apagar. Pela primeira vez gozei numa piroca e não era do meu namorado. Ele nunca ia saber mas não só perdi a virgindade com outro mas ainda gozei e não estava nem um pouco arrependida.

Este post tem 3 comentários

  1. Delicia de conto, fiquei muito excitado e desejoso que minha esposa faça o mesmo

  2. Nossa que putinha mais safada e tesuda, dando uma bela galhada no corninho mais que merecida pois quem não come leva galha. Fiquei muito afim de conhecer você, pois também sou do DF e quero te fazer minha putinha também KKK
    ce.costa27@yahoo.com

  3. Fiquei com a piroca em estado ”glorioso” durante toda a leitura deste sacana conto… Delícia!!

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