Minha Vida de Chifradeira – Parte 34

Ano novo,vida nova!! Haviam-se passado cerca de 6 meses desde que comecei minha vida sexual e já tinha feito mais putaria que muita mulher mais velha. Eu gostava demais de piroca e, como recebia muita atenção de homens, não tinha o menor problema em conseguir. O único que ficava a ver navios era meu namoradinho Bruno. 

Apesar do jeito que eu o tratava e de várias pessoas debocharem dele por sua fama de corno sem saber, tadinho, ele ainda se achava o gostoso por namorar uma das meninas mais bonitas da escola e por ser de uma família mais rica que a maioria. Ele nunca passava muito tempo sem mencionar algo sobre a condição financeira da sua família e aquilo me ajudava a perder qualquer remorso que eu tinha de meter-lhe chifres. E o ano que estava por vir reservava muitos. 

Mas para confessar eu estava um pouco cansada de tanta correria para atender a tantos alfas e mesmo uma safadinha como eu as vezes queria apenas colinho do meu namorado fofo. Passamos as duas semanas seguintes na praia em Floripa antes de eu voltar para Curitiba para mais uma maratona de preparação para o vestibular. 

Nessas duas semanas me dediquei bastante ao meu chifrudinho e só olhava o celular para falar com o meu macho perfeito, o Renato. Não dei muita bola para os outros, que continuavam tentando chamar minha atenção, com várias mensagens e fotos de pau mas eu não me importava tanto com eles assim. 

Nesses dias Bruno estava desesperado por uma atenção em seu pintinho e apesar dele forçar bastante a barra eu fui bem paciente com ele. Nao xinguei e nem o botei no lugarzinho de corninho submisso dele, fui bem carinhosa e quando recusava seus avanços, fazia com jeito. O que eu nao parei de fazer foi ática-lo. Meu pijaminha de verão já o deixava louco, um shortinho que batia no meio da bunda, com um baby doll que deixava a parte debaixo da minha barriguinha de fora. 

Eu sabia que se eu aparecesse perto dele com meu pijaminha ele já ia ficar durinho e vir para cima de mim necessitado igual um cachorrinho. E eu adorava! No terceiro dia a Bianca saiu com uns amigos e aproveitei para bater uma punhetinha pro Bruno. Mas eu judiei bastante primeiro. Eu já tinha decidido que ia bater para ele gozar mas comecei a ter umas ideias cruéis para dar-lhe esse direito. Primeiro falei que ele ia ter que fazer massagem e dar beijo nos meus pés por meia hora. Ele fez prontamente. Até que foi uma ótima massagem. Mas depois que passou o tempo falei que queria uma massagem de corpo inteiro, mas ele tinha que estar pelado. Tem algo de poderoso em ficar vestida enquanto ele está pelado, algo humilhante, principalmente considerando o tamanhozinho do pinto dele. 

A combinação de passar quase uma hora esfregando as mãos no meu corpo delicioso (segundo ele) com a possibilidade de ganhar uma punhetinha deixaram ele doido. Ao final da massagem ele estava subindo pelas paredes. 

Finalmente chegou a hora de eu fazer o pintinho dele gozar, mas decidi agir com requintes de crueldade, como diria o Datena, kkk. A casa deles em Floripa é bem grande, com vários banheiros. Ao lado do nosso quarto tinha um banheirinho que estava sem limpar há alguns dias e falei para ele que odiava casa suja e que ele teria que limpar o banheiro antes, e organizar o quarto que estava uma bagunça. Como ele é o típico menino riquinho e mimado, claro que ele não sabe limpar nada, então ia demorar pelo menos uma hora para limpar tudo.

Ele ameaçou brigar: “poxa, mas não foi isso que combinamos”, “tá bem, se não quiser, fica sem… a gente pode deixar para quando voltar pra Curitiba”. “Nããão, tem que ser hoje”. E lá foi ele limpar. Nossa!!! Como eu amei aquilo!! Já tinha humilhado meu corninho de várias maneiras, mas foi a primeira vez que botei ele de empregadinha. E foi a primeira de muitas. Vocês vão ler bastante sobre isso no futuro. Kkkkk. 

Foi uma ótima oportunidade de falar merda para ele porque como eu disse ele não tinha a menor idéia de como limpar nada. Toda vez que ele fazia algo errado ou deixava algum canto sujo eu dizia algo do tipo: “meu deus, além de pintinho pequeno ainda é cego?”, ou “não é possível que você não está vendo aquela sujeira ali no canto”, eu falava enquanto pegava ele pelo cabelo e puxava sua cabeça para olhar mais de perto. Tudo isso enquanto ele estava pelado de joelho no chão e eu de pijaminha e chinelinho. 

Quando ele acabou o banheiro e foi arrumar o quarto, me deitei bem confortavelmente na cama e apenas dava ordens. Enquanto isso eu estava no celular com meu macho. Rimos demais da situação. Mandei mensagem dizendo: “O corno ta de empregadinha enquanto eu falo com você, tá limpando o quarto e o banheiro, kkkk”. Ele respondeu: “Isso!!! Bota o chifrudo para trabalhar mesmo”. Falei para ele que queria bater uma punhetinha pro meu namoradinho porque ele já estava há muito tempo sem e perguntei se ele autorizava: “Pode sim, mas uma só… e depois só faz de novo quando eu deixar”. Como o Renato é um safado cruel ele me mandou uma ordem: “Só bate para ele depois que ele engatinhar de um lado pro outro no quarto por 5 minutos, pelado kkkk”. “Tá bom, nossa, adoro você mandando em mim enquanto eu mando nele”. “Que bom, porque eu adoro mandar na minha loirinha”. “Saudade do seu pintão, depois te falo como foi… beijos lindo”. 

Eu não tinha noção na época, mas o fato é que eu estava apaixonado pelo Renato. Não era uma paixão possessiva como eu tinha a do Bruno. O Bruno era meu, meu brinquedinho. Ninguém mais podia tocar. Minha propriedade. O Renato era diferente. Apesar de eu ter ciúmes dele e gostar de sua atenção e obviamente de como ele me deixava louca, eu não tinha ansiedade em controlá-lo como tinha com o Bruno. Acho que eu era inteligente o suficiente para saber que um relacionamento com ele jamais seria possível, pelo seu nível sócio cultural e por ele ser um safado. 

Acho que isso facilitava as coisas porque eu sempre soube separar na minha mente. O Bruno era meu capachinho e o namorado que eu apresentaria a todos. Ele me dava carinho, segurança e amor. O Renato me dava a sua pegada, seu jeito de macho safado e sua enorme rola preta. E não ia demorar muito para eu finalmente sentí-la dentro de mim. 

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