Minha Vida de Chifradeira – Parte 33

No carro com meu policial, depois de falar que era virgem e decepcioná-lo porque ele foi de Curitiba a Florianópolis e nao ia poder me comer, resolvi dar a ele um tratamento VIP. Passamos o dia todo juntos e como disse no conto anterior já tinha decidido não ir para o quarto onde ele estava hospedado naquela primeira noite. Quis me fazer de dificil mas na segunda noite com certeza eu iria.

Ele ficou um pouco contrariado com a minha notícia, mas eu disse: “Calma, querido, não vou deixar você na mão né….”, eu disse, enquanto passava a mão no pinto duro dele por cima da bermuda e olhando em seus olhos com carinha de sapeca. Nessas horas a gente vê quem eh macho alfa. Ele ficou super sério e deixou eu esfregar o pau dele por uns 10 segundos antes de me agarrar pelo pescoço e me tascar um beijo bem melado.

Eu senti toda a força daquele homem musculoso, mas não larguei do pinto dele. Ele começou a avançar o sinal e passar as mãos fortes nas minhas pernas, cada vez mais alto nas minhas coxas até levantar minha mini-saia e expor minha calcinha. “Nao acredito que uma delicinha feito você é virgem, caralho, você é delícia demais”. “Aham, virgem e intacta”, falei com uma voz bem dengosa em meio a gemidos enquanto ele me beijava o pescoço e tirava uma casquinha de cada centímetro do meu corpo com as mãos.

Tomei a iniciativa e falei: “Vamos pro banco de trás?” “Só se for agora” ele respondeu. Prefiro o banco de trás para ter mais espaço de me ajoelhar em frente ao meu macho. Assim consigo chupar por mais tempo sem que minhas costas ou meus joelhos comecem a doer. Técnicas de uma especialista em boquete em carro. Ele teve que sair do carro para passar pro banco de trás e eu notei que estava completamente escuro em frente a pousada dele.

“Nao eh perigoso? Tá escuro pra caralho”. Ele alcançou um compartimento entre os bancos e tirou um revólver. “Nada gata, se alguém vier se meter leva chumbo”. Nao sei porque mas molhei instantaneamente. Estar ali com aquele policial com cara e jeito de malvado e ainda me mostrando uma arma me fez sentir-me frágil perto de um macho de verdade, o que me dá tesão  extremo.

“Ta carregada??” “Claro”. “Posso pegar?” “Nem sonhando”. Eu queria controlar a situação mas ele tomou conta bem mais rápido. Nao esperava mas ele apontou a arma para minha cabeca. Estava travada, mas mesmo que “de mentirinha”, ter uma arma apontada para mim levou meu tesao em ser submissa a um nível irreal. Quase desmaiei de medo e tesao. “Ta demorando muito, começa logo”, disse ele ainda com o revólver apontado para mim e fazendo sinal com a cabeça em direção ao volume na sua bermuda.

“Sim senhor”, abaixei a bermuda e vi a cueca com um volume MUITO grosso explodindo de duro. A arma ainda estava encostada na minha têmpora e eu abaixei a cueca, liberando um pau médio mas absurdamente grosso e cabeçudo e babando de tesao. Dei um gemidinho de tesao. Eu amo esse momento. A hora em que libero o pau e estou prestes a começar a dar um trato. Eu estava com tanto tesao com aquela nova situação com meu policial que tudo que eu queria era dar o melhor boquete da vida dela. Queria que ele voltasse para Curitiba gamado em mim. Eu já sabia que ia querer dar para ele depois de perder a virgindade pro Renato. Foi início da minha queda por policiais. O primeiro de muitos.

Antes de começar a trabalhar na cabeça melada, passei um tempo beijando o saco dele bem devagarinho. Ele gemeu de tesao e relaxou os bracos, tirando a arma da minha cabeça. Ele estava sentado com as costas na lateral do carro como um rei e eu ajoelhada entre as pernas dele no espaço entre o banco de trás e o banco da frente, coisas apenas possíveis com chaveirinhos como eu.

Caprichei na técnica e depois de fazer carinho naquelas bolas gostosas, lambi o tronco daquele pinto grosso, deixando tudo bem lambuzado para fazer uma massagem. Já estava descobrindo que uma massagem bem firme no pinto, nas bolas, e principalmente, embaixo das bolas, naqueles músculos na região da pélvis e da virilha deixa os homens alucinados. Passei um tempo massageando e esfregando meu rosto naquela vara, com muita fome, e a cabeça babava mais e mais. Meu corninho nem passava pela minha cabeça.

Passei um tempo torturando aquele pau até que ele me pegou pelo cabelo levantando meu rosto: “Gosta de atiçar ne?” e me deu um tapa forte na cara. Doeu, mas eu apenas olhei para ele com cara de safada, como se não fosse o suficiente e ele deu outro, mais forte. Esse doeu de verdade e até escorreu uma lágrima. Eu já tinha levado tapa na cara em algumas das minhas chupadas, mas esse foi forte, sem dó…

Ele me agarrou forte pelo cabelo: “Agora relaxa que quem manda sou eu”. Meu policial posicionou a cabeça contra a minha boca e forçou a minha cabeça para baixo, em direção ao seu mastro. Ele nao socou tudo, mas começou a foder minha boca só com a cabeça do seu pauzão, que eu tinha dificuldades para manter na minha boca. Era grosso demais, eu tinha que abrir muito a boca.

Brunão não estava nem aí… Começou a socar, socar e socar. E finalmente passou a usar minha garganta. Primeiro devagar, acho que testando meu reflexo. Vendo que eu tinha habilidade ele forçou meus limites e socou muito forte na minha garganta, agora já me segurando com as duas mãos pela cabeça. Várias lágrimas correram pelo meu rosto mesmo que eu não estivesse chorando mas como parte do reflexo da minha garganta. Eu estava vermelha e inchada como se estivesse chorando.

Ele socou mais e mais forte até que começou a me sufocar afundando minha cabeça no pau e segurando sem me deixar. Cada vez por mais tempo. Ele estava torturando a minha garganta. Dominador para caralho. Minha buceta estava encharcada demais. Da ultima vez ele segurou o pau bem fundo e eu estava engasgando, mas ele mandava: “Olha para mim”. Ele ficou me encarando nos olhos enquanto eu sofria engasgando. “Gosta de pau na garganta, safada?”. Apenas afirmei com a cabeça, que nem dava para mexer muito.

“Seu namoradinho não sabe que tem uma namorava vadia?” Negativei com a cabeça. “Não sabe que você gosta de surra de piroca?” Sinalizei que não. Ele finalmente soltou minha cabeça e deixou eu respirar. Cai para trás muito ofegante. Foi meu boquete mais sofrido até então. Ele me puxou pelo cabelo de novo: “Não acabei ainda”. Ele me deu uma surra de pau na cara e ordenou: “Mama a cabeça… sem parar… só para quando eu mandar”. Mamei como uma bezerrinha até que ele começou a se contorcer e a soltar jatos na minha boca. “Se tirar eu te dou uma surra”. Não ousei desobedecer, os jatos foram direto na minha boca e engoli rapidamente. Eu já estava especialista em desaparecer com porra de macho na minha garganta.

Terminado o boquete fiquei dando beijinhos no pinto mole e nas pernas grossas dele, ainda ajoelhada. Adoro ficar de joelhos agradando macho de verdade. Mas eu tinha que ir. “Tenho que ir, querido, tenho que voltar pro meu namorado”. “Ok, já usei bastante a namoradinha dele” e riu.

Ele me deu carona até em casa e no carro conversamos um pouquinho: “Porra loira, você chupa bem demais, vai ter que ter repeteco”. Cheguei na casa de praia do Bruno cheirando a porra, mas felizmente ele já estava dormindo. Conversei um pouco com a Bianca que ainda estava acordada e ela falou que ele reclamou um pouco do meu sumiço, mas que ela conseguiu convencê-lo de que eu só estava com amigos e eles ficaram vendo filme, mas que eu ia ter que retribuir o favor de acobertá-la no futuro kkkk. “Claro, amiga é para essas coisas!”

Continua….

Este post tem 2 comentários

  1. Nossa que delícia. Já estou ansioso pela continuidade do seu conto. Adoraria ser um dos comedores dessa deliciosa bucetinha e inundar essa boca de leite

  2. Ansioso pelo resto do conto

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