Meu Namoro Com Letícia – Parte 4 – O Início da Minha Vida de Corno

Eu tinha me tornado corno manso da Lê oficialmente e o primeiro mês foi ótimo. Como disse a Lê é muito estudiosa e levava a faculdade a sério apesar das putarias e estava estudando bastante para o mês de provas. Ela não aprontou nada. Saiu com amigas duas vezes mas se ficou com alguém não me falou nada. Eu mandava mensagem direto e ela na maioria das vezes respondia rápido. Ela também ficava bastante no celular, muitas das vezes falando com machos. Eu pedia pra ver, mas ela negava: “Não Gu, é melhor você não ver pra não ficar triste, eles querem comer tua namorada, kkk”. “Não tem problema, quero ver amor”. “Já falei que não e não insiste!”. Além de tudo ela estava ficando mandona.

Cheguei até a pensar que não teria que ser corno. Apesar de me excitar com a idéia, ainda explodia de ciúmes, principalmente do Gulliver pela comparação de tamanho. E também porque morria de medo de perder a minha moreninha. Também ajudei bastante com os estudos. Fiz quase todos os trabalhos junto com ela, e sempre ficava com as partes mais difíceis do pra que ela pudesse estudar. E quando não estávamos estudando estávamos grudados como namorados recém-começados.

Apesar de estarmos juntos o tempo todo, quase não transávamos. Ela estava sempre com dor-de-cabeça ou cansada e quando eu ia pra cima dela ela sempre falava: “Ai não Gu, nem vem que tô cansada”, “Ai, pára Gu, to estudando”, “Nem vem que to irritada”. Nas poucas vezes que fizemos ela parecia que estava fazendo por obrigação, não gemia muito, não falava muita coisa. Ela só se empolgava mesmo quando eu chupava a buceta dela. Aí sim ela gritava de tesão, talvez porque a cabeça dela estivesse pensando nos machos pra quem ela deu. Sempre perto de gozar ela segurava minha cabeça com muita força e esfregava na buceta dela até gozar. “Que delícia amor, adoro quando você me chupa”. “Vem cá, deixa eu retribuir”, e batia uma punheta pra mim. Raras vezes ela me chupava: “Ai não amor, se eu te chupar você vai gozar rápido demais”, mas quando fazia eu ia a loucura. Ela chupa gostoso demais.

Logo depois das provas a lua-de-mel acabou. A última prova foi numa Quinta e ela saiu com as amigas e parou de responder mensagem. Óbvio que não consegui dormir pensando no que ela estava fazendo e ela só respondeu às 5am. “Desculpa amor, peguei um garoto aqui e esqueci do celular”. Meu coração disparou. É sempre uma sensação forte ler algo assim: “E aí, me conta??” “Depois amor, to cansada, vou dormir na Bruna”. “Na Bruna mesmo? Não está mentindo pra mim?” “Não preciso mais mentir mozinho, tenho um corninho bem mansinho que me libera. Não fica com coisa nessa cabecinha, tá? Só chifrinho kkkkkkk” “Tá amor, obrigado, você pode fazer o que quiser, só não mente pra mim”. “Tá bom, corno, bjs”. Foi à partir dessa época que ela passou a me chamar de corno o tempo todo.

Tínhamos combinado de ir ao cinema na Sexta. Na hora do almoço ela acordou, ainda na casa da Bruna e me mandou msg: “Amor, não vou poder ir ao cinema, vou sair com o Gulliver”. Eu fiquei furioso. Ela estava cancelando comigo pra sair com aquele babaca. “Poxa amor, a gente tinha combinado”. “Corno, a gente pode terminar também, sem problemas. Vou sair com quem quiser, se quiser me namorar vai ser assim, lembra?” “Tá, mas não pode ser amanhã? Tínhamos combinado”. “Não, vou hoje, quero dar pra ele, to com saudade. Te mando msg a noite”.

Tava puto mas bati uma punheta na mesma hora pensando nela com aquele folgado. E depois mais algumas durante a tarde. Mandei msg depois pedindo desculpas. “Desculpa amor, te amo, pode sair com quem quiser, não fica brava”. Eu estava me tornando um corninho submisso.

Resolvi tirar uma soneca e ao acordar por volta das 7 da noite tinha uma mensagem do snapchat. Era do celular dela, mas a foto pelo jeito foi tirada por ele. Ela estava de joelhos olhando pra cima (em direção à câmera), com a boca na cabeça do pau dele. A mensagem tinha uns efeitos do snapchat e a mensagem: “Tua gata chupa gostoso demais”. Meu pau explodiu ao ver aquela foto e tirei um print screen pra poder bater punheta olhando.


O Gulliver estava começando a ficar folgado comigo também e aquele foi o primeiro sinal disso. Agora que eles não precisavam mentir pra mim eles tinham sinal verde pra zoar da minha cara. Meia hora depois ele mandou mais uma mensagem, desta vez com o lindo rosto dele pintado por alguns jatos de porra: “Sua namorada é linda, corno”. Eles faziam questão de me humilhar.

Eu mandei algumas mensagens perguntando se a gente ia se ver naquela Sexta, mas ela não respondeu. Devia estar com ele o tempo todo, metendo. Eu não tinha tanto ciúmes deles meterem, mas ficava muito ansioso sobre o que eles faziam no meio tempo? Será que eles saíram pra pegar comida? O que eles conversavam? Será que ela estava se apaixonando? São dúvidas que passam na cabeça da gente que está em um relacionamento assim.

A única certeza que eu tinha é que ela passou o dia fodendo com o Gulliver. Aquelas imagens não saíam da minha cabeça. Além de tudo pela primeira vez eu vi o pinto dele. Muito maior que o meu, proporcional ao tamanho gigante dele. As mãos dele também eram enormes (dava pra ver a mão direita dele segurando a cabeça dela). E a submissão da minha gatinha mandona aos joelhos dele. Tudo aquilo me deixava excitado e ansioso. A submissão dela significava a minha submissão a ele também. Ele podia ser folgado à vontade, afinal estava comendo a minha namo. Não tem nada mais humilhante pra um homem.

Às 9 da noite, meu coração disparou ao ouvir um barulho de SMS e fui correndo pra ver se era a Lê. “Corno, vou dormir no Gulliver tá? Amanhã te mando msg, dorme bem”. Como assim dormir no Gulliver? Como ela podia me tratar assim? Ela sabia que eu era louco por ela e ia me deixar assim esperando mandando uma mensagem a cada 6hs? Eu ia ficar louco!!

Às 11 da noite, mais uma msg no snap chat. Mais uma vez tirada por ele, desta vez a foto foi tirada na cama, com ele atrás dela, mostrando a bundona dela de calcinha. “Botando a Lê pra dormir”, ele escreveu. Pela posição eles estavam de conchinha na cama. Eu estava arrasado. Era como se eles fossem namoradinhos. Aquilo pra mim era demais. Dar pra outro tudo bem, mas passar o dia todo com ele? Ficar abraçadinho na cama? Afinal, quem era o namorado? Eu ou ele? Eu ia ter uma conversa séria com a Lê no dia seguinte.

Este post tem 2 comentários

  1. Uma das melhores histórias e não tem continuação 🙁

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