Me apaixonei por uma safada – Parte 2 de 100

Parte 2

Apesar de estar confuso com as coisas que a Manuela disse na aula de Segunda, passei a semana focado no trabalho e até esqueci da história por uns dois dias. Mas na Quinta-Feira, com o fim-de-semana próximo, acabei voltando a pensar nela quando vi uma mensagem do meu amigo no nosso grupo do Whatsapp dizendo que o Guilherme ia sair com a Manuela de novo. Eles estavam chamando o cara de sortudo por ele estar próximo dos 40 anos e estar saindo com uma ninfetinha de 18. Mas pelo jeito o cara era comedor mesmo e pegava meninas de todas as idades. Eu só o tinha conhecido de passagem no barzinho  não parava de pensar nesse cara com a Manuela, num misto de inveja e raiva.

Não deu outra, no fim-de-semana, mais fotos do Guilherme passando a vara nela. Desta vez no carro dele, fotos dela pagando boquete pra ela toda sorridente (ele cobriu a cara mas dava pra ver a boca). Não dava pra não notar a grossura da pica do cara. Eu tenho um pinto normal, de 13cm e não muito grosso, então me senti um pouco diminuído e inseguro, eliminando qualquer chance que pudesse ter de eu tentar algo com ela.

Apesar de um pouco triste por tê-la perdido, não saí do grupo do whatsapp, porque convenhamos, não é todo dia que tinha a chance de ver uma das minhas alunas gostosas em ação. Apesar de eu ter um comportamento ético de modo geral, não sou de ferro né. 

Pra dar o tiro de misericórdia nas minhas pretensões, Segunda-Feira, depois dela conversar comigo como de costume, toda sorridente como sempre, fiquei na sala mais um pouco pra corrigir umas questões e ouvi um grupo de três alunos conversando do lado de fora da sala. Eles não viram que eu estava lá dentro e como era a hora do almoço achavam que não tinha mais ninguém ali por perto. 

“Como assim cara? Ela deu de primeira? Não to acreditando”. “Sim, eu vi ela no tinder e puxei papo, chamei pra tomar um sorvete e três horas depois levei ela pra casa”. “Fode muito a guria, grita alto pra porra” e deram risada. Não entendi muito bem de quem eles estavam falando mas minutos depois eles mencionaram o nome da Manu e ficou claro. Ela deu pro Guilherme na Sexta e no Domingo deu pra esse outro cara. Menos de um mês de faculdade e um professor e um aluno do segundo ano já tinham comido a Manu. Ao mesmo tempo que senti ciúmes eu fiquei aliviado de não ter me envolvido com ela. Além de todos os problemas profissionais que isso podia gerar e a diferença de idade, estava claro que ela era uma safada que dava pra qualquer um.

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Na Quinta-Feira daquela semana, fui à Biblioteca da faculdade imprimir uns documentos já à noite e ela estava lá estudando. Ao me ver ela se levantou e veio falar comigo. “Nossa, você aqui ainda a essa hora???” ela disse, puxando assunto. Conversamos mais um pouco e eu disse que precisava ir. Ela perguntou se eu podia dar uma carona pra ela, que ela tinha medo do campus à noite. Aceitei e não deu pra deixar de notar suas pernas torneadas em um shortinho jeans, que ela estava usando com havaianas. Fomos pro estacionamento e juro que fiquei com medo de alguém nos ver, não queria ser associado àquela putinha, ainda mais sendo aluna. 

Descemos do campus de carro conversando sobre os planos do fim-de-semana e ela disse que ia ficar sozinha em casa estudando pra minha prova na Segunda seguinte. “Vou ficar abandonada no fim-de-semana”, ela disse. Jogando a isca, será. Só respondi que seria bom pra ela estudar, que a prova ia ser difícil. Deixei a Manu perto de um shopping e fui pra casa. Lá pelas 10h30 da noite, meu amigo mandou uma mensagem no grupo: “Galeraaaa, tem mais foto da ninfetinha. O Guilherme acabou de mandar”. A primeira foto era de uma mão do cara dentro do shortinho da Manu (aquele mesmo shortinho que ela estava usando na biblioteca), segurando a bunda dela. A segunda já foi com o pau grande dele na cara dela, cobrindo os olhos mas mostrando o sorriso. Não dava pra acreditar. Ela pegou uma carona comigo pra ir encontrar o tal Guilherme? Era com ele que ela estava teclando no celular enquanto conversávamos no carro? Em plena Quinta-Feira, depois de estudar? Ela era safada demais.

No dia seguinte, uma Sexta, fiquei na faculdade até umas seis horas e com o fim-de-semana próximo, resolvi pegar uns livros na biblioteca pra ler no fim-de-semana. A prova da Segunda já estava pronta, então meu trabalho estava adiantado e ia curtir o fim-de-semana de solteirão lendo, vendo netflix e provavelmente batendo punheta vendo pornografia (e possivelmente pra Manu, se chegassem mais fotos no grupo). 

Mas não foi que encontrei a Manu estudando de novo? Como era Sexta a faculdade estava bem vazia e sentamos lá mesmo pra conversar um pouco. Perguntei o que ela estava estudando e dei algumas dicas sobre o que ela deveria estudar, sem muito favorecimento. Ao sentar do lado dela, dava pra sentir pela energia daquela gostosa que ela me queria. Acho que ela jamais falaria isso pra mim diretamente que me quer, mas o jeito dela me dava muito mole. Quem já teve uma gata dando mole sabe como é… É difícil explicar, mas é muito claro. 

E foi aí que tomei a decisão que mudou minha vida. Eu falei que ia embora e perguntei se ela não ia sair naquela noite. Ela não estava com roupa de sair. Apenas um jeans colado e um chinelinho como sempre. “Não, você vai?”, ela respondeu. “Não…” eu hesitei um pouco e perguntei: “Que tal um drink? Podemos ir ao Bar da Brahma”. Ela pareceu surpresa, provavelmente pensando que eu não fosse perguntar nunca. Mas aceitou imediatamente. E fomos no meu carro tomar uma juntos. 

Claro que minha intenção era só comê-la, como o guri do segundo ano e o Guilherme. Apesar de eu não ser de sexo por sexo, a oportunidade era boa demais. Então porque não? Fomos pro Bar da Brahma e eu planejava ficar lá por no máximo duas horas e chamá-la pra ir pro meu ap pra comer a loirinha. 

Como eu já estava bem cansado, me enchi de energético pra não ter problemas de performance mas não bebi muito porque estava dirigindo. Paguei uns drinks pra ela e procurei focar as conversas em relacionamentos. Ela me falou que teve um namorado por dois anos, dos 15 aos 17, e largou ele porque era muito ciumento,  mas que agora estava curtindo (mal sabia ela que eu estava por dentro de sua “curtição”).

Como planejado, por volta das 11 perguntei se ela queria continuar bebendo no meu ap e ela aceitou prontamente. Engraçado que ambos sabíamos o que aquilo significava, mas mantivemos a normalidade, como se não estivesse claro que a gente estava indo pra minha casa pra eu foder aquela putinha.

Me bateu um pouco de insegurança e não conseguia parar de pensar que ela tinha dado pro Guilherme no dia anterior, com aquele pau muito maior que o meu. Fiz ela gozar duas vezes com a boca, levando-a à loucura e não parando de me elogiar “nossa, você é bom demais”. Mas enquanto a chupava eu tinha dificuldade de ter uma ereção. Misto de insegurança, cansaço e um pouco de álcool. 

Logo depois ela falou que me queria dentro dela e eu entrei em pânico. Falei que não estava pronto. Ela botou a mão no meu pau e estava mole. Ela chupou pra tentar reanimá-lo, mas não funcionou. Depois de meia hora desistimos e eu não sabia onde enfiar a cara. Ela perguntou se tinha feito algo de errado e eu disse que não, devia ser o cansaço. Ela disse: “Não se preocupa, acontece com todo mundo”, como se já tivesse passado por isso várias vezes, mostrando sua incrível experiência com apenas 18 anos. “E além do mais ninguém nunca me fez gozar como você”. 

Mas eu não conseguia parar de pensar que tinha broxado com a menina mais gostosa da faculdade. Acabamos dormindo abraçados. 

Continua….

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