Me apaixonei por uma safada – Parte 1 de 100.

Meu nome é Cláudio e vou contar aqui a história real do meu relacionamento com Manuela. Antes disso, porém, vou contar um pouco sobre mim. Nascido e criado em Brasília-DF, sou filho de funcionários públicos federais e tive a sorte de ser bem educado, tanto no que diz respeito a valores, quanto a educação formal. 

Na minha adolescência eu já pensava em casar e ter filhos. Não queria namorar por namorar, queria achar logo o amor da minha vida para formar uma família e ter filhos. Tive minha primeira namorada aos 17, uma menina que conheci no cursinho e parecia alinhada aos meus valores. O relacionamento durou quatro anos. Não tenho nada o que reclamar. Foi ótimo enquanto durou. Com ela perdi minha virgindade e tínhamos planos de nos casar. Namoramos durante a faculdade, mas ela foi fazer mestrado na Alemanha e eu consegui uma ótima bolsa de mestrado depois de terminar a faculdade de Administração, então não quis ir atrás dela. Tivemos um relacionamento à distância por um tempo mas não funcionou. Foi muito difícil mas terminamos.

Depois disso eu não namorei por oito anos. Tive alguns rolos não muito sérios, já que não sou de ferro, mas não namorava porque nunca senti que tinha achado a pessoa certa. Como me dediquei aos estudos, fiz mestrado e doutorado e aos 29 já era professor substituto de uma universidade federal em Administração, já ganhando relativamente bem e, com a vida mais estabelecida, sentindo que era a hora certa de achar alguém. 

No meu segundo ano dando aula na universidade conheci a Manuela. Ela estava no primeiro ano, tinha acabado de completar 18. Sempre procurei ser muito profissional e apesar de notar muitas alunas lindas, sempre mantive distância delas pra não misturar trabalho e relacionamentos. Alguns outros professores não ligavam muito e alguns tinham até a fama de comedores, mas eu preferi não seguir esse caminho. 

Mas com a Manuela foi diferente. Uma loirinha linda, cinturinha fina, bunda grande, pernas bem torneadas, rostinho de boneca e um permanente sorriso no rosto. Tudo natural, sem academia, nem nada. Olhos verdes e sempre bem vestida. Muito feminina, dava pra ver que dava muita atenção para a aparência, sempre bem maquiada e com uma roupa diferente todos os dias. 

Anteriormente eu sempre me atraí por nerds. Inteligência sempre foi afrodisíaco. Gostava das meninas intelectuais que tiravam as notas mais altas. A Manu não era assim. Ela não tinha aquela pegada de estudos e, apesar de ser esperta e fazer amizades com facilidade, não tinha aquela inteligência que sempre me atraiu. Mas meu coração não estava nem aí. Eu estava encantado com o jeitinho dela e, claro, com aquele corpinho delicioso. 

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Mesmo assim eu não ia fazer nada, seguindo a minha conduta de manter distância de alunas, mas notava que ela me olhava diferente e sempre dava um jeito de ficar depois aula pra me perguntar algo da matéria. Com o decorrer das semanas ela começou a fazer perguntas da minha vida pessoal, o que pra mim deixava claro que ela estava me dando mole. Ainda assim procurei manter a distância. Eu estava muito atraído por ela, mas procurava manter a seriedade. Logo as pessoas iam começar a notar se eu conversasse muito com ela. 

As coisas mudaram quando eu fui a um barzinho com uns amigos da faculdade comemorar o aniversário de um deles e ela estava lá com um grupinho de amigas. Ela sempre estava arrumada na faculdade, mas nesta noite ela estava deslumbrante com uma calça branca que deixava a bunda incrivelmente perfeita. Nós nos cumprimentamos e meus amigos logo perguntaram: “Porra Cláudio, quem é? Aluna??”. Eu falei quem era mas falei logo a idade pra eles sossegarem. Mas eles ficaram falando dela por uns dez minutos, o que surpreendentemente me deixou com ciúmes. 

Notei a Manu me olhando várias vezes durante a noite e até pensei em fazer algo. Por uma hora eu pensei em maneiras de me aproximar dela mas minhas boas maneiras me impediram. Como eu ia tirar ela do grupinho de amigas? Como eu ia fazer isso na frente dos meus amigos, alguns deles também professores universitários?? Não tive coragem.

Morri de ciúmes quando um amigo do aniversariante, amigo este que eu não conhecia falou que ia atacar. Quando ele foi em direção ao grupinho o meu amigo aniversariante falou: “Já era, esse aí pega todas, aposto o quanto quiser que ela tá no papo”. Não deu outra. Não deu dois minutos de papo ele tirou ela do grupinho pegando-a pela mão e levou pra um canto onde eles logo começaram a se beijar. Eu tentava disfarçar meu desconforto, mas estava com bastante ciúmes e triste por não ter tentado nada. Meu amigo falou que ele era super comedor e dava aula numa faculdade particular. Alto, forte e confiante, ele passava a vara em várias alunas e sempre mostrava fotos das suas conquistas pra ele e outros amigos. 

Isso foi numa sexta e fui pra casa chateado e fui dormir pensando na Manuela passando a noite com aquele comedor babaca. No Domingo meu coração disparou quando eu vi uma mensagem do meu amigo no nosso grupo de whatsapp: “Galera, lembra aquela aluna gostosa do marcos, o Guilherme passou a vara nela o fim-de-semana todo. Ele mandou umas fotos aqui, que bunda maravilhosa cara, sortudo da porra”. Eu estava puto com o comportamento dele, passando fotos da minha aluna, mas não criei coragem de me manifestar e deixei quieto. 

Não demorou 30 segundos pros outros amigos pedirem as fotos : “Tá esperando o que pra liberar as fotos, po?? “. E ele mandou várias fotos dela de quatro na frente do cara. Ela estava toda arreganhada, ele puxando o cabelo dela com força , a outra mão naquela cinturinha e o pau que parecia ser muito grosso dentro dela. Fiquei abismado com o corpo nu dela. Perfeito, um cuzinho absolutamente incrível, sem nenhuma estria. Numa foto seguinte ele botou ela de joelhos na frente dele botou o pau na cara dela e tirou uma foto. O pau dele era tão grande e grosso que cobriu o rosto dela e ele borrou os olhos da Manu pra não dar problema pra ela. Mas deixou a boca. Dava pra ver pelo sorriso que ela estava adorando ter o cara zuando com o pau na cara dela. 

Fui dormir chateado mas decidido a acordar não pensando mais nela. Não fazia sentido ficar chateado por causa de uma menina que tinha um comportamento de puta daqueles. 

Na aula de Segunda-Feira, pensei que ela não fosse falar comigo, mas nada mudou, ela veio conversar comigo depois da aula como se nada tivesse acontecido. Perguntou se eu tinha gostado da balada e eu disse que sim e não resisti e perguntei: “E você saiu de lá com um cara né?” “Ai, você viu? Que vergonha”, ela falou visivelmente envergonhada. “Vi sim, ele estava no meu grupo de amigos”. Como ela já tinha me perguntado sobre relacionamentos antes, eu acabei perguntando: “Pelo jeito agora está namorando né?”. “Ai nem pensar… eu gosto de homem inteligente e ele não tem papo nenhum”. Mal sabia ela que eu vi as fotos dela arreganhada no pau dele e com o pau cobrindo a cara dela. 

Mas não posso mentir que fiquei feliz por ela ter dito o que disse. Será que ela falou aquilo pra ver se eu mordia a isca? Eu estava muito confuso. Perplexo com o comportamento safado dela, mas ao mesmo tempo não podia ignorar que ela mexia comigo.

Continua…

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