Marcela – Parte 8 – Chifrando Sem Parar no Escritório

Nas primeiras semanas trabalhando no escritório com o Antonio e com o Otávio, eu me concentrei bastante em fazer meu serviço direito. Eu era a única mulher e disparado a pessoa mais jovem ali, então tinha que comer pelas beiradas para conseguir meu respeito. Além do mais obviamente todo mundo sabia que eu era a namorada do Otávio e eu tive que ter jogo de cintura para manter uma boa imagem, já que naquela época a nossa relação estava tensa pela falta de sexo. Eu não queria passar uma imagem de péssima namorada e de um casal disfuncional, mas também não podia ficar de muito amorzinho no ambiente de trabalho.

E, óbvio, tinha o Antonio. Continuava trepando com ele várias vezes na semana. Nessa época eu descobri que ele comia outras duas meninas, as duas jovens (mas não tão jovens quanto eu), porque fiquei bem amiga de um outro funcionário junior do escritório e ele me contou. Nao consigo entender como ele tinha fôlego para me comer tantas vezes e ainda tinha tempo e energia para duas outras. Além disso, confesso que fiquei com ciúmes. Achei que eu era a favorita dele. Cheguei a confrontá-lo, mas ele me botou no meu lugar rapidinho: “Ue, a gente nao eh namorado nem nada, quer que eu seja fiel a você? Nem vem que nao tem”. Isso me fez me lembrar que minha função na sua vida era basicamente sexual. Isso eh muito estranho para uma mulher. Depois de dar tantas vezes para a mesma pessoa e passar tanto tempo juntos fica dificil nao se apegar.

Um dia na cama, conversando sobre o escritório ele me disse: “Eu não aguento passar todo dia varias vezes por você e não fazer nada, vamo ter que mudar isso”. “Dificil nê? Se a gente fizer alguma coisa na empresa a gente vai dar muita bandeira”. “Concordo, a galera sabe que eu sou terrível, mas quero tentar mesmo assim. Todo dia 1h30 podemos ter uma reunião. Vários ainda não voltaram de almoço e não da tanta bandeira”. O louco queria que eu passasse um tempo na sala dele TODO DIA. “Não se preocupa, uma rapidinha para aliviar e daí você sai”. “Mas isso eh loucura! E se alguém entrar? Ninguém entra sem bater. A gente ensaia um jeito de a gente se arrumar rapidinho. Tem que ter alguma vantagem em ser dono do meu próprio escritório né?”

Nessa época eu comecei a pegar mais leve com o Tavinho. Dei para ele duas vezes naquela semana. A vantagem de não dar pro seu namorado nunca é que você sempre tem uma carta na manga para agradá-lo. Quem não tem nada se sente realizado com muito muito pouco e foi isso que eu fiz nas semanas que antecederam o início da putaria generalizada que eu estava começando. Deixei meu corninho muito feliz de ter comido sua linda namorada. Foi uma tortura para mim. Além dele ter um pinto fraquinho ele ainda não tem pegada nenhuma, se comparado ao meu macho e dono.


Eu almoçava todos os dias com o Otavinho. Nós íamos a um restaurante de um shopping perto do escritório. Só estou falando das minhas putarias e maldades, mas quem olhasse o casal jamais pensaria que eu era uma safada com ele. Éramos muito bonitinhos juntos, fazendo carinho um no outro e cheios de amorzinho. Não sou uma domme, sou apenas muito mandona nas horas certas e não brigávamos muito porque o Otávio se acostumou a não pisar nos meus calos e já sabia o que me deixava furiosa.

Na Segunda-Feira eu fui almoçar com ele e estava um pouco mais quietinha porque tinha combinado de começar as “reuniões” a 1h30. Eu já tinha falado pro Otávio que teria que voltar um pouco mais cedo a partir de agora. Ele só voltaria às 2hs.

Entrei na sala MUITO NERVOSA e ele tinha mudado um pouco a posição das cadeiras e da sua mesa para que a gente pudesse se recompor em uns 15 segundos caso alguém entrasse. Na semana anterior ele marcou reuniões diárias com outros 2 funcionários para não ficar óbvio e soltou uma circular pedindo para sempre avisarem pela intranet quando alguém quisesse falar com ele e que ele nunca fosse interrompido em reuniões, porque a agenda dele estava extremamente apertada e ele não podia se dar ao luxo de perder nenhum minuto durante o dia.

Depois de me explicar o que eu tinha que fazer caso alguém resolvesse bater começamos o nosso primeiro “ensaio”. Me ajoelhei em frente a sua cadeira, em cima de uma almofada (para nao marcar o joelho), ele tirou o pauzao para fora e falou: “Todo seu, cuidado para não borrar a maquiagem ou desarrumar o cabelo”. Tive que mudar meu estilo de chupar piroca para me adaptar àquela situação. Normalmente gosto de me lambuzar toda, esfregar as bolas e o pauzao na minha cara e me babar toda, mas tive que aprender a punhetar devagarinho, manter minha boca ao redor da cabeça e pausar frequentemente para conter a baba escorrendo. Apertava seu saco grande com a outra mão (o que fazia ele gozar mais rápido). Era MUITO importante que eu engolisse tudo (pelo menos o safado me convenceu disso). Não podia deixar nem uma gota de porra cair em lugar nenhum principalmente na minha roupa (que eu não podia ajeitar porque tinha que estar pronta caso alguém chegasse).

Apesar de totalmente fora da minha zona de conforto, estar ajoelhada ali diante do meu macho, que ja eh super gostoso, mas ali estava em posição de total superioridade em termos profissionais, financeiros e de status, correndo o perigo de ser pega a qualquer momento e com meu namorado nao muito longe dali,  me deixou incrivelmente molhada. A adrenalina do risco faz tudo ser ainda mais tesudo e inesquecível.

Naquele primeiro dia demorei quase 15 minutos para fazê-lo gozar. Ele também estava com muito tesão e gozou muito, tive dificuldades para engolir tudo. Depois dele terminar na minha boca, ele me deu um tapinha de leve na cara (eu não podia sair dali com a cara vermelha) e disse: “que delicia Mah, vou passar todas as manhãs esperando sua visita, haha”. Retoquei o batom, e sai dali mexendo numas folhas numa pasta que eu estava carregando, como se estivesse discutindo algum processo com ele. Fiquei olhando de canto de olho para ver se alguém estava se comportando diferente, mas nao notei nada. Acho que meu teatrinho tinha funcionado. Ninguém notou nada. Logo entrou outro funcionário para a outra reunião.

Na Terça e na Quarta, a mesma coisa, demorei um pouco mais de 10 minutos com ele na minha boca. Estava lentamente melhorando meu “boquete seco”, rsrsrs. Nas duas vezes ele me aplicou um susto e falou que tinha mensagem na intranet dizendo que tinha gente chegando. Foi para testar nossa “fuga”. Em menos de 10 segundos eu já estava na cadeira do outro lado da mesa como se nada tivesse acontecido, fazendo perguntas sobre algum processo.

Na Quinta ele teve uma outra reunião e não rolou boquete. Mas na Sexta rolou e, antes do que eu esperava, alguém bateu na porta.

Continua…

Deixe uma resposta

Fechar Menu
×
×

Carrinho