Marcela – Parte 7 – Chifrando no Trabalho

Passamos os próximos meses com essa rotina maluca…. Eu dava muito pro Antônio e fazia um agradinho semanal no Otávio. Ele se acostumou com pouco sexo e provavelmente pensava que eu não gostava, kkkk. Mal sabe ele que várias vezes na semana eu estava pulando feito uma coelhinha no pau gordo daquele coroa gostoso.

Naquela época cheguei ao final do contrato de estágio e depois de mais uma trepada épica com o Antônio, comentei com ele. Não passou 10 segundos e ele disse: “Ei, tenho uma idéia, porque você não vem trabalhar para mim? Você já tem experiência na Vara (kkk), mas acho que seria bom para você trabalhar com direito comercial antes de formar. E além disso tenho essa bucetinha sempre por perto, disse me beijando, ainda na cama. “Te pago o dobro do que você ganha”.

Eu fiquei um pouco preocupada porque seria muito difícil disfarçar meu rolo com o Antônio e mesmo que o meu namorado não percebesse, seria muito difícil outros não perceberem. E se o Antônio já tivesse contado para alguém que me comia? Ou se resolvesse se gabar para mais alguém?

Hoje eu vejo que foi um pouco de loucura, mas acabei aceitando, acho que pelo aumento salarial. Para mim era um caminhão de dinheiro. “Só que eu quero que seja assim: vou falar amanhã para o Otávio que preciso de uma estagiária que trabalhe diretamente comigo e se ele não queria oferecer para mim”. Safado demais o FDP, kkkk.

Durante o dia conversando com Antônio por SMS ele disse: “Falei pro corno, kkk”. Era uma terça-feira e eu não iria ver o Otávio mas imaginei que ele fosse me falar por telefone. Passou o dia todo, chegou a hora de dormir e ele não disse nada! No outro dia lá pelas 11 o Antônio me manda SMS: “Porque você recusou??”. “Como assim recusei o quê?” “Vir trabalhar aqui… O Otávio acabou de me falar”. “Queeeeee??? Como assim? Ele não me falou nada!!!”. “Kkkk, sério? Ele acabou de me falar que te ofereceu e você não quis”. “Viado!!! Não acredito!!”

Fiquei puta demais. Claro que ele não me falou porque não queria que eu trabalhasse para o chefe garanhão e mal sabia ele que estava coberto de razão kkkk. Mas me prejudicar profissionalmente por causa de ciúmes e ainda por cima mentindo descaradamente? Estava com sangue nos olhos, ia ter vingança. O corno ia me pagar!!

Mandei uma mensagem bem seca para ele: “Otavio, temos que conversar, pode vir aqui hoje?”. Ele disse que sim e eu ia brigar feio com ele. Falei pro Antonio me convidar pro emprego através do meu pai e falar para ele que tinha pedido pro meu namorado me convidar primeiro,  assim eu poderia brigar sem contar que o Antonio tem contato comigo.

Logo que ele chegou já soltei os cachorros: “Otávio, meu pai me falou que o Antonio me ofereceu um estágio lá no escritório me pagando o dobro do que eu ganho agora, e que você MENTIU PARA ELE que eu tinha recusado, que porra  essa?” “Desculpa amor, não queria que você trabalhasse para aquele ordinario, você não entende como ele é. “E você não acha que eu sou grandinha o suficiente para decidir isso por conta própria? Aliás, como você acha que eu me sinto com você escondendo coisas de mim? O que mais você está escondendo? Estou muito decepcionada, voce nao tem nocao.  

“Amor, desculpa, foi para te proteger. E além do mais tenho certeza que você consegue estágio em qualquer outro lugar”. “Estágio em outro lugar? Já aceitei, comeco na Segunda. E como punicao, você está sem sexo até eu mudar de ideia. Nem punhetinha nem nada, e se implorar só vai ficar mais tempo sem, já vou avisando”. Ele tentou espernear, mas falei: “Agora, vai embora que tenho que estudar. Já tenho coisas para aprender para próxima segunda”.

Estava com receio de como ia ser, mas apesar do Antônio ser sim meio folgado e arrogante no ambiente de trabalho, ele não era o único. Todos os homens eram meio nojentos e machistas. Havia 19 funcionarios ao todo e eu era a única mulher, e unica estagiaria. Estava curiosa e apreensiva sobre como ia me encaixar naquela situação, Querendo ou nao eu estava misturando prazer com trabalho mas aos 20 anos eu não entendia o quanto aquilo era arriscado.

No fim-de-semana eu obviamente não dei pro Otávio e nem nos vimos na Quinta e no Sábado como de costume. Falei que estava cansada e me preparando pro novo trabalho. Na verdade em ambos os dias eu estava com o Antonio. Dei para ele 6 vezes naquela semana, com a exceção apenas da Quarta. Até no Domingo depois de ir embora do Otávio o Antonio me comeu. Haja fôlego para um coroa daquele!!

Domingo cheguei a pedir para parar porque minha bucetinha estava ardendo. Nao aguentava mais. Mas o pau poderoso dele ainda queria mais e ele me botou para chupar e gozou mais duas vezes, a primeira me lambuzando a cara e a segunda mandando que eu engolisse, o que eu fiz de bom grado. Adorava agradar a ele de todas as maneiras possíveis.

No dia seguinte cheguei para o meu primeiro dia às 8 da manhã a pedido do Antônio. Ainda não havia ninguém lá. O safado tinha feito isso para me “estrear” no escritório. Às 8h05 da manhã eu estava no chão de joelhos em sua sala. Ele estava um pouco mais agressivo, e me bateu na cara com seu pau e esfregou muito as bolas no meu rosto. Acho que era como se eu fosse uma espécie de troféu dele e ele queria se sentir o máximo de estar comendo a novinha recém-contratada. Às 8h25 em ponto ele gozou e às 8h30 chegou o primeiro funcionário.

O escritório era relativamente grande e minha mesa ficaria a uns 5 metros de sua sala. Ele ajeitou tudo de uma maneira que eu pudesse entrar na sua sala sem muito alarde e trabalharia diretamente com ele,com qualquer coisa que ele precisasse que não fosse serviço de secretariado. A mesa do Otávio ficava afastada, quase fora de vista. Teriamos pouco contato normalmente. Quando ele chegou, fiquei com medo dele notar que eu tinha acabado de pagar um boquete, mas não houve problema. Ele estava meio tristinho com a falta absoluta de sexo mas eu não estava nem aí. Tratei ele com certa indiferença, ainda furiosa com a mentira dele.

Naquele primeiro dia, o Antonio ficou bem ocupado e tivemos pouco contato. Achei que ele seria folgado como de manhã, mas até que ele se comportou profissionalmente e não deu bandeira. Ele me pediu para revisar algumas páginas e me familiarizar com alguns processos grandes do presente e do passado e me mandou SMS safados durante o horário de almoço, mas fora isso meu primeiro dia foi bem tranquilo.

Mas foi só o primeiro dia… Eu ainda “trabalharia” muito com ele em sua sala.

Este post tem um comentário

  1. Isso é muito muito bom! Corno tem que se fuder mesmo! Uma pena que já está acabando

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