Marcela – Parte 1 de 10- Perdendo A Virgindade

Olá! Sou a Marcela e lendo os contos da Ju Lima, finalmente criei coragem para relatar um pouco da minha vida. Tudo aconteceu mesmo e espero que meus relatos sirvam de motivação mas também de aprendizado para aqueles homens e mulheres que tem desejos parecidos ou passem por situações similares à minha. Dividi a história em dez episódios e tudo será publicado nos próximos dias.

Falando resumidamente sobre mim: Nasci e moro em Fortaleza/CE, tenho 25 anos e sou de uma família tradicional da cidade. Meus pais são empresários e meu pai também é político. Tive todo o conforto do mundo na minha infância, estudando nas melhores escolas da cidade, incluindo intercâmbio na Inglaterra e na Alemanha. Apesar de ser a típica filhinha de papai, sempre me esforcei muito, principalmente nos estudos. Educação é a coisa mais importante para a minha família e cresci nesse ambiente de boas-maneiras e conservadorismo.

Papai não deixou eu namorar e meu primeiro beijo foi aos 16, com o filho de uma família também tradicional. O beijo até foi gostoso e ele era apaixonadinho por mim, mas eu não gostava muito dele e o negócio não foi adiante, para desespero da minha família, que queria que eu arrumasse um “bom marido”. O maior pesadelo de uma família tradicional é ter uma filha que se perca num mundo de luxúria.

Foi em total segredo que perdi minha virgindade aos 18 anos para o melhor amigo do meu pai. Ele era bem mais velho, uns 45 anos. Mas seu jeito jovial, sua lábia, seu carisma e, claro, a masculinidade daquele corpo naturalmente forte me conquistaram. Foram uns 6 meses de muito flerte antes da oportunidade surgir para nossos primeiros beijos. Tudo aconteceu em um sítio da família num fim-de-semana prolongado onde meus pais foram dormir e Antônio ficou me esperando em seu quarto para me deflorar.

Olhando em retrospecto, não acredito no que fizemos. Se fôssemos pegos pelos meus pais (principalmente papai), as consequências seriam trágicas. Mas não fomos e minha bucetinha virgem foi deflorada pelo Antônio. Doeu muito. Seu pinto era grande mas principalmente muito grosso. Ele me tranquilizou e falou que era normal doer mas que depois ia melhorar, só tínhamos que fazer mais vezes. Durante uns 8 meses ele me comeu uma vez por semana ao menos.

Na maioria das vezes eu inventava que ia para a academia ou alguma outra atividade (que eu acabava matando) e passava uma ou duas horas na casa dele, sendo fodida com muita força. Me acostumei àquele jeito de ser pegada. Sem muitos carinhos, apenas muitas estocadas de pau grosso na minha boceta, que foi se acostumando àquele ritmo. Em algumas raras ocasiões ele me fodia em casa mesmo, mas não arriscamos muitas vezes. Apesar de emocionante, o risco era muito grande.

Eu não sabia bem, porque era a primeira vez, mas eu estava apaixonada por ele. No fundo eu sabia que era um relacionamento impossível, e ele também. Mas acho que nosso lado irracional cultivava uma idéia platônica de fugirmos juntos e treparmos todos os dias o dia todo. Acontece que eu estava sendo enganada. Ele tinha se separado da mulher algum tempo antes de tudo acontecer, mas sem me contar nada, eles reataram o casamento. Ele continuou com ela e me comendo por uns 2 meses, até eu descobrir porque meus pais me contaram. Eu não tinha problemas em esconder dos meus pais que dava para um cara 30 anos mais velho, mas ser amante de um cara casado era demais para mim. Meus valores não aceitavam isso, não tinha como eu não pensar na pobrezinha que estava em casa sem saber de nada. Ele ficou desesperado e falou que até ia terminar com ela para ficar comigo, mas eu dei um choque de realidade nele: “ficar comigo? Você pirou Antônio? Meu pai te enforca e te corta em pedaços”.

Foi duro para ele, porque apesar de ser um coroa bonito e gostoso, ia ser difícil para ele pegar alguém como eu. Segundo ele e outros homens, sou uma princesinha. Pequena e fragilzinha, mas ao mesmo tempo com uma bunda e pernas recheadas. Aprendi a me vestir bem com mamãe e estou sempre comprando nas melhores lojas. Além disso tenho uma personalidade que cativa todo mundo ao meu redor, sempre brincalhona, muitas vezes confundindo os meninos e homens que me conhecem, porque acham que estou afim.

A maioria dos homens que me conhecem se encantam, dá para ver nos olhos deles. Alguns até arriscam pedir meu telefone ou falar alguma besteira no facebook, mas a fama do meu pai assusta à maioria e também à mim. Eu sabia que ele só aceitaria algum menino de boa família e não muito mais velho. Depois que terminei com o Antônio decidi que iria procurar um namorado, para relacionamento sério e duradouro. Sentia muita falta das pinceladas do pauzão do Antônio e comecei a brincar frequentemente com minha xaninha, sempre pensando nas minhas aventuras com ele, mas nunca me deixei levar por essas sensações. Minha prioridade era encontrar um modelo de homem: estudado, com boa família e bom futuro.

E eu não demorei a encontrar. Aos 19 anos estava no segundo ano de direito. Apesar da faculdade ser uma putaria só (acho que toda faculdade é assim), eu sempre andei com a galera que tinha juízo e estava focada nas estudos. Fugia das fofocas e festa e só contei da minha aventura para minha melhor amiga, a Luíza. Achei tranquilo contar para ela porque ela já havia me contado antes que tinha perdido a virgindade sem consentimento do pai, para um primo mais velho e ovelha negra da família. Então ficamos confidentes das nossas pequenas putarias de princesinhas filhinhas-de-papai.

No quarto ano, legalmente já podia fazer estágios e papai, como não poderia deixar de ser, queria me ajudar a garantir meu futuro e conseguiu um estágio remunerado no gabinete de um juiz. Trabalhei lá por duas semanas e fiquei sabendo de um tal de Otávio, que era o outro estagiário do gabinete e estava de férias. Ouvi algumas outras pessoas falando dele. Pelo jeito estava no 4o ano em outra faculdade. Uma das funcionárias disse: “ele vai gamar em você”. Não dei muita bola, afinal como disse já estava acostumada com homens “gamando” em mim e minha paixonite pelo Antônio no fundo continuava. Pensava constante naquelas mãos pesadas me pegando forte pela cintura quando ele me comia de quatro em seu apartamento.

Na semana seguinte o Otávio voltou de férias. Cheguei às 8 no gabinete e ele já estava lá. Foi paixão à primeira vista. Rosto lindo, dentes perfeitos, ótima energia. Super empolgado e apaixonado pela profissão. Muito bem educado, todos o adoravam. Tive um frio na barriga assim que o vi. Tinha acabado de conhecê-lo e, apesar de “tudo se encaixar”, mal sabia que ele seria meu futuro marido.

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