Fui Corno da Fernanda

Peço desculpas antecipadamente pelo tamanho da história e pela qualidade do texto. Não estou acostumado a escrever. Mas adoro tanto o trabalho da Ju Lima que me inspirei a escrever um texto contando um pouco sobre minha vida. As experiências que eu tive mudaram minha cabeça sobre relacionamentos e me fizeram gostar de ser corno.

Depois do meu primeiro ano de faculdade, estava de férias e conheci uma gata dois anos mais nova que eu, amiga de amigos. Seu nome era Fernanda. Ela era uma moreninha linda de olhos e claros e um corpo incrível. Me apaixonei pra valer. Ela também, e começamos a namorar. Não morávamos na mesma cidade por conta da faculdade e passamos o primeiro ano do relacionamento separados.

Quando voltei, continuávamos firmes e fortes. Foi com ela me primeiro boquete e eu adorava chupá-la. Finalmente um dia transamos pela primeira vez. Ambos éramos virgens. Foi numa festa na casa de uns amigos, no quarto dos pais deles. Aconteceu de repente. Ela disse que queria, e eu estava pronto. Coloquei a camisinha e depois de duas metidas, gozei. Foi a primeira vez e depois ia melhorar, certo?? ERRADO. Em todas as outras vezes eu gozava depois de alguns segundos. Mesmo que não fosse a primeira da noite. Ainda bem que eu a fazia gozar com a boca. E nunca melhorei, durante 5 anos de namoro.

A gente tinha o mesmo grupinho, mas também tínhamos grupos de amigos separados. Ela adora dançar e eu odeio. Às vezes íamos pra baladas com sertanejo, forró e pagode, onde ela podia dançar. Pra mim a dança era só agarração e os caras sarravam ela, mas ela sempre negava. Dizia que era natural da dança. Eu ao mesmo tempo odiava e amava vê-la agarrada naqueles caras musculosos.

Um dia em uma famosa balada sertaneja encontramos um grupo de caras que ela conhecia, da dança. Um dos caras, o Leandro, tinha estudado na mesma escola que eu, anos atrás. Não éramos muito próximos mas eu achava ele legal. Tomamos umas juntos foi divertido. Não percebi nada demais.

Dois dias depois o Leandro me ligou. Ele disse que não sabia bem como me dizer isso, mas ele estava comendo a Fê. Ele disse que sabia que ela namorava mas não sabia que era eu até aquele dia. Ele parecia estar se desculpando mas eu fiquei louco. Como ela podia ter feito isso? Já estávamos juntos há 5 anos. Nossas famílias eram unidas e passávamos um tanto de tempo na casa do outro. Éramos melhores amigo. Não dava pra acreditar que eles tinham se beijado. Será que ela chupou o pau dele? Será que era maior? Será que ela gostava mais dele dentro dela? Será que ele não gozava tão rápido? Com certeza, pensei.Será que ela gozava com penetração? Será que ela montava nele? Ela devia ficar linda cavalgando aquele corpo musculoso. Será que ela gemia muito quando estava com ele? Porque eu estava duro pensando naquilo? O que eu ia fazer? Tudo aquilo passava na minha cabeça. E ia encontrá-la dentro de 2 horas. Eu ia dizer que sabia de tudo, que ela era uma vadia e ia terminar tudo.

Quando ela apareceu, estava mais gostosa do que nunca. Estava de mini-saia, valorizando as pernas lindas que ela tem e eu não conseguia parar de pensar na bucetinha dela sendo invadida por outro pau. Ela ficava me perguntando se estava bem, e se eu queria conversar sobre alguma coisa, mas eu nem estava pensando no chifre. Estava morrendo de tesão. Fiquei olhando para as pernas dela enquanto estávamos sentados juntos e ela perguntou: “O que você tá olhando?” Eu falei que não conseguia ver o que eu queria e me abaixei pra ver por baixo da saia dela. Ela sorriu e abriu as pernas. Ela estava com uma calcinha preta de renda, gostosa demais. Dei um beijo na buceta dela por cima da calcinha, e logo a estava chupando, até ela gozar. Quando fui pegar uma camisinha ela disse que não tinha tempo. Ela ia sair pra dançar, e me deixou na mão, literalmente. Bati umas 100 punhetas aquela noite.

De manhã eu ainda estava me acabando na punheta e o Leandro ligou: “Como assim você não terminou com ela???” Eu falei que não podia, eu a amava, e mesmo assim não sabia se era verdade. Ele me falou onde morava e me disse pra dar uma passada lá. Não entendi o por quê. Ele não perguntou, só falou: “Cara, vem aqui!!”

Não era muito longe e quando cheguei lá ele disse pra eu me sentar e ele foi ao quarto. Ao voltar ele jogou algo em mim, e logo percebi que era uma calcinha usada. A mesma que eu tinha visto na noite anterior. Ainda tinha o cheiro dela e estava meio húmida. Ele disse: “Desculpa cara, mas te falei”.

Ele disse que eu tinha que terminar com ela, mas quando eu estava de volta ao carro, eu percebi que a calcinha ainda estava na minha mão. Cheirei de novo e logo estava duro. Comecei a dirigir e no primeiro sinal vermelho, cheirei de novo. Eu estava muito duro. Tirei o pau pra fora e botei a calcinha nele. Quase gozei sem mesmo tocar no meu pinto.

Assim que cheguei no meu apê, tirei a roupa e, cheirando a calcinha, bati mais uma. E a vesti. Não sei porque, mas deu vontade. A calcinha ficou super pequena, apertando meu pau e enfiada na bunda. Gozei de novo e senti nojo e tirei. Uns 15 minutos depois comecei a pensar na calcinha de novo e a vesti novamente. E comecei a andar pelo AP só de calcinha fio dental.

Mais tarde o Leandro me ligou de novo perguntando qual era o número do meu apê. Eu falei e perguntei o porquê mas ele já tinha desligado. Fui tirar a calcinha mas logo ele estava batendo na porta. Vesti um moletom e uma camisa e atendi. Ele disse que precisava da calcinha de volta. Perguntei como ele sabia onde eu morava e ele disse que deu carona pra Fê (sim, ele a chamou de Fê) mais cedo.

Ele me falou pra ir pegar a calcinha e eu falei pra ele esperar. Fui pro quarto, fechei a porta, tirei o moletom e o Leandro abriu falando que estava com pressa. Ele parou quando me viu de calcinha e disse: “Ahn?? Entendi…. Então.. Não importa, preciso da calcinha de volta”. Eu parei, pensando que ele fosse sair, mas ele não saiu. Disse que a Fê ia à casa ele e queria a calcinha de volta. Eu tirei e ele riu quando viu o tamanho do meu pau. Ele pegou a calcinha e saiu sem falar nada…

Continua….

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