Fui Corno da Fernanda – Parte 2

Uns dois dias depois, Leandro me ligou novamente dizendo pra eu ir à casa dele. Eu disse que não mas ele insistiu e ele, cada vez mais mandão, me mandou vestir a calcinha da Fê. Desta vez também tinha um sutiã. Ele disse que se eu não fizesse o que ele mandasse, ia contar pra todo mundo o que ele viu aquele dia no meu apto.

Ele me zuou porque eu quase não tinha pelos nas pernas e também tinha a bunda lisinha. Mandou eu fazer várias poses e ficava me zuando por causa da calcinha e do tamanho do meu pinto. Ele também começou a perguntar se eu era gay, se eu pensava nele comendo a Fê, e se eu queria vê-los transando. Falei que não era gay, que sim, pensava muito nisso e que queria muito ver!

Ele ligou pra Fê dizendo que queria a bucetinha dela, na minha frente. Ela respondeu algo e ele disse: “Cancela e vem logo”. Logo depois ela me ligou falando que não ia poder ir me ver como tínhamos combinado. “Tá bom, te amo”, disse eu. Leandro sumiu com as minhas roupas e eu fiquei só de calcinha e sutiã pra não correr o risco de eu intervir quando os visse fodendo. Ele me mandou ficar no quarto de hóspedes, que ele ia trancar pra não correr o risco dela entrar. Quando ela chegou, eles não demoraram a ir pro quarto e ele saiu dizendo que ia pegar camisinha, mas destrancou a porta pra que eu pudesse ir pra sala e ouvir tudo e também tentar ver pela porta que ele deixou um pouco aberta.

As roupas dela estavam na sala, ela havia tirado antes mesmo de ir pro quarto. Quando cheguei à porta ouvia o barulho dela chupando o pinto dele. Ele estava deitando na cama e ela estava no chão, de joelhos em frente dele, fazendo aquele movimento pra cima e pra baixo com a cabeça, mamando com vontade. Nunca vou esquecer aquela imagem, da minha linda namorada servindo a outro homem, com sua bunda grande à mostra, só de calcinha fio dental, totalmente obediente.

Ainda deitado, ele a mandou subir na cama e, já sabendo o que ela queria, ela tirou a calcinha. Eu devia estar olhando pra linda bunda da minha gata, mas quando ela levantou eu pude ver o pau dele. Era muito longo e estava muito duro. Só parei de olhar quando a Fê jogou a calcinha na minha direção. Caiu bem perto de mim. Dava pra ver o quanto a calcinha estava molhada. Ela se agachou pra sentar no pau dele, mas ele a mandou continuar chupando, então ela se ajoelhou de novo e começou a chupar. Ele perguntou o quanto o pau dele era maior que o meu. Ela disse pra ele parar e ele disse: “Cala a boca, sei que você adora”. Ela disse: “Quase 3x maior”…. “E você não goza rápido como ele”.

Leandro mandou ela subir no pau dele e a bucetinha que eu pensava que era só minha finalmente ia ser invadida. Fiquei surpreso ao ver que entrou tudo. Eles foderam em 6 posições diferentes. Ele gozou nos peitos e na barriga dela, muita quantidade. Quando ele gozou eu corri pro quarto de hóspedes e ainda a ouvi tomando banho e dizer: “Te amo” quando ela saiu.

Assim que ela foi embora, eu saí do quarto e o Leandro ainda estava pelado, seu pau balançando ainda molhado pela buceta da minha gata. Ele disse: “Eu ia até perguntar se você tinha gostado, mas pelo jeito você ficou molhadinha”. Antes de sair do quarto eu tinha batido uma punheta e gozado rapidíssimo, na calcinha mesmo. Ele me mandou tirar a calcinha e o sutiã, em caso dela voltar e querê-los de volta. Tirei na frente dele e me vesti. Depois fui embora, com a cabeça a mil.

A relação com a Fê continuou na mesma. O sexo não diminuiu, mas também não aumentou. Ainda era bom. Mas ainda com o mesmo problema de gozar muito rápido. De vez em quando o Leandro mandava uma mensagem do tipo: “Porra, sua namorada chupa gostoso”, ou “acabei de fuder a bucetinha gostosa da sua namorada”.

Umas duas semanas depois de eu vê-los trepando, recebi uma mensagem do Leandro: “A Fê acabou de sair daqui, gozei nos peitos dela. Ela não tomou banho, acho que ela está indo praí”.

Ela veio mesmo. Na verdade ela já estava atrasada. Quando ela chegou, começamos a nos pegar imediatamente. Ela sabia o que queria, mas disse que precisava de um banho. Eu continuei mesmo assim e ela cedeu. Lambi, mordi, chupei os peitos dela. Não dava pra ter certeza se eu senti o cheiro e o gosto, mas na minha cabeça eu senti.

Outro dia, estávamos assistindo TV e ela estava recebendo várias mensagens. Então eu recebi uma mensagem: Cara, inventa uma desculpa e sai de casa por umas duas horas. Fê, nervosa porque eu reclamei das mensagens dela, perguntou quem era.

“É do trabalho. Eles querem que eu cubra pra Mariana por algumas horas.” Por que eu estava fazendo aquilo? Me arrependi e falei: “Por que você não vem comigo? Podemos comer algo e você me faz companhia”. Ela deu um sorrisinho meio maroto e falou que estava cansada e ia esperar lá mesmo.

Saí de casa e esperei num bar até receber uma mensagem: “Sua cama é confortável, a Fê ficou louca nela. Acho que ela curtiu dar pra mim na casa do corno”. “Ah, limpei meu pau no seu lençol, não lava!! Rsrs”

A mensagem do dia seguinte mudou tudo: “Cara, vem aqui, quero te mostrar algo”. Não sei por que mas eu sempre obedecia. Sem resposta, sem objeções. Apenas dirigi até a casa dele. Leandro me mandou entrar e sentou no sofá. “Veste isso aí”, falou apontando para uma calcinha e sutiã na mesa da sala. Fiquei meio na dúvida, mas eu tinha que saber o que ele queria me mostrar. A calcinha era de zebra com detalhes em rosa.

Peguei a calcinha e fui em direção ao banheiro. E ele falou: “Deixa de besteira, bota aqui mesmo”. Ainda pensando o que diabos eu estava fazendo, fiz mesmo assim e desabotoei a calça, tirei a camisa, botei a calcinha e o sutiã. Tá agora dá uma rodadinha pra eu ver essa calcinha enfiada nessa bunda. Obedeci. Ele não falou nada. O que ele queria me mostrar?

Continua…

Este post tem um comentário

  1. Que conto fantástico!!!! Tão bons quanto os da Ju!

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