Conto Real – Minha Vida de Chifradeira – Parte 14

 

No dia seguinte ao chupar o Alexandre (meu professor de matemática) no carro, não aguentava de vontade de contar pra Lu e pra Su. Elas já sabiam que eu sairia com ele, mas não esperavam que tudo fosse acontecer tão rápido. Eu mesma não esperava.

Contei tudo pra elas e elas começaram a ficar com pena do Bruno, meu namoradinho frouxo.

  • Mas Ju, e o Bruno? Assim não vai sobrar tempo pra ele! – Disse a Su
  • Ai eu amo ele, mas não tenho a menor vontade de fazer nada físico com ele
  • Kkkkkk, concordo amiga… comparando com o Alê e o Renato também né – Emendou a Ju.
  • Aiii, que bom que vocês me entendem. E se vocês vissem o pintinho do Bru iam me entender mais ainda – eu disse mostrando meu dedo mindinho
  • Mas conta maisssss, e o pau dele? – Perguntou a Lu
  • O pau dele é lindo!!! Não é grande como o do Renato (eu disse me abanando) mas é muito grossoooo! – Ah, e ele é safado igual ao Renato! Mas mais homem sabe, mais maduro, sei lá.. É diferente… Com ele eu senti estar com um homem adulto mesmo sabe. O Renato é uma delícia mas é diferente, é um crianção kkkk
  • Aiiii, to com inveja, também quero – disse a Lu

A Su ficava um pouco mais quieta, só rindo e perguntando. Ela é da família de um político aqui da região. Família bem tradicional. Já tinha estudado dois anos na Europa. Bem comportada, recatada. Bem diferente da Lu. Eu me identificava mais com a Ju, achava a Su um pouco quieta demais. Mas aguardem que muitas aventuras ainda aconteceram com as três juntas…

Na semana seguinte, na próxima aula de matemática, eu me senti uma verdadeira puta quando estava sentada na aula, perto do meu namorado como sempre, de mãos dadas com ele, mas na mesma sala com dois homens que já tinham botado o pau na minha boca. Me sentia um pouco suja, afinal tudo estava ainda no início, mas lembro que desde essa época o tesão sempre falava mais alto, e logo que eu pensava nisso já pensava também na imagem daqueles homens na minha frente com seus paus enormes pra fora e eu me entregando para servi-los.

Era uma sensação de poder. Eu, uma menina do primeiro ano do ensino médio, tão desejada por esses três homens. Meu namoradinho babando por mim o tempo todo, feito um cachorrinho, fazendo tudo por mim, sempre perguntando se eu estava bem, sempre me dando bom dia e boa noite, me ajudando na escola, sempre perto da minha família. E eu pelas costas me entregando a esses dois homens que só queriam saber de usar a loirinha para sua satisfação sexual. Já tinha chupado o pau do Renato umas vinte vezes e ao longo das duas próximas semanas chupei o Alexandre no carro mais cinco vezes.

Eu, a namoradinha santinha do Bruno, era uma boqueteira de primeira. Era o que eu podia fazer porque ainda não queria perder minha virgindade. Me achava muito nova. E no fundo eu já sabia que minha bucetinha virgem estava destinada a ser da piroca enorme do Renato, mas na minha cabeça eu ainda tinha pensamentos de que o certo era eu me liberar para o Bruno primeiro. (Pensam que é fácil ser safada? kkkk)

As coisas começaram a se complicar um pouco nos meses seguintes porque os dois machos disputavam minha atenção (e minha boca). Estava ficando difícil coordenar dar atenção para os dois. E ainda sobrar tempo para os carinhos do Bruno. Na primeira semana de Novembro de 2008 eu chupei pau todos os dias da semana, de segunda a Sexta, 3 vezes do Renato, e duas vezes do Alexandre. Eles queriam mais e mais porque eu estava cada vez melhor no que eu fazia.

Lembro que quando chupei o Renato pelas primeiras cinco vezes eu não sabia bem o que fazer, não tinha o ritmo. Mas agora eu estava tão boa, que quando ele parava de segurar minha cabeça ou bater com o pau na minha cara e me deixava ter controle, eu batia punheta nele com minha mão direita, enquanto brincava com as bolas enormes com minha mão esquerda e chupava a cabeçona ao mesmo. E tudo no ritmo certo. Quando fazia isso ele gozava em dois minutos.

Nessa semana em que chupei piroca todas as noites da semana, passei o dia com meu namoradinho Bruno. Ele implorou por um carinho no pintinho dele à noite (machinho frouxinho beta também tem tesão kkkkk).

Mas eu briguei feio com ele: – Bruno, escuta bem, já te falei!! Se você me pedir isso de novo eu não vou falar com você por uma semana!! Você tá pensando que eu sou puta?? Sou uma menina de família e não vou ficar fazendo essas coisas antes de casar, entendeu bem?

  • Mas amor
  • Amor nada, nem vem!! Não é certo fazer essas coisas antes do casamento, que saco!! (como vocês vêem eu não era muito de falar palavrão, eu ficava brava sem xingar… hoje sou um pouco mais desbocada)
  • Você não vai fazer nada antes do casamento??
  • Não acabei de falar pra você parar de perguntar?
  • Mas..
  • BRUNO! Cala essa boca! Se você falar disso de novo, vou mandar o Renato tomar conta de você de novo… Quer coçar o saco dele de novo? kkkkkkk
  • Affff, golpe baixo né??
  • Kkkkkkk, experimenta me pedir de novo?? Te juro que falo com o Renato pra te obrigar a dar uma coçadinha no saco dele
  • Credo amor, parece que nem gosta de mim
  • Você sabe que eu te amo amor, mas já te pedi um milhão de vezes pra parar de me pedir pra fazer essas coisas de puta, e você não entende – Falei dando beijinhos nele

O mais engraçado é que naquele Sábado eu tinha marcado com o Renato às 10hs na casa dele. Não podia demorar muito porque eu tinha que estar em casa às 11, então teria que ser um boquetinho rápido.

Saí da casa do Bruno já tonta de vontade de me ajoelhar diante daquele pau negro (ainda mais tesão depois de brigar com o corninho pra negar-lhe qualquer prazer kkkkk).

Chegando lá ele me agarrou com força, já me tirando qualquer remorso por tratar meu namorado feito capacho, me fazendo retornar aos meus instintos básicos de fêmea submissa. Me beijou gostoso, já mordeu meu pescoço e orelha (tenho tanta sensibilidade no pescoço e orelha que me dá arrepio e me deixa de pernas bambas).

Infelizmente eu tinha apenas 15 minutos mas segui o ritual: Renato a essa altura me obrigava a tirar as calças dele e abaixar a cueca. Ele nunca fazia isso. Era a minha função de putinha. Tinha algo de servidão nisso que me deixava louca. Fiz isso meio às pressas porque não tinha tempo e antes de começar meu trabalho ele me agarrou pelos cabelos (eu já ajoelhadinha como boa boqueteira). Quando ele faz isso eu já sei o que vem: Surra de pau na cara, amooooooooo. E enquanto me batia na cara com aquele pau ele falava:

  • Tava na casa do capacho é?
  • Tava sim…
  • Fala quem é teu capacho?
  • O Bruno
  • Quem?
  • O Bruno corno…
  • Quem? – E me bateu mais forte
  • O Bruninho Corninho
  • E quem é teu macho?
  • Você…
  • Quem????
  • O senhor
  • Muito bem, bem safadinha… Agora faz seu serviço de puta vai…

Ele me deixou ter controle porque sabia que não tinha muito tempo e eu chupei do meu jeito até chegar bem perto dele gozar. Ele com o corpo já tremendo e os movimentos acelerados. E parei! Ele foi a loucura. Eu sabia que ainda tinha uns 5 minutos.

  • Paro porque vadia filha da puta???
  • Desculpa senhor..
  • Continua caralho!! Senão vou zuar o capacho de novo..

Aquilo soou como música aos meus ouvidos. Será que eu era uma vadia sem coração? Saber que eu podia estimular o Renato a zuar meu namoradinho romântico frouxo abriu portas para muitas crueldades futuras. E meu instinto resolveu testar aquilo. Mais uma vez chupei até ele quase gozar e parei…

  • Vadia filha da puta!!! Tá me desafiando? O viadinho do seu namorado vai sofrer!!!

Aquelas palavras me deixaram tão molhada que eu percebia cada vez mais que ser cruel com meu namorado elevava meu tesão.

E eu falei algo que não deveria:

  • Duvido
  • O quê? O que você falou? Duvida do quê?
  • Que você tem coragem de zuar o Bruno de novo
  • Kkkkkkkkkk, tá bem…. Beleza, deixa estar….

E comecei a chupar de novo…Já tinha chupado pau umas 30 vezes a essa altura, mas não lembro de ter tido tanto tesão como nesse dia. Sentia minha buceta completamente encharcada e um frio subindo pela espinha. Uma corrente elétrica inexplicável que me fazia molhar demais…

E não demorou muito pra ele gozar desta vez, de novo me pintando a cara com aquela porra viscosa que eu tanto amava… Senti que ele gozou mais forte e por mais tempo que o normal… Acho que ele também estava notando que tinha tesão na idéia de zuar meu chifrudinho.

  • Vagabunda, você é safada demais
  • Sou?? – Falei olhando pra ele com um sorrisinho safado e com a cara completamente.
  • Aham, e por ter me desafiado, teu namoradinho otário vai sofrer essa semana kkkkk

Não deu cinco minutos e eu já estava andando pra casa depois de me limpar rapidamente e vejo duas mensagens no celular.

  • Amor, boa noite… vou dormir, te amo (do meu corno)
  • Delícia, quero sua boca, posso passar aí? (do Alexandre)

Continua……

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Este post tem um comentário

  1. Comassim o bruno coçou o saco do Renato antes ??

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