Conto Real – Minha Vida de Chifradeira – Parte 9

Depois daquele dia em que coçou o saco do Renato, meu namorado Bruno perdeu completamente a moral com todos os amigos da nossa turma e principalmente comigo. Eu não o via mais como homem, mas sim como meu capacho. Ele fazia todas as minhas vontades (e as do Renato, sem saber), e se reclamasse eu virava uma fera.

Nessa época ele sempre me pedia pra bater uma punhetinha pra ele de novo como fiz no Relato 3, mas eu não tinha vontade nenhuma de encostar naquele pintinho mínimo e demorou 4 meses pra eu fazer de novo.

Achei uma forma ótima pra fazer com que todo mundo saísse ganhando. Se ele me paparicasse muito (com presentes e dinheiro) eu batia uma punhetinha pra ele. Era muito tranquilo porque ele demorava no máximo 2 minutos pra gozar, kkkk.  Mas precisava me paparicar muito mesmo, normalmente acontecia 2 vezes por mês no máximo, quando tínhamos 15 anos.

Enquanto negava ao Bruno qualquer prazer além dessas punhetinhas sem graça, eu era a putinha particular do Renato. Estava sempre na casa dele quando seus pais não estavam, ou na construção abandonada no caminho de volta da escola ou no parque da rua de cima. Foi nessa época que viciei em chupar pau grande. Viciei em ser dominada por homens fortes e dominadores e a dar prazer pra eles em troca de nada. O Renato não estava nem aí pro meu prazer. Nesses primeiros meses de meu contato com macho alfa eu não sabia ainda o que era ter um orgasmo.

Mas eu não estava nem aí… Ser a putinha dele me dava um tesão enorme, eu ficava completamente encharcada de tesão e nem sabia como lidar com aquilo. Era tudo muito novo pra mim, só sabia que eu tinha um tesão enorme por ele. Acho que estava apaixonada.

Mas ao mesmo tempo ele usava as minhas duas amigas, Su e Lu, do mesmo jeito. Nós nos revezávamos como putinhas dele, e falávamos abertamente do assunto. Eu me sentia a mais safada porque tinha namorado e as duas não tinham.

Até que chegou a época do aniversário de 17 anos do Renato (não sei se vocês lembram mas ele era dois anos mais velho do que o resto do grupinho por ter repetido de ano duas veze), estávamos de férias e ele me ligou falando que queria comemorar comigo, na casa dele, porque os pais não estariam. Ele falou que eu seria o presente de aniversário dele. Eu queria muito ir, mas estava relutante porque sabia que ele iria querer comer minha bocetinha virgem como presente. Mas acabei indo mesmo assim.

Claro que pedi grana pro Bruno pra comprar um presente pro Renato (sem o Bruno saber, claro)… Era um belo par de All-Stars, bem estiloso. Presente do corno, kkkkk. Mas chegando lá, tenho uma surpresa!!! A Lu também estava lá!!! Ela também parecia surpresa, não sabia que eu tinha sido convidada… Quase em uníssono, as duas questionamos:

  • Que isso Renato???
  • Calma lindas!!! Hoje é meu aniversário e pensei numa festinha… Falou confiante
  • Como assim? É o que eu to pensando?? – perguntou a Lu
  • Não vou forçar nada, linda, mas que mal tem? As duas fazerem um agrado no negão ao mesmo tempo?
  • Ai Renato, você é um ridículo, não vou fazer isso – disse eu
  • Tudo bem, não precisa… Não vou forçar… Mas vou pensar duas vezes antes de te dar o pau do negão aqui pra você chupar de novo… Pode ficar lá com o “Ninho”, hahaha
  • Juuu, nada a ver ow, que mal tem? Tá com vergonha de mim? – A Lu estava começando a gostar da idéia, mas ela era bem mais pra frente do que eu
  • Ai Lu, sei lá… não acho certo, isso é não é coisa de menina decente
  • Chupar o pau dele sozinha é decente e chupar com a amiga não? Que diferença faz? – Retrucou a Lu.

Pior que ele tinha razão, que diferença fazia? E ainda por cima podia ser divertido… Acho que eu tinha que me soltar mais. Nisso o Renato bem esperto repetiu que não ia forçar nada e botou um funk bem safado e começou a servir cerveja pra gente. – Tá não precisa fazer, mas podemos dançar pelo menos?. Ele disse puxando as duas pra perto dele.

Ficamos ali por uns 20 minutos ouvindo música safada, bebendo e dançando juntos. Era engraçada a cena, aquele negão alto e forte com duas baixinhas dançando e falando besteira. Até que ele começou a beijar a Lu com mais intensidade e ela já foi se agarrando nele. Mas ao mesmo tempo ele não me soltava. Eu já estava mais soltinha por causa do álcool e ele nos sentou, uma de cada lado dele, em um sofá e senti que ele nos forçou em direções opostas pra que nos beijássemos também. Foi a primeira vez que beijei uma menina, não porque tivesse atração por mulheres, mas pra agradar o Renato e curtindo o momento.

Nos beijamos um pouquinho e ele colocou a mão da Lu em cima do pau dele. Ele era muito esperto, sempre atiçava ela primeiro, porque sabia que ela daria continuidade. E não deu outra. Ela tirou o pau dele pra fora e começou a punhetar e aquele cenário que Renato tanto queria se concretizou: As duas sentadas ao lado dele no sofá, uma de cada lado, e ele com o pau pra fora prestes a ser mamado pelas duas. Macho alfa!!! Eles conseguem tudo!

Não sabia como faria… A Lu não parava de chupar mas o Renato passou a controlar… Tirou a cabeça da Lu puxando o cabelo dela e empurrou a minha em direção ao seu pau… Eu estava descontrolada de tesão e acabei mamando também. Ele segurava a minha cabeça pra eu só chupar a enorme cabeça do pau dele, e depois empurrava praquele mastro bater no fundo da minha garganta e eu me engasgar.

17

Ficamos naquela brincadeira por uma meia hora. Ele fez de tudo. Mandou a gente beijar o pinto ao mesmo tempo. Mandou uma chupar as bolas enquanto a outra chupava a cabeça. Mandou uma bater com o pau na cara da outra. Mandou uma punhetar enquanto a outra chupava. Beijava uma na boca enquanto a outra estava no pau.

Finalmente ele mandou as duas se ajoelharem em frente dele, como boas servas de macho alfa e bateu punheta até gozar. Soltou dois jatos na minha cara e depois mirou na cara da Lu, enquanto urrava de prazer. Mandou as duas nos beijarmos de novo, esfregou o pau sujo de porra nas nossas caras e caiu no sofá, enquanto as duas dávamos risada:

  • Aaaaai Renato, caiu no meu olho seu filho da puta – a Lu reclamava, enquanto corria pro banheiro
  • Você é foda né, conseguiu o que queria – disse eu
  • Até parece que você não queria né…

E ficamos lá mais umas duas horas, bebendo, dando risada e dançando…Infelizmente não dava pra ficar mais porque não podíamos voltar muito tarde pra casa. No que eu olho o celular de novo tinha 20 ligações do Bruno. Sempre nos despedíamos na hora de dormir (umas 11h em dias de semana) e já era meia noite e meia e ele estava desesperado tadinho… kkkkk

  • Desculpa amor, estava com a Lu. Preparamos um drink ENORME e delicioso e perdemos a noção do tempo, amanhã nos falamos! – Mandei um SMS pro corno, kkkk

Foi a primeira de muitas festinhas que teria com o Renato e futuramente com outros machos alfa.

 

Continua…

 

Não se esqueçam de entrar no meu tumblr: achifradeira.tumblr.com

 

Este post tem 2 comentários

  1. Quando vai postar a parte 11?

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