Conto Real – Minha Vida de Chifradeira – Parte 8

Daquele dia em diante, me tornei a puta do Renato. Nos 2 meses seguintes fui entre 3 e 5 vezes por semana naquele parque, no nosso “esconderijo” pra mamar naquele pau. Fiquei completamente viciada. Da prazer aquele guri me dava um tesao enorme.

Principalmente porque na escola ele passou a zuar o Bruno cada vez mais. E meu namoradinho frouxo começou a ficar nervosinho. Renato não perdia a oportunidade de zuar o corno na frente de todo mundo:

– Olha a bunda da menina que ele tem kkkkk. Rebola pra gente ver. (Todo mundo dava risada e até eu me segurava pra não rir)

Ou então quando o Bruno ia dizer alguma coisa: – Cala a boca que eu não deixei você se manifestar.

Ou então segurava ele com força com um braço e lascava tapas na bunda dele:

-Vai lá buscar uma coçc pra mim na cantina vai. E não demora que tô com sede.

Com o tempo ele virou capacho do Renato e nem desconfiava que o seu algoz gozava quase todos os dias na cara e na boca da sua namoradinha santinha.

Às vezes quando estávamos juntos o Bruno reclamava pra mim: – Odeio aquele fdp, você viu o que ele disse hoje? E eu respondia algo do tipo: – Acho bom você obedecer. Ele é muito mais forte que você e ia acabar com tua raça.

-Mas ele é muito folgado.

-Não interessa. Faz tudo que ele mandar e não reclama senão quem vai ficar furiosa sou eu.

-Ok, desculpe amor.

Eu adorava o fato de mandar no meu namoradinho frouxo ao mesmo tempo em que era a cadelinha obediente do cara que ele mais odiava.

As vezes me dava um pouquinho de remorso mas minhas amigas perversas e o pau do Renato batendo com força na minha cara me faziam esquecer rapidinho.

As coisas saíram do controle e o Renato sempre achava uma forma de humilhar o corno, cada uma pior que a outra.

Até que ao fim desses dois meses aconteceu um episódio hilário. Depois de mais um dia pagando coca-cola e salgadinhos pro Renato, estávamos no nosso grupinho depois da aula conversando e o meu macho-alfa teve mais uma de suas ideias cruéis.

Estávamos todos sentados, Eu, o corno, a Su, Lu e mais duas amigas, com o Renato. Estávamos dando risada de alguma coisa que não lembro e de repente o Renato deu um grito e foi em direção ao chifrudo e parou na frente dele:

-Capacho, meu saco tá coçando, da uma coçadinha vai.

-Ahnn? Como assim?

– Você ouviu, meu saco tá coçando e você é meu capacho. Coça meu saco porra!!

Minhas amigas deitaram no chão de rir. Até eu não consegui me conter.

-Não vou fazer isso

-Ah é? Vou te dar um minuto, se você não coçar vai ter consequências, não me responsabilizo.

-Estava tão molhada com aquela situação que queria tirar aquele pau dele imenso pra fora e chupar ali mesmo mas me limitei a falar:

-Bruno deixa de ser tolo, obedece logo!! E minhas amigas juntaram-se ao coro: -Coça, coça, coça!

E o Bruno todo humilhado coçou o saco do Renato na frente da namorada e das amigas perpetuando sua condição de capacho do grupo.

Em breve todo mundo tiraria uma casquinha do corno capacho riquinho.

Continua….

 

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