Conto Real – Minha Vida de Chifradeira – Parte 32

Meu macho Renato pegou a Bianca no finalzinho de Dezembro. Após isso chegaram as festas de fim-de-ano. Passamos o Natal em família. Meus pais foram para a ceia na casa do Bruno com a família dele.

Na semana do ano novo, viajamos pra casa de praia da família do Bruno em Floripa. Passamos o tempo todo descansando. Quando eu não estava na praia com a Bianca, o Bruno e alguns amigos deles lá do sul, estava na casa do corninho, jogando conversa fora, comendo juntos, assistindo filme, jogando baralho, etc. Aqui nas histórias é claro que eu enfatizo as putarias, mas boa parte do tempo tínhamos um namoro normal e quem olhasse de fora não percebia nada estranho.

Claro que nesse tempo eu sempre dava aquela olhadinha no celular pra falar com o moreno que conheci, alguns outros guris que estavam sempre no meu pé e, principalmente, o Renato, que estava em São Paulo visitando a família.

Lembro que minhas putarias telefônicas começaram naquele fim-de-ano. Tudo bancado pelo corno. Mandava ele botar crédito o tempo todo no celular do Renato e, às vezes de outros peguetes como o Brunão e os meninos de Toledo. Corno tem que servir pra alguma coisa né?

Como o Renato estava longe pela primeira vez desde que começamos a nos pegar, pela primeira vez comecei com a putaria de mandar selfies pra ele o tempo todo. Lembro que ele perguntava se eu estava com meu corno e mandava eu ir no banheiro tirar uma selfie pra mandar. Ele tinha um prazer enorme em me mandar fazer putaria com o corno por perto. Acho que o lugar que tirei mais foto sexy em minha vida foi a casa do Bruno, principalmente o banheiro.

Na noite do réveillon, o meu macho teve uns pedidos especiais. Antes de eu sair de casa pediu pra eu botar minha cunhada na brincadeira e tirarmos uma foto sexy juntas. Foi muuuuito engraçado. As poses foram ótimas: fazendo o gesto do tamanho do pinto com nossas mãos; viradas de bunda pra foto, só de calcinha; ou dedinho na boca com bunda empinada; ou fingindo um selinho uma na outra. Nós éramos as duas putinhas dele e estávamos nos comportando como tal.

Passamos a virada na praia e ele foi ainda mais longe. Pediu pra eu tirar uma foto com o corninho fazendo um chifrinho na cabeça dele sem ele perceber. Eu tirei. Depois mandou eu e a Bianca fazerem a mesma coisa. Coitado do chifrudo, tinha a namorada e a irmã mais más do mundo.

Na segunda semana de férias o pai do Bruno voltou pra Curitiba. Ficaram só as mulheres. Eu, minhas cunhadas e a sogra. Naquela semana o Bruno estava em ritmo de verão, pedindo punhetinha o tempo todo. Foi uma época ótima treinar sua habilidade em me fazer gozar com a boca. A cada dez vezes que ele me fizesse gozar, eu batia uma punhetinha pra ele. O corninho virou craque. Até hoje não conheci ninguém que me chupasse melhor. Acho que a necessidade faz o ladrão, kkk. Teve até outros caras que me chuparam bem, mas o Bruno sabe o jeito certinho de fazer.

Aliás, uma pergunta pros leitores: Vocês chupam suas mulheres? Senão, tão esperando o quê? Aliás, eu afirmo com 99% de certeza que a maioria de vocês não sabem fazer direito. TOOOOOODAS as minhas amigas, talvez exceção de uma, reclamam. Comecem a prestar mais atenção nisso. Todo o esforço que você põe em ser fortinho na academia, em estudar, em trabalhar, em ficar rico, em comprar roupas, e ser tudo isso que vocês acham que as mulheres querem pode ir por água abaixo se você for fraquinho na hora de chupar. E isso vale pra todos, cornos, comedores, ou homens fiéias. Se quiserem dicas de como fazer, me procurem! Fica a dica!

Mas voltando… Lembro que as putarias das fotos continuaram, mas passei muuuuito tempo fofocando com minha cunhada. Ela só tinha ficado com o Renato uma vez mas falou que queria dar pra ele e rápido. Ia tentar fazer acontecer assim que voltássemos. “Se você não quer dar pra ele e se guardar pro meu irmão, tudo bem, mas eu não aguento não, kkk”

“Tudo bem… mas hahaha, tive uma idéia, acho que vou dar pro seu irmão e perder a virgindade só pra poder aproveitar o Renato”.

E assim foram as férias, falando besteira, tramando estratégias pra encobrir meus chifres, sendo chupada todos os dias pelo meu corninho e fazendo putaria pelo telefone. Depois do réveillon falei bastante com o Brunão, o moreno da festa. Falamos tanta besteira que o coitado não se aguentou e foi pra Floripa só pra me ver. Contei pra Bianca e ela me ajudou me dando cobertura quando eu fosse me encontrar com ele.

Brunão é PM em Curitiba e não tinha muitos dia de folga. Só podia ficar dois dias, então eu tinha que dar atenção pra ele. A gente se encontrou na praia à tarde. Calculei a hora certa porque sabia que meu corno sempre tira uma soneca no início da tarde e falei pra Bi dizer que eu fui à praia com uns amigo nossos.

Passei uma tarde maravilhosa na praia com o Bruno. Falei que tinha namorado e ele ficou meio incomodado porque não gosta muito de destruir lares, mas depois de viajar tanto e ali de frente comigo ele não ia deixar de me pegar. Aliás, conheço poucos homens que não pegariam a mulher dos outros, vocês conhecem algum? kkkk . Ele é daqueles sarados que chama atenção na praia. Todo musculoso, barriguinha tanquinho e cortado. Adorei as histórias de policial que ele me contou. Ele é um cara que eu namoraria fácil fácil se não tivesse o meu corninho.

Chegando à noitinha ele queria me levar pro quarto onde ele estava hospedado, mas resolvi me fazer de difícil sabendo que iria no próximo dia. Ficamos nos pegando no carro mesmo e quando a coisa esquentou e a mão dele chegou perto da minha bucetinha virgem eu segurei a mão dele com força (o máximo de força que uma mignonzinha como eu consegui kkkk) e falei: “Cuidado que eu sou virgem”. Ele enlouqueceu!!!! “Virgem, como assim? E o namorado?” “Namorado fica na mão… kkkk, nem oral eu faço”. “Poxa gata, assim você me quebra… Vim de Curitiba pra te ver e é uma notícia ruim após a outra”, disse ele brincando.

“Oiiiin, vou te dar uma boa notícia então”. Era hora de atacar e usar minha especialidade: Boquete automotivo kkkk. Continua…

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