Conto Real – Minha Vida de Chifradeira – Parte 31

Desculpem a demora… Prometo que em 2019 vou desenrolar essa história mais rápido… Rsrsrs. Onde foi que parei? Então…

Chegando em casa o Bruno estava um pouco tristinho. Ele se sentiu patético na festa. Caras dando em cima da namorada dele, a irmã sendo conquistada pelo seu inimigo, e ainda por cima tendo que pegar cerveja pra todos. Fiquei com peninha e dei um pouco de carinho pra ele. Resolvi ser boazinha e bati uma punhetinha pro meu corninho. Sempre falando do seu pinto em tons diminutivos.

Mas o fato da linda namorada agradá-lo um pouquinho fez com que ele se sentisse um pouco melhor. Aliás, essa é uma recomendação que dou pra todas as donas de cornos que me lêem. Ser ruim com o seu frouxo é muito muito importante, mas é sempre bom agradá-lo o suficiente pra ele não entrar em depressão. Afinal somos o centro do universo dos nossos cornos e temos que tomar cuidado do coraçãozinho deles.

Dormimos juntinhos até parecendo um casal normal, mas eu já acordei pensando em tudo que tinha acontecido. Estava molhadissima pensando no pau do meu negão e com a memória da chupada da noite anterior no banheiro da balada. Também pensava no moreno que conheci. Que sorriso! Eu já queria dar pra ele só pelo sorriso. Aliás, homens, querem pegar mais mulher? SORRIAM!! Tirem essa fotos nojentas de perfil do facebook onde não dá pra ver seus dentes. Quando entrarem numa balada, entrem sorrindo! Vão conquistar muita mulher antes mesmo de falar algo. Quando se aproximarem de uma mulher, SORRIAM! Ficar sério com pose de machão não tá com nada, e todas as mulheres que eu conheço concordam. Fica a dica de utilidade pública. 😉

Mas voltando, também passava pela minha cabeça, ali ao lado do meu corninho dorminhoco, a loucura que era essa história dele pegar a irmã e a namorada do Bruno. Parecia história de novela! Claro que com um pouco de receio de alguém descobrir e contar tudo pra ele ou pra mãe dele. Mas sempre esses pensamentos eram seguidos da imagem do meu negro Renato, o que fazia qualquer risco valer a pena.

Tomamos café todos juntos, inclusive o pai do Bruno que nunca estava em casa, dessa vez estava lá. Gosto muito dele. Sempre de bom humor e me chamando de Jojoca, segundo ele o mesmo apelido que uma prima dele chamada Juliana tinha. Tenho o maior carinho pelo meu sogro, apesar de ser tão ruim com o filho dele. Eu trocava uns olhares com a Bianca, ela sabia que eu estava morrendo de curiosidade. Tinha que dar um jeito de sentar sozinha com ela pra saber tudo o que aconteceu.

Fui direta e mandei o Bruno ir ajudar a mãe e a cozinheira a preparar o almoço que tinha que conversar sobre o que tinha acontecido na balada com o Renato. Fomos pro quarto dela e ela me contou falando baixo e contendo a excitação, pra não correr o risco de ninguém ouvir.

“Conta tudoooooo jáááá”. “Então menina, ele me levou pro andar de cima e me encostou numa pilastra e me beijou. Que delícia de boca que ele tem, fiquei hipnotizada. Que pegada!! Agora eu entendo porque você chifra”.

“Kkkk, pois é, vamos combinar que é difícil resistir”

“Mas então… Nem sei quanto tempo durou o primeiro beijo, mas foi muito bom, parecia que o tempo tava parado”

“E aí??”

“Daí depois de um tempo ele me pegou e disse: “bora sair daqui, tem muita gente”. Fomos lá pra área aberta (uma pequena área a céu aberto com vista pra rua e com umas poltronas”. Ele sentou e me sentou no colo dele. Ficamos beijando mais um pouco e e ele começou a alisar minhas pernas”

“Uuuuui”

“Menina, ele não pede, ele já vai fazendo…. Adorei como ele é mandão”

“Nem fala, kkkk, só faço obedecer aquele guri o tempo todo”

“Daí ele virou a poltrona em direção à rua porque tinha gente perto, e ficamos mais escondidos, ele começou a subir aquela mãozona em direção ao meu quadril, por baixo da saia, fiquei sem reação”

“É a cara dele fazer isso”.

“Eu tirei a mão, mas ele continuou logo depois, ele é pra frenteeeee”.

“E aí??????” “Aí eu deixei, ele foi subindo a mão, e subindo.. Dei uma olhadinha pra ver se não tinha ninguém do lado, e senti o dedo dele na minha menina”

“Que menina o quê, virou freira? Pode chama de buceta mesmo, kkkk”

“Kkkkk louca, então.. Senti por cima da minha calcinha… ele começou a esfregar devagarinho, sem parar de me beijar. Tava ensopada de um jeito que nem sei explicar”

“Kkkk to ficando com ciúmes”

“Pois é, como ele pode ter esse poder? A gente aqui falando sobre ele, enquanto ele deve estar comendo outra”

“Mas e então?? Ele te dedou??” “Então, ele puxou a calcinha pro lado e deu uma esfregada com os dedos bem na portinha, mas aí eu assustei e tirei a mão dele. Daí sabe o que o safado fez?”

“Quê????” Botou o dedo molhado na minha boca. “Nossa Bi, tá molhadinha assim por causa do negão aqui é??” “Eu falei que sim gemendo no ouvido dele”

“Ai menina, até eu tô molhando.. Ele adora falar besteira no ouvido, vai te preparando”.

“Entãoooo, que mais??

“Entããããão.., ele pegou minha mão e botou no volume dele por cima da calça… menina… como assim? Eu não entendi bem o que era aquilo, o volume era grande DEMAIS”. “Kkkkk, pois agora…”

“Ele botou a mão, eu fiquei passando a mão por cima, tentando entender aquilo e ele cochichou: E isso, te deixa molhadinha também? Fiquei meio sem reação, tava que nem uma gatinha no colo dele, e respondi que sim”. Ele disse: “Vamos pra um lugar mais quieto linda?”

“Aí eu tive que ser um pouquinho racional e parar com aquilo, não tinha coragem de fazer mais nada ali na balada”

“Você o que aconteceu quando o Bru foi com você lá pra trás?”

“Nãoooo, ele tava com você??”

“Aham”

“Onde???”

“No banheiro, andar de cima”

“Fazendo o quê??”

Fiz um gesto com a mão em direção na minha boca e a língua na minha bochecha simulando um boquete e a minha cunhada ficou literalmente boquiaberta!

“Tô passada! Ele fez você chupar antes de me beijar?”

“Aham”, falei com uma expressão que significava “como pode né?”

“ Meu Deus, vocês não tem limites não, coitado do Bruno”

“Coitado do Bruno, até parece que você se importa né?”

“Kkkk, pior que não, kkkkk.. Meu deus, to passada com a safadeza desse guri”

“Não viu nada ainda”

“Menina, temos que fazer um pacto. Promete que nunca vamos brigar por causa dele? Ele é safado e pegador, não podemos deixar isso afetar nossa amizade”

“Sim, mas Bi, já vou te avisando, não tenho a menor intenção de parar de ficar com ele”

“Eu entendo perfeitamente, mas eu também quero né.. Deixa um pouquinho pra mim”.

Nisso o Bruno entrou no quarto e tivemos que desconversar…..

Este post tem um comentário

  1. Seus relatos sao muito exitantes!! Vc escreve bem… Mass tem q escrever mais, demora muito pra posta e quando posta é bem curto 🙁

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