Conto Real – Minha Vida de Chifradeira – Parte 30

Então o Bruno saiu com a Bianca, falei pra enrolar o coitado o máximo possível porque o Renato ia me botar pra mamar o pau dele. Dentro da balada ia ser impossível achar um lugar que não fosse evidente, então pensamos em ir ao banheiro. Homem no banheiro de mulher ia dar problema, mas mulher no banheiro de homem seria possível. Fomos para o andar de cima que tinha menos gente e menos movimento no banheiro e fingi estar muito bêbada, entrando no banheiro com meu negro. Não que eu me importasse com o que os outros pensam de mim mas como o meu namorado estava por perto, sempre batia aquela preocupação de algum escândalo revelar que eu sou uma putinha, para o meu namorado.

Fechamos a porta de um dos vasos, sentei e ele já foi desabotoando a calça. Eu chupava aquela pica linda quase todo dia desde que começamos e já estava há alguns dias sem, estava com saudade!! Sentadinha ali no banheiro masculino com aquele pau negro na boca, me senti no meu lugar. Como eu amava aquilo, como eu amava ser o instrumento de prazer daquele macho. Era totalmente natural pra mim, não era minha escolha, tem coisas que simplesmente tem que ser feitas.

Renato não é de gozar rápido e mesmo fodendo minha boca e minha garganta com velocidade e segurando minha cabeça muito forte, o boquete foi demorado. Ele estava com muito tesão por estar com tanto poder sobre essa situação. Usando a boquinha da namorada do corno enquanto ele esperava lá fora pra entregar sua irmãzinha para ele. Que chifrudo! Quando finalmente o gozo veio ele fez questão de segurar minha cabeça com o rosto pra cima pra pintar minha cara com sua porra grossa e me dar bastante trabalho pra limpar. Felizmente ele poupou meu cabelo, que estava bem produzido para a ocasião, mas minha maquiagem borrou toda e eu parecia puta em fim de expediente, provavelmente cheirando a pau de macho.

Voltamos pra encontrar meu namo e sua irmã e quando encontrei beijei meu frouxinho apaixonadamente, para alegria do Re e da Bia, que sabiam o que eu tinha acabado de fazer. Renato então falou pro Bruno ir pegar mais uma cerveja pra galera, e desta vez eu falei que ia junto, pra deixar meu negro e minha cunhada sozinhos. Saímos e quando olhei pra trás eles já estavam se beijando. Me bateu ciúmes, a Bia é linda demais e pensei que poderia perder meu negão. Quando voltamos com as bebidas eles não estavam mais ali, e acabamos ficando ali, eu e meu namorado na balada sozinhos, tomando umas.

E foi a mesma coisa do início, como o Bruninho não bota respeito nenhum, alguns caras já começaram a chegar em mim. Até fiquei conversando com um deles, bem gente boa, por uns 10 minutos, enquanto o corninho esperava, mas não rolou nada. Não podia dar tanta bandeira assim né, afinal meu namorado não sabia que em minhas veias corre sangue de puta.

Passou quase 1 hora e nada dos dois aparecerem. Vi entrar na balada um cara LINDO, moreno, forte, estiloso. Ele passou por mim com os amigos e quando me viu eu estava de mãos dadas com meu corno, que ódio!!! Meu Bruno não percebeu nada e eu falei que queria mudar de lugar pra ficar perto daquele macho, sem ele saber, claro. Ele não quis mas sabem como eu sou mandona né: “Não to perguntando, to avisando, se quiser vem comigo”. Pra quem não sabe como tratar um corninho capacho.

Fomos pra perto de onde o moreno estava e infelizmente vi que ele não dançava. Seria a maneira mais fácil dele se aproximar de mim. Mesmo assim eu queria dar um jeito dele se aproximar e mandei o corno pegar um drink pra mim, falei pra ele pegar no andar de cima (sabia que ia demorar). Fiquei sentada sozinha por uns 10 minutos. Dois caras se aproximaram, mas eu recusei a aproximação deles ao mesmo tempo que olhava na direção do moreno. Uma hora nossos olhares cruzaram e eu despachei o segundo cara, dizendo que meu namorado ia voltar rápido.

Ao ficar sozinha tentei dar a maior bandeira possível pro moreno, e os amigos deles notaram e devem ter falado algo com ele pra ele se aproximar. Ele sentou bem educado conversando comigo, perguntou meu nome e eu o dele, BRUNO, kkkk. Molhei com o sorriso dele. Ele perguntou quem era o cara que tava comigo, e eu falei que era só um rolinho (se rolasse algo mais sério depois eu falava que namorava) sem importância. Falei pra ele pegar meu número e entrar em contato depois que o frouxo ia voltar.

Vou chamá-lo de Brunão, em contraste com meu Bruninho, porque fiquei com ele um tempo e vou contar nos próximos capítulos. Assim que ele saiu, depois de 1h30 de sumiço, voltam o Renato e a Bianca. Ela estava com a maquiagem toda borrada mas com um sorrisão no rosto. Deve ter adorado ficar com meu negão. Estava com ciúmes, mas eles não fizeram nada na minha frente, talvez por consideração a mim? Kkkk

Mas perguntei: “E aí, rolou? Que demora vocês dois hem?” e a Bia respondeu “kkkkk guria, agora entendendo porque você chifra, ele é tudo de bom”, falou apertando o braço do Renato. “Ah valeu gata, você também é uma delícia”, retribuiu ele dando um selinho na Bia. O corno voltou com meu drink e já foi falando: “Finalmente hem, e aí rolou?”. A irmã retrucou: “Porque você não trouxe um pra nós também? Porque só trouxe um?” “Mas…” “Não quero saber de mas… volta lá e traga um pra mim e pro Renato também”. Ele já sabia que não podia conosco e voltou sem questionar. Renato morrendo de rir e eu só com um pouquinho de peninha mas no fundo adorando. O corno estava cercado pelo Renato por todos os lados. Ele estava comendo a Lu, tinha acabado de ficar com a irmã dele, e ainda usava a boquinha da namorada do corno. Dominação total kkk.

Ficamos ali um tempo rindo e nos divertindo, mas não quis perguntar o que tinha rolado, ia perguntar pra Bia depois, ela estava tornando-se minha melhor amiga, unidas pelo fato de que dividíamos o mesmo alfa e enganávamos o mesmo frouxo. Como sabia que o corno ia demorar puxei o Brunão pra perto de nós e apresentei aos dois. Fiquei um tempinho ensinando o moreno a dançar sertanejo e pedi pra ele sair de novo porque sabia que o Bruninho ia voltar. Nisso a Bianca: “Nossaaa, quem é?? Senti um clima hem”. “Pois é, ele pegou meu telefone mais cedo… acha que rola??” “Não sei, mas tomara, que lindoooo”.

Adorei ter aquela conversa na frente do Renato, ele tinha me feito ciúmes e eu estava gostando de retribuir. Não sei se ia afetá-lo mas bem que podia né… kkkk.

Já estava ficando tarde e mandamos o corno ligar pra mãe deles nos buscar. Quando ela chegou o Renato estava de mãos dadas com a Bianca, acho que a mãe ficou um pouco surpresa com aquela cena, afinal um negro com uma loirinha princesinha filhinha de mamãe não é exatamente comum. Não sei como ela reagiria, mas na hora ela não disse nada, acho que meio constrangida. Até porque ela gostava do Renato e tratava-o muito bem quando eles iam na casa dela.

Na volta para casa, o Bruno sentou na frente e nós três atrás, a mãe veio conversando mas nos momentos de silêncio ele beijou um pouquinho a Bia ao mesmo tempo que tinha acariciava minhas pernas. Que safado!!! Ele fez isso pra que nenhuma das duas tivéssemos problemas com o fato de que ele tinha as duas, não queria ninguém brigando. Inteligência de macho alfa.

Ao chegarmos na casa do Bruno (ia dormir lá), já tinha mensagem do moreno, ia responder no dia seguinte, mas estava morta de curiosidade pra saber o que tinha rolado entre meu macho e minha cunhada…

Continua…

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