Conto Real – Minha Vida de Chifradeira – Parte 29

Então chegou a hora! Depois que eu e a Bianca convencemos o meu corninho frouxo a falar com o Renato sobre a possibilidade dele pegar sua irmã, eu mal podia esperar pra que o dia chegasse. Ia ser uma Sexta-Feira e combinamos de sair para um barzinho aqui em Curitiba, um dos mais populares da cidade, onde tem música ao vivo e muita gente bonita, principalmente no verão. Nós não falamos pro Bruno que o Renato estaria lá. Todo mundo sabia da armação, menos o frouxo. Que delícia enganar o otário kkkk!!

Queria que a noite fosse especial. Desde aquela época eu já tinha muito forte dentro de mim que todos os esforços deveriam ser feitos pra agradar meu macho alfa. Trago isso comigo até os dias de hoje, e, depois de 6 meses sob influência do Renato, esse meu instinto já era bem evidente. Fui bem cedo pra casa do meu frouxo pra me arrumar com a Bianca. Fizemos maquiagem e cabelo juntas e até peguei um lindo vestido emprestado dela. Eu estava maravilhosa, me senti gostosa como nunca. Depois de um ano me preparando pro vestibular eu finalmente estava cuidando de mim de novo.

A Bianca estava ainda mais linda. Naturalmente mais bonita que eu, me sentia até feinha perto dela, mas as duas juntas chamaríamos muita atenção. O vestidinho dela era um pouco menos comportado, batendo bem no alto das coxas. Que apesar dela não malhar já algum tempo, eram bem definidas devido ao passado de ginástica olímpica e davam suporte àquela bunda redondinha perfeita que tanto menciono aqui. Que inveja daquela guria!!!

Minha sogra nos levou pro barzinho, que ficava a uns 5km da mansão deles. Chegamos lá umas 7hs e ela falou que voltaria pra nos buscar por volta das 11. Tínhamos 4 horas pra desenrolar o plano! Ia mandar um SMS pro Renato assim que chegássemos e ele chegaria meia hora depois pra não dar na cara e parecer coincidência. Também sugeri que ele trouxesse um amigo. Apesar do Bruno ser sonso seria legal não parecer óbvio que tramamos tudo. É por isso que consegui sobreviver a 7 anos de chifres sem ser descoberta… Todo cuidado é pouco!

Chegando lá, como esperado, fomos o centro das atenções. Era um bar sertanejo enorme com várias mesas, um bar gigante e espaço para dançar. Com todo o calor e com a chegada do fim-de-semana o bar estava socado. Vacilamos de não planejar e reservar a área VIP, então ficamos ali no meio da muvuca mesmo. A Bianca foi dar uma volta pra ver se conhecia alguém que pudesse levá-las pro VIP, e ficamos só eu e o Bruno. Quando isso aconteceu, VÁRIOS caras começaram a chegar em mim. A presença do Bruno não botava o menor respeito. Era uma sensação de me sentir desprotegida pelo meu projeto de homem e de ego inflado por receber tanta atenção.

Chegou ao ponto de um dos caras, altíssimo, lindo, sarado, parar entre nós e começar a me xavecar… Mas falei que tinha namorado e a presença do capacho era tão insignificante que o cara perguntou porque ele deixava eu sair sozinha. “Não, ele tá aí atrás de você”. E o cara não entendeu como ele deixava ele conversar comigo sem intervir. Machos alfa não entendem comportamento de machos beta. É outra dimensão.

Alguns caras me chamaram pra dançar, sempre me xavecando. Eu não dançava mas conseguia me virar com um bom dançarino. O Bruno só ficava chupando dedo porque não dança e só ficou mais à vontade quando a Bianca voltou.

Mas logo o Renato chegou!!!! “Que coincidência!!!! Haha” Eu e a Bianca nos fizemos de surpresas e o Bruno ficou ainda mais desconfortável com a situação. “Fala Ninho!!!! Você por aqui??? Vou ganhar mais massagem então? Kkkkk”, disse o meu macho fazendo eu e a Bianca rir.

Renato já chegou dominando a situação. Ficou bem à vontade encostado no bar, brincalhão, às vezes abraçado com uma de nós duas, às vezes com as duas. Totalmente o oposto do meu projeto de homem. A diferença era tanta que ninguém mais chegou pra falar com a gente ou tentar nos tirar pra dançar. Era como se fosse outra espécie. Todos respeitavam a presença de um macho alfa. E ele nem fazia esforço pra isso.

Nisso o Renato ordenou ao Bruno: “Ninho, vai lá buscar uma cerveja pra gente, bem gelada”. Bruno não ousou questionar e logo que ele se virou puxei o Renato ficar de frente pro bar pra que eu pudesse discretamente apalpar aquele pinto por cima da calça. Era a minha maneira de mostrar que eu estava com saudade, adorava a presença dele ali e queria mamar no meu macho em breve.

Nem sei se a Bianca viu, mas ela se fez de tímida e não puxou muita conversa com o Renato. Apesar de estar super afim dele, sendo tão linda e patricinha, ela não é do tipo que dá mole fácil. Dava pra notar que a linguagem corporal dela era bem favorável ao meu negro, mas ela estava se fazendo. Nisso ela saiu pra dançar com outro cara, fiquei sozinha com meu negro um pouco e ele disse: – Nossa loirinha, que delícia hem…. Vamos ter que dar um jeito de dar um perdido no “Ninho” hahah.. Aquilo me deu arrepio, mas não podíamos esquecer que a nossa missão ali era fazer o Bruno se submeter ainda mais, pedindo pro Renato ficar com a irmã.

Orientei o Renato a tirar a Bianca pra dançar (claro que meu negro sabia dançar), e eu ia mandar o Bruno começar a agir.. Bruno voltou com as bebidas e imediatamente o Renato tirou a Bi pra pista de dança. A tensão entre os dois era evidente. Renato um pouco mais relaxado por estar acostumado a pegar meninas daquele calibre, mas a Bianca visivelmente perturbada. Ela não tinha o costume de ter contato tão próximo com um homem daqueles. Renato era o sonho de qualquer mulher. Não é o tipo que chama a atenção pela beleza, mas pelo tamanho, confiança e atitude. Para uma mulher, estar perto dele significava ter seu corpo pedindo pra ser possuída por aquele homem. Era como se o cérebro começasse a imaginar o que aquele poderoso corpo poderia fazer conosco. A sensação de inferioridade física dá um tesão muito grande. Especialmente para meninas pequenas e magrinhas como eu e a Bianca.

Foi aí que eu falei pro Bruno:

– Amor…. Aproveita que está todo mundo aqui e fala com o Rê sobre a Bianca? Se ele estiver interessado a gente pode dar um jeito de rolar ainda hoje né???

– É… já tava pensando que você ia acabar querendo fazer isso hoje…

– Então… Quando eles voltarem eu vou sumir com ela e você fala com ele, tá bem? Pede com jeitinho… E faça o que ele mandar… lembra do castigo!!

– Tá bom….

Logo os dois voltam e eu puxo a Bianca pra ir ao banheiro e deixar meu frouxo sozinho com meu macho.

Conversando com o Renato depois, ele me falou que a conversa foi assim…

– E aí, Renato?? Tudo bem? Se divertindo?

– Sim… Bem da hora o lugar, tenho que vir mais aqui

– Então, tenho um negócio pra falar com você….

– Manda Ninho… Quer me fazer massagem? Hahah

– Então… minha irmã pediu pra te perguntar se você tá saindo com alguém.. Ela está interessada em você…

– Sério? Não tinha notado…

– Pois é…

– Então… não vai rolar…. Eu to comendo a Lu, você sabe né?

– Sim…

– Também to com uma outra gatinha.. .Essa não to comendo não… mas ela paga boquete pra mim direto…. Porra… uma delícia…

– Conheço??

– Não… mas pensa… uma boquinha gulosa…. Adoro foder a boquinha dela…

– hehehe – Meu namorado riu com um sorriso amarelo, provavelmente envergonhado por não fazer nada disso comigo

– E você? Tá dando um coro na Juju?? Ela é uma delicinha também… –  Amei saber que ele me chamou de delicinha pro meu namorado, sem ter o menor medo da reação do frouxo

– Ah, a  gente faz umas coisas de vez em quando, mas ela é muito comportada..

– Ela é mandona né…

– Muito!!!

– Cara, mas espera o tempo que for… tem paciência com ela… você tirou a sorte grande de ter uma gostosa assim…

– Pois é.. Mas então… voltando ao assunto, falo pra minha irmã que não vai rolar??

– É… Eu passo a maior parte do tempo com essas duas, não tem espaço pra mais uma no momento… Malz…

– Tá bom, vou falar pra ela…

Bruno voltou e nos contou o ocorrido…. Obviamente nós ficamos furiosas com ele, como se a culpa fosse dele, mas já imaginando o que estava na cabeça do Renato, mandei meu frouxo fazer o que fosse preciso pra convencer meu negro.. Senão eu só ia botar a mão no pintinho ridículo dele depois do casamento…

Saí de perto dos dois com a Bianca de novo e o Bruno foi todo capachinho falar com meu negro novamente… Ele já estava conversando com outras duas meninas , claro. Como todo macho alfa…. Chamando atenção.

E assim foi a segunda conversa…. Segundo o Renato.

– Cara, elas tão putas comigo… acham que não rolou por minha causa… Tem certeza que não rola?

– Hmmmm, difícil Ninho… kkkk, a menina que estou é muito gulosa…. Me convença

– Não sei, o que você quer??

– Já sei… Sabe como é né… Não tá fácil pra ninguém… E sei que você é cheio da nota….. Quanto seus pais te dão por mês??

– 1500 – O trouxa falou a verdade

– Tá bom, quero 250 reais por mês por seis meses… e dou uma atenção pra sua irmã.. Mas não fala do nosso acordo… ela pode ficar chateada…

– Putz, 250…

– É pegar ou largar…

– Tá bom – respondeu meu capacho, provavelmente pensando que não poderia ficar sem ser tocado até o casamento

E o Renato ainda emendou antes deles voltarem pra perto de nós:

– Ah, faz um favor… vai lá pra parte de trás da festa com a Bianca, eu vou dar uma enrolada e encontro vocês em 15 minutos…

Meu negro fez isso de propósito pra me deixar sozinha com ele. Pra completar a humilhação de pagar parte de sua mesada para ele e oferecer a irmãzinha para o abate, ele ainda completaria usando minha boquinha novamente, ali mesmo na balada….

Continua….

Este post tem 2 comentários

  1. Maravilha isso,graças a você Ju,meus chifres já estão enroscando na porta de casa,todo dia chego do trabalho,minha princesa ta levando dois cacetes dos irmãos que são vizinhos aqui, eu assisto tudo,gozo muito na punheta e vejo eles encherem o cu e a buceta dela de leite,depois ela coloca no copo e bebe tudo,eles me chama de sócio ja.
    Adoro ser corno.

  2. Boa Tarde, se vc descobrir que seu noivo também te trai qual vai ser sua reação?

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