Conto Real – Minha Vida de Chifradeira – Parte 26

Como falei no último conto, desta vez eu e o Renato fomos longe demais, e ao pagar um boquete pro meu negro perto da casa do meu namorado, acabamos sendo vistos pela Bianca, minha cunhada.

Eu e Bianca nunca fomos muito próximas. Apesar de ela estar sempre por perto quando eu estava na casa do Bruno, nossas conversas nunca bateram muito. Talvez fosse um pouco de inveja. Bianca é maravilhosa. Loira como eu, um pouco mais alta, corpo naturalmente lindo. Seios do tamanho perfeito, proporcionais aos seu tronco esbelto. Cintura finíssima e quadris perfeitamente proporcionais. Bunda grande mas não exagerada. Coxas roliças. Difícil descrever tanta perfeição, mas tudo no lugar certo!! Ela não malhava, mas também tinha feito anos de balé e ginástica olímpica na infância e adolescência.

Grandes olhos azuis, cabelos bem finos e lisos. Até a voz dela eu invejava. Super feminina. Essa pequena inveja que eu tinha dela se somava ao fato dela ser bem esnobe. A típica patricinha, cercada de mimos pelos pais. Tudo tinha que ser do jeito dela. Era ela quem mandava na casa. O pai, pouco presente, a mãe a idolatrava porque ela era estudiosa e tirava as melhores notas da escola e o irmãozinho, claro, seu capacho. Às vezes ele se atrevia um pouco e eles brigavam, mas a mãe normalmente tomava partido da irmã.

Quando começamos a namorar, tivemos até umas conversas legais, mas sabe quando a energia não bate? É… acho que era um pouco de inveja mesmo. Ela era perfeita demais e eu não suportava isso haha. Interessante como as coisas ficam mais claras quando a gente escreve sobre o assunto. Ou talvez o tempo e o amadurecimento nos façam ver as coisas com outros olhos.

Não sabia muito sobre a vida romântica\sexual dela, mas como ela já teve um namorado antes, imaginei que ela já tivesse perdido a virgindade. Atualmente ela estava em um rolo sério com um guri que já estava na faculdade (ela estava no terceirão, preparando-se pro último ano do ENEM). Obviamente o guri queria porque queria namorá-la, mas ela, esperta, sabia que não podia começar a namorar prestes a entrar na faculdade. E também o pai tinha planos de mandá-la pra estudar no exterior. Apesar do cara ser gente boa não era o caminho mais inteligente a seguir.

Só que aquela patricinha linda, estudiosa, inteligente e de narizinho empinado no fundo tinha um jeitinho bem safada. Tinha algo ali. Não sei bem explicar, mas hoje vejo que dava pra perceber que ela tinha uma putinha em si e só precisava de um alfa como o Renato para fazê-la aflorar. A combinação do porte físico do meu negro, seu charme safado e do jeito que ele dominava o irmãozinho frouxo dela fizeram-na ficar visivelmente atraída e notava que os abraços estavam cada vez mais duradouros. “Coisa de pele”. Um dia cheguei até a olhar o celular do Renato pra ver se eles estavam em contato (ciúmes do meu alfa), mas não tinha nada.

Mas agora que ela viu tudo, as coisas iam mudar. Entrei no orkut pra falar com ela (Lembram do Orkut? hahah) Eu estava com o coração na boca. Meu namoro estava arruinado. Eu achava que ia desmaiar enquanto ao mesmo tempo chorava. Acabou! Já era! Só que a conversa foi mais ou menos assim:

– O que você viu, menina?
– Você e o Renato.
– Ahn, como assim? (Me fazendo de desentendida)
– Juliana, eu vi. Você chupando o Renato

Eu fiquei uns minutos sem responder e ela continuou:

– Responde Juliana, você tá traindo meu irmão!!!
– Não sei o que dizer…. Desculpa?
– Me encontra amanhã. Vem aqui em casa às 7. – E ela ficou offline.

Foi provavelmente a pior noite da minha vida. Não consegui dormir e tinha certeza que ela ia contar pro Bruno. Estava tudo acabado. Na minha cabeça adolescente eu ia ganhar fama de puta pra sempre e eu ia ter que mudar de escola, de cidade, de país. Tantas coisas passaram pela minha cabeça milhões de vezes naquela noite que cheguei a ficar fisicamente doente. Cheguei até a prometer a mim mesma que se eu conseguisse escapar dessa eu ia ser fiel (ahahhaha, mais fácil o Papai Noel existir).

Caminhando para a casa deles, já estava me preparando para meu velório. A família deles ia estar reunida com o Bruno e eles iam acabar com minha raça? O pai contratou um pelotão de fuzilamento? Eu ia ser mandada para a FEBEM? Iam publicar tudo no Orkut?? TUDO passou pela minha cabeça.

Mas chegando lá a Bianca me recebeu com um sorriso e tudo estava estranhamente normal. O Bruno não estava, tinha ido jogar futebol, o pai nunca em casa, a mãe vendo TV e a empregada na cozinha. Tudo normal. Nenhuma arma ou instrumento de tortura.

Fomos para o quarto dela e nos sentamos:
– Menina, eu sou doida com ele, como você conseguiu? – Falou na maior normalidade.

Naquele instante todos os meus receios começaram a sumir e eu fiquei meio paralisada olhando pra ela com os olhos arregalados de quem estava preparada pra começar a chorar. Mas só me limitei a responder.

– Sei lá, um dia ele deu em cima de mim e aconteceu – Disse ainda surpresa
– E o Bruno, não desconfia?
– Não faz a mínima idéia
– Hahahha, mas é um burro mesmo né
– Não conta por favor..
– Claro que não, quero mais que ele se foda – disse a irmã

Aquelas palavras finalmente me deixaram um pouco mais tranquila. Ela não ia contar. O Bruno e ela não se davam bem mesmo. Era pior do que eu imaginava. E ela continuou.

– Mas eu sou doida neleeeee. Fico doida quando ele me abraça, e tento fazer ele notar, mas ele não faz nada.

Meu instinto de serva de machos alfa falou mais alto e no fundo eu sabia que um homem daquele devia ter várias mulheres aos seus pés. Várias escravas sexuais. Vários mulheres para servi-lo.

– Se quiser eu falo pra ele de você.
– Sério? Você faria isso?
– Claro, porque não? Mas por favor, nunca deixa o Bruno saber que eu fico com o Renato.
– Sou um túmulo, toca aqui (e tocamos as palmas das mãos)

Passamos mais um tempo conversando. Como nós éramos meninas “direitas” não falávamos muita besteira uma com a outra. Mantivemos por um tempo aquele ar de “sou menina pura”, mas a conversa foi ficando mais safada a medida que ela me fazia mais perguntas.

– Você ainda é virgem né?? Ou já dormiu com ele?
– Sou sim, ele insiste mas não tive coragem. Tô me guardando pro Bruno.
– Entendo, deve ser dificil resistir menina.
– Demaaaais, ele já me dedou lá embaixo e eu cheguei a pedir pra ele me colocar um dia, de tanto que ele me deixou louca, mas não rolou
– Sério? Kkkkk Mas então você só faz sexo oral?
– Sim…
– Me fala como é? É grande? Sabe a fama dos negros né…
– Eu não tenho muito com o que comparar, só vi o dele e o do Bruno (não ia falar pra ela que já chupei vários caras né), mas acho que é enorme! – E mostrei com as minhas mão
– Ahn? Como assim? – Disse boquiaberta.
– Simmm, é isso mesmo
– E o do Bruno?
– Desse tamanho – Também mostrei o tamanho com as mãos
– Hahahahhahahahahhaha – ela rolou de rir, e eu fiz o mesmo.
– Por isso o apelido dele ´”Ninho” kkkkkk
– Hahahahhahahhah, nunca mais vou chamar ele de outra coisa, ele tá perdido comigo!

Ela me disse que perdeu a virgindade com o primeiro namorado e que o sexo era bom, mas ela tinha curiosidade de experimentar um bem grande um dia.

– Hahaha, tá bom, vou falar com o Renato. Tomara que dê certo, ele vai te deixar doida. – Eu disse, com ciúmes mas respeitando meus instintos de serva de macho alfa.

Continua

Não esqueçam de entrar no meu tumblr!! Está de volta: http://chifradeira.tumblr.com

 

Este post tem 2 comentários

  1. Como eu gostaria de ser seu corno manso ju. .vc e linda e muito gostosa ..estou sozinho e a procura de minha branquinha chifradeita gostosa..

    1. Entra em contato que podemos fazer a consultoria… 😉 Mande e-mail…

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