Conto Real – Minha Vida de Chifradeira – Parte 25

Na Quinta-Feira voltamos à casa do corno para estudar. Bruno estava doente, no auge de uma gripe e bem fraco, praticamente dormindo o tempo todo, mas ainda assim ele precisava estudar um pouco e mesmo assim resolvi levar o Renato. No fundo eu queria ajudá-lo a também passar, mas sabia que ele ia aprontar alguma. Mais uma vez, como era dia de semana, não tinha ninguém em casa quando estávamos lá para estudar.

Até que começamos bem, fazendo revisão principalmente de Matemática e Física, as matérias em que o Renato e o Bruno eram piores e eu era a melhor (sempre fui CDF). Depois de umas duas horas de estudos, o corninho estava bem fraquinho e falou que precisava descansar. Imediatamente o Renato falou: “Vai dormir então, que a gente vai continuar estudando aqui. Quando você acordar, você continua” “É, acho que vou fazer isso mesmo, tô bem zonzo de febre”. Tadinho do meu namorado. Eu já sabia o que o Renato tinha em mente. Mas não tinha certeza porque não imaginava se ele iria fazer isso mesmo com o Bruno estando doente.

Óbvio que o Renato, assim que o Bruno saiu, já pegou no pau por cima da calça sinalizando que queria minha boca. Eu mordi meus lábios bem safada assentindo e decidi que o melhor lugar seria o quarto da irmã mais nova, porque ela seria a última a chegar. Só precisaríamos ser rápidos. Nunca se sabe se alguém pode chegar ou o Bruno acordar. Mas mesmo que a empregada fosse em direção aos quartos, seria possível ouvir ela andando em direção à porta no corredor, então não tinha problema.

Chegando no quarto desta vez só abri o ziper e tirei o pau e o saco para fora. Seria mais fácil caso alguém se aproximasse, do que levantar as calças e botar o cinto. Mal abaixei já molhei por sentir o cheiro daquele pau enorme e ele já foi me batendo com o pinto na cara enquanto me mandava beijar e cheirar suas bolas. “Sim Senhor!!”. A intensidade do boquete era sempre maior por estarmos na casa do chifrudo. O tesão de estar fazendo algo tão cruel deixava meu macho louco.

Ele passou um tempo controlando minha cabeça como adora, me segurando pelos cabelos ou pela cabeça e socando fundo na minha garganta, ou segurando com a cabeça do pau dentro da minha boca. Adorava quando ele fazia isso. Eu tinha que abrir a boca muito aberta para acomodar a grossura do seu pau e só mamava na cabeça. Se eu fizesse isso por muito tempo era certeza dele se aproximar do gozo. Então ele alternava. Desta vez ele também me botou na cama, com a cabeça na beirada e se deitou por cima, com o pau na direção da minha boca para fodê-la como se fosse uma buceta em papai-e-mamãe. Delícia demais. Nesses momentos me sentia sua cadelinha. A adrenalina do risco deixava tudo ainda melhor.

Logo ele gozou aquela farta quantidade na minha cara mas mandou eu esperar antes de limpar que ele ia na cozinha. Voltou com um copo. Imaginei que ele ia querer fazer o frouxo comer porra de novo. Fiquei com um pouco de pena por ele estar doentinho, mas meu lado safada logo tomou conta e ajudei meu macho a limpar a porra para dentro do copo com uma colher: “Sabe o que vamos fazer com isso?” “O quê???” “Falar que é remédio para gripe, kkkkkkk”.”kkk, Renato, seu louco, e se ele desconfia??” “Não vai desconfiar não, ele é sonso demais” “Tá, o que eu falo?” “Fala que fomos na farmácia enquanto ele estava dormindo e pegamos um remedinho”. “Tem algum remédio tipo xarope que você pode jogar fora para colocarmos isso dentro??” Fui ao nosso armário de remédios e peguei um com vidro escuro, que não deixaria ver o que tem dentro. O gosto ia ser péssimo, mas xarope normalmente tem gosto ruim.

Depois de mais uma hora e muita ansiedade para a hora de verdade, o Bruno acordou. Ainda não tinha ninguém em casa, então seria fácil ele acreditar que saímos mesmo: “Amor, compramos um xarope para sua gripe” “Ah, não quero remédio amor” “Fui comprar à toa então???” Já briguei, eu consigo tudo que quero dele e com isso não seria diferente.

Cheguei perto com o vidro. O Renato estava perto mas não disse nada. Acho que ele já sabia que ia dar certo. “Toma o remedinho toma?” Quer melhorar pro vestibular ou não?? Botei o primeiro gole numa colher e obriguei ele a comer. Pela primeira vez ele estava comendo porra fresquinha, sem misturar. Eu estava arrepiada de tanto tesão. Servindo leite do meu macho alfa pro meu capacho. Ele fez carinha de nojo (se você não ama porra como eu, provavelmente você odeia kkkk), mas engoliu tudo. Eu me segurei muito para não rir, mas parabenizei: “Muito bem, mas ainda falta o resto. E você não gargarejou (me deu essa idéia na hora kkk). Na segunda ele gargarejou a porra do Renato… KKKKKK, delícia demais ver aquilo.

Logo depois de tomar o vidro todo, voltamos a estudar um pouquinho mas eu não conseguia me concentrar muito. Estava hipnotizada de tesão e não conseguia parar de pensar no que fizemos. O Renato também estava todo agitado, mas desta vez não estava dando ordens ao meu corno sem parar como normalmente faz. Não só ele estava doentinho mas já tínhamos abusado dele mesmo assim.

Em breve a mãe voltou para casa e logo as duas irmãs e jantamos todos juntos. Os flertes entre o Renato e a Bianca não paravam, eu via como eles se olhavam e como ela estava soltinha com ele. Ela não tinha namorado, mas ficava com um menino que estudou na mesma escola que a gente e agora estava na faculdade. Era um rolo meio sério, mas não achava que ela ia recusar um negão forte como aquele por causa de um branquinho sem graça e provavelmente de pintinho pequeno como ele né?

Depois da janta resolvemos sentar para ver um filme e relaxar e estávamos todos lá menos o Bruno que resolveu ir dormir um pouco mais para ver se passava a febre (o remédio não funcionou kkkkk). No meio do filme recebo um sms e era o Renato. Do sofá do outro lado da sala ele me mandou: “To com muito tesão, quero sua boca de novo” “Como? Aqui??? Tá louco?”Vamos lá fora, sei lá, inventa algo, te vira”. “Tá, depois do filme”.

Felizmente o Bruno estava dormindo ainda quando o filme acabou e falamos que íamos embora. Renato deu um abraço acalorado na mãe e principalmente na irmã. A tensão entre os dois era enorme. Mas saímos juntos e fomos atrás de uma árvore que tem no jardim da casa deles, antes do portão. Era bem escondido das janelas, então não ia dar para ver. E pelo jeito ele estava viciado no perigo e queria usar minha boca ali, ainda ante de sair pelo portão. Óbvio que não desobedeci. Em breve já estava de joelhos mamando em seu pau de novo. Acelerei o processo para ele gozar mais rápido e engoli tudinho como boa menina. Chegando em casa eu vejo mais um SMS e quase desmaio ao ler: “Eu vi vocês”. Era a Bianca, irmã do meu capacho. Ela viu tudo!

Continua…

Este post tem 2 comentários

  1. Não sei se estou procurando errado, mas só vejo a partir do capítulo 9 da Minha Vida De Chifradeira. Onde encontro os anteriores?

    A propósito, parabéns pelo site, você escreve muito bem.

  2. quando vai sair a continuação?

Deixe uma resposta

Fechar Menu
×
×

Carrinho