Conto Real – Minha Vida de Chifradeira – Parte 23

Em Dezembro de 2008, após tantas aventuras, boquetes e refeições de porra de macho, mudei drasticamente minha rotina. Como já disse, apesar de ser uma ninfomaníaca, também sou obcecada por estudar e trabalhar e naquela época eu não era diferente. Não podia correr o risco de ir mal no ENEM e passei a estudar quase o dia todo depois da escola.

Passei todos aqueles dias na casa do meu corninho, inclusive dormindo lá. Meus pais não me davam liberdade extrema, mas confiavam plenamente no Bruno e, como ele era tão estudioso como eu, não havia problema.

Claro que eu continuava tratando ele como meu capacho. Sempre antes de dormir, depois de um dia desgastante de estudo, botava ele para lamber minha bucetinha virgem até eu gozar. No início demorava um pouquinho, mas com prática ele ficou craque. Treinei meu cachorrinho para me satisfazer. Até hoje. Depois de tantos anos ninguém chupa minha bucetinha melhor que meu capacho.

Lembro que estabeleci uma cota. Para cada 10 vezes que ele fizesse eu gozar, eu bateria um punhetinha no pintinho pequeno e fino dele. Justo. Pau pequeno merece muito pouco ou quase nada. E todas as vezes que eu fazia, o ritual era o mesmo. Mandava ele beijar e massagear (ele também ficou bom em massagem) meus pés e pernas por uma meia hora, enquanto eu ficava no celular conversando por mensagem com meus machos. Lembro várias vezes do Renato mandando mensagem safada enquanto tinha o corno aos meus pés. Era uma sensação maravilhosa ser tratada como puta por um alfa e como rainha por um capacho.

Depois mandava ele tirar as calças. Afinal eu tiro as calças dos meus alfas, mas quem tira as calças do corno é ele mesmo. E então batia a punhetinha dele. Comecei a fazer um pouco de tortura. Ordenhava aquele pintinho pequenininho até ele começar a gemer e parava, chorando de dar risada do desespero dele de ter um quase-orgasmo. Kkkkk. Também sempre fazia questão de comentar sobre o tamanho:

– Nossa Bruno, é tão pequeno. Olha! É do tamanho do meu dedo indicador, kkkk. Você já pesquisou se é normal? Você já foi ao médico? A Lu comentou que o do Renato é enorme. Kkkkkkkk, aliás, você me fala. Você coçou o saco dele… Era grande? Kkkkkk.

Ele ficava puto e às vezes comentava do Renato ser pobre, o que me dava mais prazer em chifrá-lo ainda. Bem próximo ao primeiro fim-de-semana de provas do Enem eu já não queria mais saber de estudar. Resolvi tirar um dia de folga e só olhar minhas anotações na véspera. Já não chupava piroca há uns 10 dias. Estava faminta. E eis que o Renato me manda uma foto do pau maravilhoso dele por mensagem (Quero sua boca, baixinha, me encontra na praça?).

Arregalei meus olhos quando vi. – Que foi princesa? Perguntou o corno. – Nada, só o Renato falando que tá com problemas em matemática. – Também né, burro daquele jeito… Não vai passar nunca – E Riu. Tive um ódio instantâneo do Bruno e pensei rápido. – Vou chamar ele aqui para gente estudar tá? – Que? Como assim? Você sabe que eu odeio ele! – Ele precisa de ajuda. Aliás… TÁ DISCUTINDO COMIGO? Quer que eu não bata mais punhetinha para você por um ano? Quer que eu mande o Renato fazer você coçar o pau dele de novo? Kkkkkkk. Acho melhor aceitar.

Claro que ele aceitou e meu coração acelerou com o perigo do Renato fazer ou falar alguma besteira na casa do Bruno. Apesar da mansão ser enorme, a mãe e a irmã dele estavam lá e iriam conhecê-lo e morria de medo dele comentasse algo sobre eu ser a putinha particular dele.

Uma hora depois o Renato chegou. Eram umas quatro horas, seria um dia longo. Kkkkk. Logo que ele chegou a mãe do Bruno atendeu a porta e recebeu aquele negão e como eu estava chegando na sala para recebê-lo também, deu para ver que ela ficou instintivamente balançada ao receber aquele negro alto e cumprimentá-lo. Era o instinto natural de qualquer mulher falando mais alto. O corpo treme, a buceta molha. É o macho alfa exercendo seu poder.

A mãe do Bruno chamava-se Márcia. Tinha uns 45 anos, loira, super elegante e educada, formada em Contabilidade, parou de trabalhar após ter o segundo filho. Bianca era a irmã mais velha, com 17 anos, estudando para o último ano do ENEM, depois vinha o Bruno e a irmã mais nova, Carol, de 13.

Mas enfim, após chegar o Renato ficou conversando com a gente e, super engraçado e brincalhão, a mãe do Bruno adorou meu negão. Kkkkk. Estava hilário o Bruno emburrado e eu e minha sogra dando risadas com o Renato, que, sentindo-se um pouco mais à vontade, falou pro meu corno: – Pega uma água para mim, Ninho? A mãe dele falou, surpresa: – Ninho? Esse é seu apelido na escola filho? Por quê? Eu olhei para o Renato e arregalei meus olhos, desesperada para ele não falar nada, mas segurando para não rir. Felizmente o Renato falou que era só porque todo mundo gostava dele.

Nisso, Bianca, a irmã, que estava trancada no quarto o dia todo (estudando) passa por nós com um shortinho revelador das suas pernas de ex-atleta de ginástica artística. A mãe a apresenta ao Renato, que já abre um sorriso e solta: – Nossa, todas as mulheres da família são lindas, só saiu o Bruno de normalzinho? E a irmã morreu de rir. Bianca e Bruno brigavam o tempo todo e a irmã adorou saber que um guri da escola do irmão também debochava do metidinho do meu namorado.

Ficamos conversando animadamente até o Bruno voltar com a água do Renato. A irmã, super inteligente, percebeu a relação sutil de dominação que havia ali e emendou com ar bravo: – Pega água para mim também? Ah, e gelada. E não demora. – Quer algo mais Renato? Ela continuou. – Não, valeu. – Ah pega para mim também – aproveitei para aumentar a sutil humilhação do meu chifrudo diante da sua mãe, irmã e do meu macho alfa. – Mas não muito gelada.. Vai vai!

Sentamos e o Renato dominava a conversa totalmente, brincando com as três, que estávamos, sem saber, hipnotizadas pelo seu carisma e, claro, pelo seu corpo grande e forte. Quando o Bruno voltou o Renato já estava abraçado comigo e com a irmã no sofá, enquanto o meu corno servia a água das duas, como se fosse nossa empregadinha, com o Renato sentado entre nós, como um rei.

Mas finalmente fomos estudar um pouco numa outra sala só que infelizmente não deu certo. O tesão falou mais alto e, o Renato, que não é daqueles que conseguem se concentrar muito bem (não é à toa que havia repetido duas vezes), toda hora mandava o Bruno pegar água para ele e me mandava alisar o pau dele por cima da calça enquanto o chifrudo não voltava. Eu estava encharcada com a situação mas não tinha muita saída para fazer mais do que aquilo, até que tive uma brilhante idéia e falei pro Renato quando o corno estava buscando água:

– Fala que quer uma coca. Aqui não tem refrigerante e ele vai ter que sair para comprar…. Falei enquanto esfregava aquele monstro por cima da calça. Óbvio que ele adorou a idéia e assim que o Bruno voltou ele disse: – Ninho, to com vontade de coca, tem aí? – Não – Sprite? Qualquer refrigerante? – Não, só água e suco. Tá.. Vai comprar para mim, tem loja perto? – Sim, não muito longe… – Ok, volto já .Adorava o poder que o Renato tinha sobre ele e a obediência do capacho me fazia respeitar ele menos ainda).

O Bruno saiu e tentamos imaginar uma posição em que não seríamos vistos caso a irmã ou a mãe aparecessem do nada. Chegamos à conclusão que o melhor seria eu ficar embaixo da mesa e se elas entrassem ele diria que eu estava no banheiro. Faminta que eu estava, mal podia esperar para ter aquele pinto na minha boca e satisfazer ao meu macho. Meu instinto estava falando alto. Logo me ajoelhei, teriamos no máximo 10 minutos e eu teria que ser rápida. – Não geme muito, elas podem escutar – Vou tentar.

Por mais que eu não quisesse ser rápida e tivesse vontade de saborear o pau do meu negro, eu tive que ser objetiva. Fui logo mordendo as bolas do saco enorme dele, o que sempre deixa-o louco, enquanto punhetava aquele mastro imenso. – Porra baixinha, tava com saudades. Eu, de boca cheia, não falei nada, só continuei meu trabalho de serva de homem negro.

Quando comecei a chupar a cabeçona ele me segurou com as mãos enormes pela cabeça como tanto adora e fodeu minha boca sem dó. Ele afundava minha cabeça no pau dele até a garganta e segurava me deixando desesperada sem ar. Ao soltar, tinha lágrimas correndo, mas ele repetiu algumas vezes antes de finalmente eu acelerar e ele encharcar minha cara com seus jatos fortes e grossos de porra quente, tão diferente das gotinhas ridículas do meu capacho quando eu batia aquelas punhetinhas sem graça para ele.

Claro que o Renato não podia deixar a oportunidade passar e limpou minha cara com uma folha de caderno e depois que eu voltei do banheiro para limpar o resto ele ordenou: Vai na cozinha e acha alguma coisa para gente dar pro Ninho com nosso molho especial. Kkkkkkk. Obedeci imediatamente e achei um pote de sorvete. Seria ótimo para não gerar desconfiança. Seria só sorvete com creme. Kkkkkk

Ele cuidadosamente depositou a porra da folha de caderno no pote de sorvete, preparando a refeição que capacho merece: Sorvete com creme de macho.

Ao voltar, dei um beijo apaixonado no meu corninho, coisa que só faço depois de ter um pau na boca, e falei: Obrigada por ir pegar refri para gente, querido. Peguei sorvete para você… E observamos, segurando com muita força para não rir, meu capacho comer aquela deliciosa porra sem ter a mínima idéia. Como era muito leite pegamos o pote inteiro de napolitano que estava 1\3 cheio para não gerar desconfiança.

E para coroar aquela situação safada, Bianca, a irmã do meu capacho, em mais uma pausa dos estudos também apareceu perguntando se tínhamos pegado o sorvete e pediu para pegar um pouco. Mais uma vitória pro Renato. Não só meu capacho, mas agora também a sua linda irmã estavam comendo sua porra…

Continua…

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Este post tem 2 comentários

  1. To tentando convencer minha princesa, escutei comentário do vizinho e do irmão dele falando que queriam pegar ela,fiquei quieto,esses dias ela comentou que os dois sempre a encaram,falei pra ela,ela disse assim,ah eu sou casada, se fosse solteira até dava bola,ai eu falei,mas casada não impede,se quiser eu autorizo,e dei risada, ela falou capaz mesmo,mas ficou pensativa.
    Aos poucos vou convencer ela,só de imaginar os dois fazendo uma DP nela meu pau fica explodindo de tão duro.

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