Conto Real – Minha Vida de Chifradeira – Parte 22

Acordei às 11 da manhã e a Lu estava lá. Graça a Deus! Dá sempre aquele medinho de que alguma coisa ruim pode acontecer. Estávamos numa festa onde conhecíamos pouquíssima gente e vai saber se alguém é louco?

Ela me contou que foi tirada pra dançar por um cara (na mesma hora que comecei a conversar com o Felipe) e ele também ofereceu bebida pra ela, deixando ela bem soltinha. E como ela estava louca pra dar e estava puta da vida porque o gatinho anterior tinha o pinto pequeno, quando esse cara a chamou pra dar uma volta, ela aceitou na hora!!

E, como esperado, ele comeu a Lu, no mato mesmo, apoiada contra uma árvore. Perguntei se foi bom e ela respondeu que com o Renato era melhor, mas esse cara também era bem safado e fez ela engolir porra depois de meter por uma meia hora. Quando ela me contava essas coisas eu molhava demais. Queria muito perder minha virgindade logo. A Lu super me apoiava. Falava que tinha que ser o Renato. Eu concordava, mas achava muito cedo e ao mesmo tempo queria atiçá-lo até não poder mais. Eu já tinha a minha virgindade como algo que os homens desejavam muito, então queria valorizar aquilo ao máximo.

Eu tinha tanto tesão na idéia de perder a virgindade com o Renato que sonhava com aquilo. Sonhei inúmeras vezes com ele perdendo a paciência, rasgando minhas roupas, me botando de quatro e socando aquele pau imenso na minha bucetinha virgem contra a minha vontade. Meu corpo, minha mente, meus sonhos, minha alma. Tudo era do Renato. Meu corno frouxo ficava com o que restava.

Infelizmente tínhamos que voltar para Curitiba e tomamos um ônibus depois do almoço para chegar à noite. No ônibus desta vez voltamos comportadas e dormi quase a viagem toda, depois de passar a noite em branco sendo usada por aqueles garotões. Na volta já recebi mensagens do Renato e do Alexandre falando que queriam me ver, mas decidi que ia passar um tempo com o Bruno, meu namoradinho capacho.

Passei em casa pra tomar banho e me produzir. Queria que meu lindo me visse bem linda e cheirosa. Não só pra ele lembrar da princesa que ele tinha mas também pra deixá-lo mais louco de tesão e me paparicasse mais ainda pra tentar conseguir uma punhetinha ou algo assim.

Chegando lá a gente se beijou um pouquinho, ele sempre super carinhoso e super babão. Incrível o comportamento de macho beta. Não pára de elogiar. E não liga de ser mal tratado. Depois de ser usada por tantos machos beta eu já o tratava como um capachinho. Quando ele me elogiava, eu falava coisas do tipo: – Isso mesmo Ninho, você tem sorte de me ter, então acho bom me paparicar hem. Ou então quando ele me chamava de princesa: – Faz sempre o que eu mandar que essa princesa vai ser sempre sua.

Pra atiçar ainda mais, quando ele me perguntou como foi a festa eu falei: – Nossa amor, eu e a Lu fizemos sucesso. Todos os caras queriam a gente, fiquei de cara. Metade dos caras comeram sua namoradinha com os olhos e os outros cantavam na cara de pau mesmo. – Sério?? Que merda ow, isso me deixa puto – Puto porque? Você não disse que eu sou linda e isso e aquilo? Se não quer homem cantando sua namorada, vai namorar uma feiosa ué. – É né? – Claro que é, né? Vai ter sempre homem no meu pé. Já te acostuma. – Mas amor, eu tenho ciúmes. – Vai ter que aprender a lidar com os ciúmes querido. Aliás, não quero mais reclamação sobre isso tá? Se reclamar de ciúmes vai ter castigo. – Que castigo??? – Não sei, mas se você reclamar, eu falo pro Renato te castigar, hahahahha. – Ai amor, porque você ainda conversa com ele depois do que ele fez? – Peraí, o que eu acabei de falar? Isso é uma reclamação? E dei um tapa forte nele. – Desculpa amor.

Foi a primeira vez que bati nele, não foi nada forte, mas mais uma vez molhei. Acabava de descobrir que não só eu adorava apanhar de macho alfa, seja na cara, na bunda, ou surra de piroca, mas também me dava tesão bater no meu corno. Isso teria várias e várias repercussões no futuro tadinho. Aliás, tadinho o caralho. Beta tem que sofrer. Kkkkk

Conversa vai, conversa bem, a gente se beijou um pouquinho e ele começou a passar a mão nas minhas pernas e eu já fiquei puta: – Ai Bruno sai pra lá né, eu chego aqui e você já quer se esfregar em mim? Você deve achar que eu sou uma puta mesmo né. – Senti saudade amor, ontem eu bati uma punhetinha pensando em você. Aquilo que ele falou me deixou puta, sem motivo aparente. Como assim? Bateu punheta pensando em quem? – Em você, claro amor! -Ai credo Bruno, não quero saber de você fazendo isso sozinho não. Só pode fazer quando eu estiver aqui. Escutou? – Mas amor, você não faz pra mim. – Não faço porque não sou puta né. Você tem que aprender a se controlar. Senão só boto a mão no seu pintinho de novo depois do casamento. – Tá amor.

Com as lembranças de dois dias atrás, quando o Felipe me fez gozar com a boca, eu queria que o Bruno aprendesse a me fazer gozar assim também. Ia dar esse direito a ele porque não queria pedir isso pros meus machos. Queria manter as coisas separadas. Queria apenas agradar a eles e não ter que pedir pra eles me fazerem gozar. Já entendia que meu papel era servir aos machos alfa e se eu tivesse um namoradinho habilidoso que me satisfizesse com sua boca, eu teria o melhor dos dois mundos.

Então falei pro Bruno: – Mas tem uma coisa que você pode fazer por mim. – O quê amor? – Li num artigo (não podia falar pra ele que já tinha tido um orgasmo) que a maneira mais fácil de fazer uma mulher atingir um orgasmo é com a boca. Quero você tente. Ele não se empolgou muito, então eu disse: Se você me fizer gozar eu dou um beijo no seu pintinho. – O quê?????? Sério??? Vamos fazer agora!! Como eu faço? – Sério mesmo que você só vai fazer isso porque eu vou te dar algo em troca? – Aff Bruno, pensei que você fosse melhor do que isso né, que interesseiro, é assim que você gosta de de mim? – Não foi isso que eu quis dizer.

– Ah foda-se, não importa, vamos ao trabalho. Estávamos em sua mansão, no seu quarto e não daria pra ninguém escutar nada porque a casa é muito grande. Levantei-me e falei: Primeiro ajoelhe-se e beije meus pés. Pra você lembrar quem é sua rainha. Acho que ele quis reclamar mas lembrou que reclamação ia ter punição e acabou obedecendo quietinho. Beijou meu pé esquerdo primeiro – Os dois! Beija os dois! Então ele beijou o outro e eu o puxei pelo cabelo pra ele olhar pra mim: – Muito bem querido, bem obediente! Não sei de onde tirei aquilo, mas me deu um tesão danado e seria a primeira de muitas vezes que meu corno estaria ajoelhado aos meus pés.

Deitei-me na cama e mandei ele levantar minha saia e começar beijar minhas pernas e minha bunda. Ele foi às nuvens. Foi a primeira vez que eu deixava o frouxo me tocar daquele jeito. Aquela bunda que já tinha sido estapeada tantas vezes pelos meus machos e que na noite passada tinha recebido porra quente do Felipe finalmente era tocada pelo meu capacho.

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Descrevi passo a passo como eu queria que ele fizesse. Queria ensiná-lo a fazer exatamente como o Felipe faz (vou escrever sobre isso um dia, o Felipe é o melhor que já tive no quesito sexo oral). Descrevi cuidadosamente e dizia quando era bom, quando não era, quando ele estava no caminho certo, e quando não estava. Ficamos nessa por uns 10 minutos sem muito sucesso até que eu comecei a imaginar o pau do Renato e eu ajoelhadinha na frente dele mamando feito uma cadelinha e recebendo leitinho.

Aquele pensamento ajudou muito e de repente ele achou a posição correta. Mandei ele acelerar e não mudar a posição até que depois de mais uns 10 minutos eu explodi em mais um orgasmo delicioso, pensando na piroca grossa e cabeçuda do meu negro. Adorava o fato de ter aquele negão em meus p

ensamentos enquanto o corno capacho me chupava. Demorou bem mais que o Felipe pela falta de experiência mas eu sabia que com treinamento eu tornaria meu corno especialista em me fazer gozar. O que seria perfeito para o estilo de vida que eu queria levar: Ele me agradando enquanto eu servia e agradava aos machos alfa.

Ao terminar ele, claro, veio pra cima de mim já querendo que eu desse o prometido beijo em seu pintinho ridículo. – Tá, bota pra fora. Me deu uma vontade enorme de rir quando ele tirou pra fora aquele pintinho. Estava durinho, mas era realmente muito pequeno. Comparado ao do Renato era um nada. E mesmo comparando aos meninos que conheci em Toledo, nenhum chegava nem perto. Meu capacho merecia mesmo ser o maior corno do Paraná: Seu pinto era o menor que eu já tinha visto. Contive meu riso e dei um beijo selinho na pontinha da cabeça fina, fazendo cara de nojo: – Pronto, agora bota pra dentro. – Já? Só isso? – Tá reclamando? Tá, vou ligar pro Renato, peraí. – Nãão por favor, o Renato não. – Então não enche o saco.

E foi assim que meu namorado deu o primeiro passo rumo a se tornar meu capacho, me agradando mais e mais, enquanto tinha menos e menos direitos. Leis da natureza: Aos alfa, tudo. Aos beta, nada.

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Continua…..

Este post tem 2 comentários

  1. Delicioso Relato!! Seu marido tem muita sorte e nem sabe. Vc tem muito bom gosto! Eu como beta amaria que minha noiva fosse como vc!!

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