Conto Real – Minha Vida de Chifradeira – Parte 21

Eu ainda estava anestesiada por aquele orgasmo mas minha reação natural foi retribuir e logo comecei a acariciar o pau dos dois, que ainda estavam vestidos. Mas meu celular não parava de tocar e eu sabia que era o Bruno, porque já era tarde e eu não tinha mandado mensagem de boa noite (como faço todos os dias).

Apesar de eu já estar chupando pinto quase todo dia, naquela época eu ainda dormia cedo e sempre trocava mensagens com meu corninho antes de ir dormir. Ele não parava de ligar e eu pedi pros meus machos: Posso atender? É meu namorado.

Atendi e enquanto falava com ele os guris ficavam rindo e fazendo sinal de chifre com as mãos, eu me segurei pra não rir também e mostrava e acariciava minha bucetinha virgem:

– Ai desculpa amor, estou aqui com a Lu dançando e acabei esquecendo. Está tudo bem, pode ir dormir tranquilo.
– Tem muito homem aí? Alguém te cantou?
– Affff, sim, tá cheio de homem aqui né..
– Sério, alguém te cantou?
– Vários me cantaram amor, mas sou só sua, não se preocupa – Falei enquanto os guris rachavam de rir.
– Tá, não vai dormir muito tarde tá?
– Claro que não amor, só tenho que matar minha fome antes de dormir, estou faminta!
– Ta amor, te amo.
– Te amo também, bjoooo

Os guris não acreditavam na safada que eu era. Ainda sentada onde eu falava com meu corninho, só esperei eles chegarem perto e, como boa cadelinha boqueteira, abaixei as calças dos dois, que estavam de pé na minha frente, e liberei os paus. Clayton tinha um pau cumprido e cabeçudo e o Felipe era menor mas mais grosso.

Comecei a punhetar devagar mas logo o Clayton mandou eu me ajoelhar. Ele me queria bem obediente na frente dos dois. – Bota as mãos pra trás, anda. Eu botei e ele começou a bater na minha cara com o pinto ainda semi-mole. – Nossa gata, vc é linda, mas fica mais linda ainda levando pintada na cara. – Concordo, disse o Felipe, que se aproximou e se juntou ao Clayton batendo na minha cara com o pau.

O Clayton começou a ficar mais agressivo e me pegou pela cabeça, socando bem forte na minha garganta e falando pro Felipe: – Assim que trata puta, aprende. Tirou o pau da minha boca, me lascou um tapa forte na cara. Chegou a doer mesmo, mas eu adoreeeeei. Me senti a puta mais baixa. Bem ao estilo do Renato ele me perguntava: – Me fala do que você gosta, fala? – De pau, eu disse. – Que mais? – De chupar pau – Que mais???? – De apanhar na cara. – Vem Felipe, mostra pra ela. E o felipe me bateu na cara também.

E o Felipe se sentou em um sofá e mandou eu deitar de barriga, com a cara no pau dele pra mamar naquele pinto grosso. O Clayton se sentou na altura da minha bunda e eu estava ali completamente à mercê dos dois, minutos depois de dizer boa noite ao meu namoradinho frouxo, que agora já devia estar dormindo contando boizinhos, com um pau na boca e outro macho me dando tapas na bunda.

O Clayton me batia sem dó. Dava um tapa forte na minha bunda, esperava, dava outro. Aquela tensão de não saber quando outro tapa viria me molhava demais. Minha bunda já estava vermelha e eu engasgando no pau do Felipe, que às vezes segurava minha cabeça naquele pinto por tanto tempo que eu não conseguia mais respirar. Eles estavam judiando de mim e eu amando cada segundo, descobrindo cada vez mais meu lado puta submissa.

Então, acontece algo completamente inesperado. O Clayton fala: Felipe, olha esse cuzinho, acho que é virgem também. Eu arregalei os olhos surpresa. Ninguém nunca tinha mencionado meu cu. Nem imaginava que ele poderia gerar atenção. Não estava no meu radar. – Seu cuzinho é virgem, Ju? – É sim. – Que delícia de rabo você tem. Quando te vi de vestido te achei magrinha, mas que falsa magrinha hem… – Todo mundo fala isso, kkkk

Clayton começou a passar o dedo no meu cuzinho. Era estranho. Fez um pouco de cócegas no início, mas óbvio que me deixava extremamente excitada. Era uma sensação de vulnerabilidade. Eu estava ali com meu cú exposto pra aquele estranho, enquanto minha lingua trabalhava duro no pau do Felipe. As sensações novas não paravam de acontecer.

E ele cospe no meu cú e começa a forçar um dedo no meu rabinho. Vi estrelas. Como doía! Reagi contraindo meu cuzinho bem forte, mas ele falou: Ju, você tem que relaxar. Respira, relaxa, senão não rola. – Tá bem, vou tentar. – Obedeci e relaxei e o dedo indicador dele, que não era super grosso, começou a entrar bem devagarinho. Ardia, doía, mas eu fui forte. Ele era meu macho e meu instinto de puta me obrigava a obedecê-lo.

Ele botou o dedo todo e doía bastante, mas então ele parou quieto e aos poucos meu rabo foi relaxando ao redor daquele dedo. Ele provavelmente já tinha experiência em treinar cuzinhos virgens e sabia que depois de um tempo eu ia relaxar. E nisso eu não parava de chupar o Felipe que parecia que ia gozar, estava começando a suar e respirar forte. Eu estava com a bunda vermelha e aberta recebendo um dedo no cu pela primeira vez na vida enquanto me preparava pra receber leite de macho.

Apertei as bolas dele e comecei a punhetar bem rápido e logo ele começou a gemer e a soltar seu leite direto na minha boca. Eu não podia deixar de engolir, senão ia sujar meu macho. Engoli tudinho e como sempre mostrei minha boca vazia pra ele. Tinha cumprido meu papel. O Clayton fala que é a vez dele e de novo me bota de joelhos e bate na minha cara: – Chupa, gostosa, vais ganhar mais porra.

Aquilo soava com musica para os meus ouvidos e obedeci chupando com muita dedicação. Aticei um pouquinho quando ele começou a ofegar, parando de chupar (fingi que engasguei) só pra ele me punir. – Parou porque vadia? E me lascou mais um tapa na cara. Só para quando eu mando porra! E logo ele começou a respirar mais forte. Sabia que vinha porra quente. Mas então mais uma surpresa. Ele me segurou pela cintura e como se eu fosse uma bonequinha me jogou no sofá com a bunda pra cima e levantou meu vestido: – Vou gozar no teu cuzinho. – Cuidado pra não escorrer tá? (imagina ficar grávida antes de perder a virgindade, kk) Ele levou um tempo admirando e esfregando o pau na minha bunda, mas logo soltou aquele leite quente na minha bunda e no cuzinho.

Agora eu tinha porra na cara, na garganta, na bunda e no cu, enquanto meu namorado dormia contando boizinhos. Esses foram o 6o e o 7o homens a usar essa loirinha. Tinha nascido mesmo pra ser putinha.

Depois de conversarmos um pouco mais eles queriam usar minha boca de novo e mamei no pau dos dois novamente, levando gozadas na cara novamente antes de finalmente me despedir deles às 4 da manhã. Voltei devagarinho pro meu quarto, ainda com restos de porra na cara, cabelo completamente zuado e maquiagem irreconhecível. Tinha certeza que encontraria a Lu já dormindo, mas ela não estava. Certeza que estava dando pra outro.

Continua….

 

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