Conto Real – Minha Vida De Chifradeira – Parte 20

A essa altura já era perto de 1 da manhã e voltando da festa, a Lu estava me procurando feito louca pra me contar que o gatinho dela apesar de ser alto e ter uma pegada legal tinha o pinto pequeno. Ela só tinha dado para o Renato e estava com a buceta coçando pra achar mais um macho mas não sentiu vontade com esse cara. – Menina, temos que ter um esquema. Toda vez que as coisas estiverem esquentando temos que dar uma bela apalpada no “pacote” do cara pra saber se vale a pena. Senão a gente vai acabar se decepcionando muitas vezes. – Nosssaaaa, você é um gênio! Não quero passar por isso de novo não. Boa idéia. Hahaha. Logo eu contei do meu mais novo boquete e ela falou que eu ainda ia me tornar a maior chupadeira do Paraná.

Nisso passa um garçom com bebidas e como a festa já estava naquela fase em que todo mundo começa a ficar louco, tirar os paletós e dançar, olhamos uma pra outra: – Porque não?? Nunca havíamos bebido e aquele momento representou um divisor de águas. Se sóbrias já estávamos nos tornando putinhas, imagina o que ia acontecer sob a influência da marvada pinga? Kkkk

Em princípio não notei muita diferença, mas após uma taça de vinho eu já estava achando tudo engraçado. Era uma sensação muito gostosa, leve. Sentia que minhas reações estavam mais lentas e já estava falando mais besteiras e caindo na gargalhada sem o menor motivo. E todas essas sensações mergulhadas em SONO. Álcool dá um cansaço, não sei a fisiologia do motivo, mas é isso que senti. Engraçado lembrar disso hoje, após tantos anos bebendo, kkkk.

Mas logo fui tirada pra dançar por um baixinho. Eu tenho 1,55 e ele devia ter 1,65. Talvez 1,70? Sei lá, mas eu com meu salto agulha tinha a mesma altura dele. Foi engraçado, não me senti atraída por ele, mas gostava do jeito que ele dançava. O quadril dele encaixou no meu e ele tinha um rebolado gostoso. Descobri que o nome dele era Felipe, tinha 20 anos e era amigo de um dos primos da Ka (a aniversariante).

Felipe era muito sorridente e começou a conversar comigo: – Você dança gostoso, faz aula? – Nunca fiz. – Talento natural então. – É você que guia bem, haha. Apesar de estar gostando de dançar com ele eu ainda não me sentia atraída. Dançamos mais uma música e ele me levou pra onde estava sentado e me ofereceu mais bebida. Desta vez cerveja. Odieeeeei o gosto, mas bebi mesmo assim. Não queria me sentir um peixe fora d’água. A essa altura já comecei a ficar mais tontinha e vi a Lu saindo com outro cara por uma das portas laterais. A safada provavelmente tinha achado algum pau bom pra comê-la.

Voltei minha atenção (ou o que restava dela) pro Felipe e ele me chamou pra ir dar uma volta (kkk, a terceira volta da noite?). Incrivelmente eu estava satisfeita. Bem alimentada de porra. Inclusive meus dois outros machos não paravam de me olhar. Provavelmente queriam botar o pau na boca da loirinha de novo. Mas como eu sei que eles iam querer me comer eu resolvi ficar ali perto do Felipe. Ficamos conversando por uma meia hora, até que um papo legal, ele contando que fazia faculdade de Direito em Curitiba e tinha acabado de terminar um namoro. Eu falei que deixei meu namorado em Curitiba e que me sentia sortuda por ele ser um cara legal e fiel (não acrescentei RICO e CORNO pra não me passar por puta, kkk).

Nisso vem um outro amigo dele, um pouco mais alto, e também me convida pra dançar. Eu já estava beeeem tonta a essa altura e mal conseguia girar. Esse era o Clayton, amigo de faculdade do Felipe. Bonitinho, mas nada demais. Mas bem vestido e cheiroso. Acho que ele viu que minha linguagem corporal não estava muito favorável pro amigo e resolveu ajudar: – Não vai dar uma chance pro Felipe? Ele faz muito sucesso com as meninas. – Ah é? Mas ele é tão baixinho! – Ah, e você é enorme né… kkkk, pára, né? Eu sou menina, não conta…

O Clayton não dançava tão bem, e fomos nos sentar perto do Felipe. Conversando os três eu perguntei pro Felipe: – Querido, o Clayton disse que você faz muito sucesso com as mulheres, porquê? Ah, só falo se a gente for dar uma volta. Eu não estava muito atraída por ele, nem pelo Clayton, mas como eu não queria sair de perto deles por causa do Marcelo e do Mílton (os dois machos que chupei antes), acabei soltando essa bomba: – Tá bom, eu dou uma volta contigo, mas só se o Clayton for junto.

Eles se entreolharam e o Felipe fez sinal positivo e fomos em direção à casa do Sítio, sem, claro, esquecer de pegar mais bebida. Saímos rindo e falando besteira, mas me senti mais tranquila porque saindo com dois garotos não dava tão na cara que eu ia aprontar algo. Eu mesmo não sabia o que ia acontecer.

Chegando lá fomos direto pro quarto onde ele dormiam mas percebemos que se ficássemos conversando lá íamos acordar todo mundo, então acabamos indo pra uma sala de jogos, onde tinha sinuca, pingue pongue, TV, etc. Conversa vai, conversa vem, acabamos chegando no assunto de como seria ficar com dois meninos ao mesmo tempo, ou como seria pra eles dividir uma menina. Eles falaram que nunca fizeram, mas porque não? Nisso o Clayton me beijou enquanto o Felipe alisava minhas pernas, costas e braços. Agora sim, eu estava de novo morrendo de tesão. Esses dois não tinham jeito de macho alfa, não me davam o tesão que o Renato ou o Alexandre me davam, mas estar sendo dividida por dois homens me deixava louca, mesmo depois de estar tão satisfeita por ter chupado dois machos na mesma noite.

Depois beijei o Felipe, tinha um estilo diferente. Pegada forte, ele era um baixinho troncudinho e pela primeira vez notei as pernas grossas que ele tinha. Enquanto ele me beijava o Clayton também me acariciava, cada vez chegando mais perto da minha bucetinha, levantando meu vestido rosa e também arranhando minhas costas, me deixando bem arrepiada.

Nisso perguntei ao Felipe porque ele fazia sucesso com as mulheres. E ele disse que conseguia fazê-las gozar em no máximo 5 minutos. Como eu nunca havia tido um orgasmo fiquei muito curiosa. – Gozar tipo orgasmo? Nunca tive, kkkkk. – Mas você não tem namorado? Ah, mas ele é fraquinho. Se ele fosse isso tudo eu não estaria aqui com dois meninos né… kkkk. – Mas não vai rolar fofo, eu sou virgem. – Calma, não preciso tirar sua virgindade pra fazer você gozar. – Não? Como? Vou te mostrar… Nisso o Clayton comemora. – Quero ver!! Hahaha Vou ter uma aula do mestre Felipe!Como eu topava tudo falei: – Pode ver querido, depois você tenta também kkkkk.

Nisso ele me bota deitada na mesa de sinuca e o Clayton fica ao lado acariciando meus braços, pescoço, me beijando a orelha. Não vou explicar aqui como ele fez, quem quiser saber procure no blog sobre o assunto, mas em um minuto eu já sentia um troço que jamais tinha sentido, aquela corrente elétrica que eu sentia da minha buceta direto pro meu cérebro quando sentia tesão agora estava sendo estimulada diretamente. Meu Deus!!!! Que sensação maravilhosa!! Só pra vocês entenderem como ele era bom, demorou uns 5 anos pra eu achar outro cara que conseguisse me fazer gozar tão rápido.

Em 3 minutos eu estava desesperada me contorcendo na boca do Felipe e, prometo, em no máximo 5 minutos eu finalmente tive o primeiro orgasmo da minha vida. Uma sensação indescritível. Era como se eu tivesse ido ao céu e voltado por alguns segundos. Como se tivesse saído do meu corpo. Como se tivesse morrido e nascido de novo. Cada músculo do meu corpo se contorcia de tesão e eu soltava sons que jamais tinha soltado e sobre os quais eu não tinha controle. Foi a melhor coisa que tinha acontecido na minha vida até hoje. Que delícia. O que foi aquilo Meu Deus? Sem explicação. É como se alguém tivesse injetado algo direto no meu cérebro. Aquilo não podia ser normal.

Foi uma sensação tão diferente não só por ser uma delícia gozar mas também porque pela primeira vez a atenção estava em mim. O objetivo naqueles minutos não era dar prazer a um macho, mas dar prazer a mim. Foi estranho. Eu tenho um instinto de servir. Servir machos alfa. Quanto maior, mais alto, mais forte, viril e pirocudo mais tenho vontade de ser escrava deles. Talvez por esses dois guris não serem machos alfa, me senti mais à vontade pra deixar a atenção se voltar a mim. Era a lei natural da vida, que se tornaria tão clara pra mim nos próximos anos: Servir a machos alfa, ser servida pelos demais.

Nisso o Clayton fala: – Caralho, é simples assim?? Posso tentar depois? – Claro querido… Mas como eu estava cheia de gratidão por ter tido tanto prazer, minha mão foi direto em direção ao pau do Clayton… E um dos meus pés, em direção ao pau do Felipe, que estava de pé entre minhas pernas… Eu tinha que servir àqueles dois machos.

Continua….

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