Conto Real – Minha Vida de Chifradeira – Parte 2

Desculpem pela demora, como já aconteceu há muito tempo, passo bastante tempo escrevendo e tentando lembrar de tudo com detalhes.

Mas continuando… Depois que beijei o Renato pela primeira vez, no fundo já sabia que aquele era o tipo de homem que me deixava louca de tesão. Eu ainda amava o Bruno, mas de uma forma diferente. Uma forma carinhosa. Totalmente conflitante com o fogo que eu sentia com aquele mulato forte e folgado.

Toda vez que o Bruno me beijava ou me tocava, eu lembrava de como foi diferente meu beijo com o Renato. Era a diferença entre o macho alfa e o corno beta, que só ficaria clara pra mim alguns anos depois. E o pior que o Renato nas semanas seguintes começou a sacanear o Bruno sutilmente e aquilo me dava mais tesão ainda.

Dentro do nosso grupinho, por ser mais velho, mais alto, forte e extrovertido, ainda que todos fossem o amigos, o Renato se tornou uma espécie de lider. E as vezes quando saíamos ele falava com o Bruno: -Vai lá e paga um sanduíche pra mim, vai! De agora em diante você vai me bancar. – E ria. Ou então… num trabalho da escola, com todos reunidos ele dava alguma ordem pro Bruno: -To com sede Bruninho, me serve uma água bem gelada. E emendava com um tapa na bunda do meu namorado: -Anda! Mexe essa bunda branca!! Todos riam e meu namorado obedecia. E eu por dentro ria dessas situações.

Até que um dia veio nosso segundo beijo. Depois da aula, mais uma vez o Bruno não pôde ir por um motivo que não lembro e fomos eu, o Renato e nossas duas amigas de sempre. O Renato brincava com as três, fazendo uma competição de brincadeira sobre quem ia ter o privilégio de dar uns amassos nele. Mais velho e experiente, ele fazia de um jeito que deixava as três atraídas por ele, ainda que ninguém admitisse nada. Ele falou que eu ganhei a “competição”, ao que as duas disseram quase ao mesmo tempo: – Mas e o Bruno??. O Renato, sempre brincalhão: – Ahhh, aquele ali, depois de pegar a Ju ainda como aquela bunda branca dele kkkkkk. Nós 4 rachamos de rir e eu dei um tapa nele mandando ele parar de falar aquilo do meu namoradinho.

Nossas casas eram 2 quadras depois das casas das nossas amigas, o que nos deixou sozinhos por algum tempo. Pouco antes da nossa rua entramos numa construção abandonada e ele me beijou de novo. Desta vez foi ainda mais quente, ficamos lá por uns 15 minutos, ele puxava meu cabelo, beijava meu pescoço, arranhava minhas costas por baixo da blusa e eu ficava doidinha.

Até que ele fez algo que nunca vou esquecer: Me virou de cara contra a pilastra e lascou um tapa na minha bunda (estava com uma calça stretch, que deixava minha bunda bem marcada). Fiquei assustada e surpresa por uns 5 segundos antes de sentir minha buceta encharcando de novo. Estava descobrindo mais uma coisa sobre minha sexualidade: Eu adorava ser dominada e apanhar. Nunca tive tanto prazer quanto tinha naquele momento, sendo totalmente dominada, à mercê daquele garoto forte e folgado, que virou minha bunda pra ele e me mostrou quem manda, sem que eu pudesse fazer nada.

E ele ainda disse no meu ouvido: – Tá vendo quem manda aqui? Eu não respondi e ele lascou outro tapa: – Quem manda aqui porra?? – Ai!! Você… ´- Você o quê?? – Você manda aqui.. – Acho bom mesmo!!

Voltei pra casa e fiquei umas duas horas ainda excitada com a lembrança daquele momento. Descobri que gosto de homem mandão, forte, que me pega de jeito. E no fundo sabia que o meu namoradinho Bruno jamais me daria isso…

Continua…

 

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