Conto Real – Minha Vida de Chifradeira – Parte 19

Voltei rapidamente pro meu quarto pra me trocar e fomos pra recepção. Eu estava me sentindo extremamente safada por chupar um desconhecido assim do nada, mas sabia estar cumprindo minha vocação. Vocação de chupadeira. Era algo extremamente natural pra mim. Eu estava descobrindo meu poder sobre os homens. Acho começou com o Alexandre. Foi bem fácil conquistá-lo, e confirmei naquele ônibus e naquele mato, chupando aqueles dois machos desconhecidos.

Contei tudo pra Lu: -Meu Deus, como você é rápida, o meu gostoso nem conversou comigo ainda e você já até comeu porra! -kkkk, quem mandou ser devagar?? -Chata! E aí foi bom? Sim, o pau dele é gostoso e ele é muito safado, mas gozou rápidooooo. – Ainda bem né, senão você ia se atrasar kkk

Descobri que um sorrisinho e um toquezinho de leve no braço já atiçam nos homens aquele desejo predador. E eu adoro ser a caça. Adoro ser o troféu daqueles machos. Até agora só tinham sido machos deliciosos, como o Renato, o Alexandre ou o Marcelo. O Thiago era mais normal, mas era um policial. Mas em breve estaria chupando pau de qualquer um, bonito ou não, gostoso ou não, sem distinção.

Para ir à festa, não escolhi um vestido curto tipo balada, mas algo que ainda que comportado realçava bem minhas curvas. Era um vestido rosa, e uma sandália branca de salto agulha, muito lindaaaaa que deixa minha bunda bem empinada. Eu ainda não malhava, mas já tinha um corpo bem legal, bunda e seios bem desenvolvidos, que chamavam bastante atenção, principalmente se eu vestisse roupas apertadas ou curtas.

Chegando à recepção onde aconteceria o aniversário, notei que até os homens casados me olhavam insistentemente. Aquilo me deu tesão mas raiva também. Não gosto da idéia de trair mulheres. Não sei por que, mulher já sofre tanto nessa vida, ainda ter um homem filho da puta que trai não dá né? Temos que nos unir. Decidi meio inconscientemente que jamais ia pegar homem casado. Tem tanto homem gostoso por aí, não tem porque eu fazer mulheres sofrerem. Se os caras são filhos da puta, pelo menos eu não quero ser responsável pelo sofrimento delas.

Blonde in pink

Passei com a Lu pela mesa onde tinham os tios da Lu, tinham dois casais e 4 homens sem ninguém, incluindo o Marcelo. Todos na faixa de uns 40 anos. Já tinha decidido não pegar os casados, já tinha ficado com o Marcelo, então decidi que meu alvo seriam os outros três. Um deles era careca e barrigudo, o outro um corpo normal, meio feinho, e o outro bem alto também, como o Marcelo, mas um pouco barrigudinho. Todos me olhavam, mas cheguei à conclusão que queria ele.

Enquanto estava sentada tentei olhar pra mesa deles de vez em quando pra ver se pegava um deles me olhando e acabei cruzando olhos com esse cara. Ele parecia tímido e olhou pro outro lado, mas fiz mais duas vezes. Acho que ele não estava acreditando. Quando a falação acabou e a banda começou a tocar, me levantei e me posicionei com a Lu bem na frente da mesa, bem disponível. Queria que alguém me tirasse pra dançar, porque depois que o primeiro o fizesse, muitos outros teriam coragem e eu poderia escolher mais um pau pra chupar, de preferência aquele alto amigo do Marcelo.

Foi nessa época que eu comecei a notar a dinâmica de festas e de atração. Alguns homens simplesmente tinham um talento natural em puxar conversa com as mulheres, enquanto outros são tão ruins e confiam tão pouco em si que vão passar o resto da vida sem pegar ninguém que não seja do seu círculo social ou profissional.

Mas voltando… Depois que levantei um guri me chamou pra dançar forró. Eu nunca tinha dançado na vida, mas como sempre fui atlética (times de handebol, queimada, etc) tinha boa coordenação e acabei pegando rapidinho, até porque o guri dançava bem. Isso abriu a porta pra alguns outros virem dançar, sabendo ou não e quanto mais o tempo passava, mais gente criava coragem (bebida, talvez).

O Marcelo, claro, estava doido comigo. Querendo que eu o desse atenção, mas eu me fazendo de difícil. Não dei a menor bola pra ele, não queria que o amigo notasse nada. Depois de UMA HORA (meu deus!!!) finalmente o amigo dele me pediu pra dançar. Já molhei. Já sabia que ia rolar.

Ele era alto, um pouco barrigudinho mas notei que tinha mãos enormes, quando começamos a dançar. Aquilo me deu mais tesão ainda. Acho mãos grandes tão masculino. Acabei dizendo: – Nossa, que mãos enormes você tem, perto de ti a minha parece de neném – Ah, você que é pequena. -kkk, nem sou tá?? Você tá sozinho aqui? – Vim com uns amigos. E você? Vim com a Lu, aquela ali. – Tá cheio de cara dando em cima de você e todos dando meia volta, você tem namorado? – Tenho.. (mais uma vez queria me fazer de dificil pra dar mais tesão no cara) – Ah, que pena, mas isso explica… – Pois é, uma pena né? Achei você uma gracinha.

Como ele não era daqueles super atraentes, ele também ficou surpreso de uma menina como eu soltar uma daquelas, principalmente sendo tão novinha. Deu pra ver pela cara dele. Nisso eu vi a Lu saindo da festa com um gatinho “se deu bem, safada, pensei com meu botões”. Mas voltando pro meu gatinho que a essa altura já tinha descoberto chamar-se Milton, ter 41 anos e ser engenheiro. Eu disse pra ele que tinha 18 anos pra ele não se espantar e continuamos dançando. No que ele acabou de dançar comigo já veio outro cara me pegando e eu disse: – Não, obrigada, to acompanhada, dando mais um bom sinal pra ele.

Então ele perguntou: – Porque seu namorado não veio? – Ah, queria vir sozinha pra curtir.. Deixei o corno em casa, kkkk – Corno? Como assim? – Preciso explicar?? – Hummm, então tá né…. Quer ir dar uma volta comigo? – Sim, mas não conta pra ninguém? Não quero que seus amigos saibam – Claro, sem problemas – Então tá, tem um lago à direita da piscina andando por uns 100m, pode ser lá? Acho que lá ninguém vai ver, mas você vai primeiro e eu vou 5 minutos depois. – Pode sim, vou pra lá, qualquer coisa manda SMS se você não me achar.

Chegando lá ele estava super nervoso tadinho. Provavelmente barrigudinho e na idade dele, ele não pegava uma menina como eu há tempos, se é que já tinha pegado. Então eu senti que eu ia ter que atiçá-lo um pouquinho: – Nossa, tá mais frio do que eu esperava, me abraça? -Claro. – Comemore internamente ao sentir o pau dele contra minha barriga. Era um belo volume, eu tinha sido premiada de novo.

E ele disse: – Se seu namorado é corno, significa que eu posso te beijar? Eu fiquei imóvel e não respondi que sim porque aquilo era um pouco broxante, só esperei ele tomar a iniciativa logo fazendo uma cara de “É óbvio né”? O beijo dele era um pouco estranho, mas eu não me importava, senti as mãos pesadas dele me abraçando e por ser um homem grande, me senti bem aconchegada por aquele macho que, se tímido, pelo menos era grande.

Beijamos gostoso por uns 10 minutos, e não senti as mãos dele abaixo da linha da minha cintura. Bem respeitador. Então eu tinha que dar aquele empurrãozinho. Comecei a passar a mão no pau por cima da calça. Gesto infalível, sempre funciona. Mostra que estou pro crime, quero pau. Beijinho é o caralho, quero é safadeza.

– Ah, não faz isso.. Me belisca que to sonhando. – Que foi querido, não quer? – Claro que quero, só não esperava – Você tem mãos enormes, fiquei curiosa. – Quer matar a curiosidade aqui mesmo ou vamos pro meu quarto? – Aqui mesmo, não quero arriscar ser vista. Posso ver? – Claro linda.

E abaixei o zíper bem devagarinho, meti a mão lá dentro e tirei, junto com as bolas. Uuuuuuu, que grosssoooooo. Grosso, cabeçudo, cheiroso. Ai meu deus, como eu já amava pau. E lá estava eu, 3 horas depois, prestes a mamar de novo em um pau. E incrivelmente, o 5o pau que encontro, e o 5o bem maior que do meu namoradinho comedor de porra.

Minha mão não fechava naquele pau e eu soltei: – É muito grande pra minha mão querido. Sempre falo essas coisas com uma voz bem safadinha e bem feminina pra deixá-los loucos. Não sei se é porque sou super pequena, mas tenho voz de menina até hoje, o que atiça ainda mais meus machos. E com ele não foi diferente.

– Assim vou gozar, você é tesão demais… Finalmente ele tomou um pouco de iniciativa e mandou eu ajoelhar – De joelhos linda, não aguento mais esperar. – Sim, senhor. Meu Deus como adoro ser mandada por machos. Obedeci imediatamente e ele fez questão de bater com o pau na minha cara antes de posicionar a cabeçona na frente da minha boca pra eu fazer o resto. Surra de pau! Bem como o Renato me ensinou a amar.

Como sempre, comecei dando beijinhos carinhosos na ponta do pau, enquanto já sentia gotinhas de pré-porra. Também olhava pra cima, nos olhos dele, e às vezes soltava: É muito grande, e fazia carinha de triste. Finalmente botei a cabeça na boca, e infelizmente, só cabia a cabeça!! Era muito cabeçudo!! Kkkkk Ele agarrou minha cabeça e começou a usar minha boca, meio silencioso, sem falar muitas putarias, mas com convicção.

11

Alternou algumas vezes, entre bater com o pauzão na minha cara, socar na minha boca, me levantar pra me dar beijo, puxar meus cabelos. Até que ele tirou uma camisinha pra fora, e apesar de mais uma vez a minha bucetinha estar totalmente molhada pra receber um pau, eu tive que dizer: – Desculpa, não dou, sou virgem – Tava bom demais pra ser verdade – Não dá pra ter tudo na vida né?

Eu estava com muito frio e resolvi acelerar o processo. Comecei minha mágica. Mão apertando forte as bolas. A outra mão punhetando. E a boca trabalhando duro na cabeça do pau. Não demorou muito e senti o primeiro jato na garganta, o segundo ele tirou pra ser na cara, assim como o segundo e o terceiro, e me segurou lá, me puxando o cabelo, com a cara pra cima, pra admirar o troféu.

Seu troféu era uma loirinha adolescente, que ele tinha acabo de conhecer, de vestidinho rosa, sandália branca, de joelhos em frente a ele, num mato qualquer, cheia de porra sua na cara, imóvel, à sua mercê. Naquele momento eu era dele. Estava ali pra serví-lo, ser sua escrava.

Ele me levantou ainda com a cara toda suja de porra, me virou e levantou minha saia. – Meu Deus guria, que bunda é essa, que pena que você é virgem, ia socar bem gostoso. E me deu uns belos tapa na bunda.

– Um dia quem sabe?? Vamos voltar querido? Estou congelando…

E voltamos pra festa, depois de uns 45 minutos, depois da minha segunda refeição de porra da noite, fornecida pelo 5o homem que chupei. Mais uma vez sem que meu namoradinho frouxo tivesse a mínima idéia… Da namoradinha puta que ele tinha.

Continua…

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