Conto Real – Minha Vida de Chifradeira – Parte 18

Chegando em Toledo, fomos recebidas pela nossa amiga Ka. Fomos bem unidas no tempo do primário mas infelizmente ela se mudou e passamos a nos ver apenas nas férias. Ela era uma baixinha como eu, e bem extrovertida. Sempre a alegria da festa. Convocou todos os amigos para sua festa de 15 anos e alugou um sítio para comemorar durante todo o fim-de-semana.

Depois de chupar aquele pau no ônibus eu me toquei que era a primeira vez que eu estava viajando depois de começar minha vida sexual e aquele sítio cheio de machos prometia mais experiências para minha recém-descoberta ninfomania.

Chegando lá já fui apresentada aos novos amigos da Ka e a alguns primos, já notando que tinha uns dois ou três que me interessavam. Estava com um macaquinho bem curtinho. Não era muito meu estilo expor meu corpo naquela época, mas pensei que podia me arriscar um pouco mais nessa viagem e levei vários shortinhos, mini-saias e dois bikinis fio-dental.

Fui extremamente sorridente e já troquei com olhares com alguns gatinhos, sem dar atenção especial pra nenhum. Eu queria ser desejada por todos ali, e depois escolher. Pensei como era bom estar ali, livre, leve e solta, sem ter que me esconder, ou me preocupar muito com o que os outros pensavam, ou se meu namoradinho frouxo ia ficar sabendo. Caiu a minha ficha que eu tinha que aproveitar. Óbvio que não ia perder minha virgindade naquele sítio, mas que ia chupar muito pau, ah isso eu ia.

Depois de tirar uma soneca com a Lu, num dos vários quartos do sítio, acordei e fui pra cozinha beber água e pegar algo pra comer. Chegando lá, passei no meio de vários homens mais velhos conversando. Eram o pai, dois tios e o irmão mais velho da Ka. Como eu estava só de shortinho e camiseta, não pude deixar de notar que depois que eu passei eles me comiam com os olhos.

Ainda não tinha passado pela minha cabeça chupar um homem bem mais velho, mas quando estava pegando a água na geladeira, mesmo com um friozinho na espinha por estar sendo observada por homens maduros, eu pensei: “Porque não??”. Ao voltar e passar por eles de novo tentei olhar rapidamente pra ver se algum me interessava e notei um muito charmoso. Alto, não muito sarado, mas forte, corpo de homem maduro, olhos verdes, um tesão. Era um dos tios da Ka. Não queria olhar na cara dele na frente dos outros, mas certamente ia dar um molezinho pra ele assim que tivesse a chance.

Já estávamos chegando ao fim-do-dia e todo mundo se reuniu ao redor de uma grande fogueira e ficamos tocando, cantando e conversando, até que vi o tio gato de olhos verdes passando por mim e dei uma bela olhada pra ele, deixando bem claro que o queria. Mas nada aconteceu naquela noite.

A Lu também estava afim de um dos tios, um cara altíssimo que já tinha passado uma cantada nela. Mas estávamos tomando um pouco de cuidado porque não queríamos que a Ka soubesse. Ela também era safadinha como nós mas ela não precisava saber que íamos pegar os tios dela ne. Ainda mais a Lu, que já tinha perdido a virgindade e estava afim de dar a bucetinha recém-desvirginada.

No dia seguinte, acordei super cedo como sempre e já estava na piscina antes de todo mundo. Me deu um friozinho quando vi que o tio gato também estava lá. Ele tinha 40 anos, então não podia dar muito na cara que estava dando em cima de uma menina de 15, então conversamos rapidinho. Ele se apresentou, chamava-se Marcelo, e era empresário em Toledo. Jogamos um pouquinho de papo furado fora e ele soltou: – Não sabia que a Ka tinha amigas bonitas assim. – Ai obrigada, você também é muito lindo. – É impressão minha ou você estava me olhando ontem? – Sim. Achei seus olhos lindos. Mas tenho namorado, desculpa (queria me fazer de difícil). – Ah, que pena. – Mas peguei de leve na mão dele e falei: – Não precisa se desculpar. Dando um sorrisinho bem safado. – Tenho que ir, depois falamos, querido.

Normalmente eu falava que tinha namorado mas que se o cara não contasse o corno não ia saber. Desta vez usei uma estratégia diferente. Falei que tinha namorado e não falei mais nada, só continuei dando sinais de interesse com minha linguagem corporal. Isso deixava a situação mais excitante, como se eu fosse uma presa a ser conquistada. Aprendi a fazer isso pra deixar os homens com ainda mais tesão. E também porque machos alfa adoram foder a namoradinha dos outros. Sinto que sou pêga com mais força quando eles sabem que estou sendo uma chifradeira putinha.

De agora em diante toda vez que eu o olhava, pegava-o me olhando. Passamos todo o Sábado na piscina ou ao lado da churrasqueira e não tivemos muito contato, mas ao cair da noite puxei assunto com ele: – Que dia gostoso né? Adoro churrasco com piscina. – É mesmo, mas se você não tivesse namorado ia ser mais gostoso ainda. – Ai, assim você me deixa sem graça. – Desculpe, não me contenho.. Você é muito linda. – Quer dar uma volta no lago mais tarde? Te espero lá às 8.

Ainda não tinha falado que eu estava disposta a chifrar meu namorado, mas acho que com esse convite eu deixava bem claro. – Claro, te encontro lá. Deu pra ver que ele estava se esforçando pra conter a euforia.

Aproveitamos a hora que todo mundo estava saindo da piscina e tomando banho antes de ir pra recepção principal que seria às 9. Desaparecer quando todo mundo estivesse junto ia dar muito na cara. Eu já estava vestida para a festa, com um vestido vermelho bem, curtinho, mas não vesti minhas sandálias (calço 34) pra não sujar na terra. Era um açude lindo com uma trilha relativamente iluminada ao lado.

Cheguei lá e esperei cinco minutos pelo Marcelo e assim que ele já chegou já me segurou pela nunca e me beijou. Ai como eu amo machos alfa. Sabem o que querem e como conseguir. Minhas pernas já bambearam e depois de uns minutinhos beijando lá levei a mão ao pinto dele. Ele se surpreendeu: – Tão novinha assim e tão espertinha??? – Desculpa, não faço mais. – Não, tira pra fora e bate umazinha pra mim. – Sim senhor!! Amo ser mandada. Homem que não me causa repulsa. Talvez por isso eu chifre tanto meu namoradinho corno.

Já batia uma punheta pra ele bem devagarinho e quando levei a mão ao saco para apertar ele falou: Dá beijo nele. – Sim senhor. O fato de eu chamar ele de senhor deixou ele ainda mais louco. Acho que eu estava aprendendo como atiçar um homem. O pau era mais ou menos como o do Alexandre. Grosso e cabeçudo, mas não muito cumprido. Eu tinha que alargar bem a minha boquinha pra receber a cabeça dele.

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Então veio a surpresa! Chupei por 2 minutos e ele disse que ia gozar…. Quê??? Dois minutos?? Bota ejaculação precoce nisso. – Nossa, que rápido. – Não faço há muito tempo. – Tá bem, me dá leitinho, dá? – Vadiazinha, gosta de porra é? – Adoro….

E ele soltou aqueles jatos quentes que eu tanto amo bem na minha garganta. Segundos depois já mostrei minha boca vazia pra ele, dando aquele sorrisinho sapeca. – Obrigada, querido. Como boa putinha eu agradeci ao meu macho pela oportunidade de serví-lo.

– Meu Deus, você é tesuda demais. Vou querer sua boca o tempo todo hoje e amanhã, não quero nem saber. – É só mandar, senhor. Só não deixa ninguém ver. – Quero sua bucetinha também. – Não, sou virgem – Tá guardando pro namorado? – Não… hhahaha, mas depois te explico, temos que ir agora, já vai dar 9h.

E foi só o segundo de vários boquetes que pagaria antes de voltar pra Curitiba. E não seria só pra ele….

Continua…..

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