Conto Real – Minha Vida de Chifradeira- Parte 17

Alguns dias depois de fazer o Bruno comer sanduíche de porra, viajei com a Lu para o aniversário de uma amiga do primário que havia se mudado para Toledo. É uma viagem longa, quase 8 horas de ônibus. Mas como era feriado prolongado (12 de Outubro), teríamos tempo de sobra pra estrada pra ainda aproveitar.

Depois de todos aqueles meses chupando pau e correndo pra cima e pra baixo pra dar conta da fome dos meus machos Renato e Alexandre e ainda por cima dar um pouco de atenção pro coitadinho do meu namorado frouxo, seria bom dar uma fugida com a minha amiga Lu, pra botar a conversa em dia e respirar o ar puro do interior.

O corninho não pôde ir por ter compromissos familiares e a nossa terceira mosqueteira, a Su, também não teve autorização dos pais, então fomos só nós duas mesmo. Passamos as quatro primeiras horas de viagem colocando a conversa em dia. Ela me contou de tudo que estava aprontando com o Renato. Como ele já havia tirado a virgindade dela, além de usar minha boca ainda comia a Su pelo menos uma vez por semana.

Ela disse que apesar de doer um pouco no início ela estava viciada no pinto dele e no jeito mandão daquele negro safado. Até conversamos sobre como envolver a Su com ele também. A Su era a comportadinha de todas nós e achávamos que seria legal ela perder a vergonha e se juntar a nós. Já pensou que tudo? O Renato pegando as três amigas? Queríamos muito agradar àquele macho gostoso.

Também contei que o Renato tinha feito o Bruno comer sanduíche de porra e ficamos uma meia hora gargalhando disso. Coitado do meu corninho frouxo. Além da namorada chupar piroca quase todo dia pelas costas, ele ainda estava comendo porra do macho que ele tanto odiava.

– Menina, você é má demais!! To de cara!!! Kkkkk – Ai Lu, to me lixando, o que o Renato fizer to mandando. – Ai verdade né. Mas tadinho do Bruninho meu… Ah se bem que tadinho nada né… frouxinho tem que se fuder mesmo kkkkk – kkkkkk AFFFF ainda bem que você me entende. Ah, o Renato falou que vai ter sanduíche de porra toda semana. Quer dar o próximo pra ele? Pra ver ele comendo? Kkkkkk – Clarooooo, mas não sei como vou me segurar pra não rir kkkkk

Nisso chegamos em Guarapuava, que é mais ou menos metade do caminho e no restaurante ao comprarmos comida pararam dois amigos atrás da gente. Os dois bemmmm altos, e a Lu falou: – Menina, não olha, mas tem dois delícias atrás da gente.

Mesmo antes de olhar eu já molhei. Meu instinto de putinha era muito natural. Meu corpo se preparava desde aquela época naturalmente pra receber o máximo de paus possíveis. Logo eu olhei e um deles era um moreno bem alto e de ombros largos. Dei um sorrisinho pra ele e mexi no cabelo, me virando de volta pra Lu. Foi o suficiente pra ele puxar papo: – Tão indo pra onde meninas? Toledo ? – Sim, vocês também? Não, paramos em Cascavel.

Isso significava que teríamos mais umas 2 horas no ônibus antes deles descerem. Como eles eram muito gente boa fomos sentar perto deles no ônibus, que estava com a parte de trás vazia. Descobrimos que eles eram da academia de polícia. Já me deixou mais molhada ainda. Sempre achei lindo homem de farda. Os nomes deles eram Thiago e Sérgio. O Thiago foi o moreno alto que gostei, mas ele era um pouco mais quieto. O Sérgio estava comandando os papos, sendo mais extrovertido.

Notei que a Lu já estava dando mole pra ele (ainda bem, porque eu tinha gostado mais do Thiago). Como já tinha passado mais ou menos uma meia hora de papo e só tínhamos mais uma meia hora, o Sérgio chamou a Lu para ir pros últimos assentos do ônibus. Já estava ficando tarde e tinha gente querendo dormir.

Ainda bem!!! Eu ficaria sozinha com o Thiago. Ele viu meu anel de compromisso e perguntou se eu tinha namorado. Falei que sim e ele disse: – Ah que pena, senão eu ia te beijar agora. Você é linda. Daí soltei minha frase predileta: – Se você não contar, ele não vai saber. E botei minha pequena mão na coxa grossa dele.

Ele não perdeu tempo e já me lascou um beijo gostoso. Que delícia! O melhor beijo que eu já tinha experimentado. Boca bem carnuda e nada afobado pra beijar. Logo ao me beijar, ele já mostrou controle ao puxar um pouco meu cabelo e eu molhei na hora. Nasci pra ser controlada por machos alfa, não tem jeito. Me dá tantooooo tesão.

Ficamos ali uma meia hora nos beijando e ele foi aos poucos testando meus limites. Começou a passar as mãos nas minhas pernas e já levantando minha saia, mas eu ainda me fiz um pouco de difícil. A essa altura já havia percebido que dificultar um pouco as coisas deixa os homens com mais fome e te tratam com mais agressividade e força do que se você ir deixando eles fazerem tudo que querem logo de cara.

Tínhamos mais uma hora até o fim da viagem deles, então dei o golpe fatal: Passei a mão de leve no pau dele por cima da calça, dando pra sentir que, graças à deus, ele tinha um tamanho razoável. É impressionante a reação dos homens quando eu faço isso. Adoro esse momento quando eles percebem que eu não quero só beijinho. Quero pau. Pau grande, grosso. Quero pinto duro. Desde adolescente. Só beijinho não faz muito por mim. Preciso sentir o cheiro de pinto, o cheiro de saco, o pré-esperma entrando na minha boca.

Logo ele tirou o pinto pra fora. Era menor que do Alexandre e do Renato, mas ainda bem grande, preenchendo facilmente minhas pequenas mãos. Utilizei as técnicas que havia aprendido com a experiência com meus machos anteriores e alternava entre o saco e o pau, enquanto ele já gemia bem gostoso, mas bem baixinho pra ninguém ouvir.

Antes mesmo dele pedir já me abaixei e botei o pau na boca. Ali estava eu, chupando meu terceiro macho. Desta vez, ao contrário do Alexandre e do Renato, um macho que eu havia acabado de conhecer. Num ônibus escuro. Eu estava com frio na barriga com aquela situação, mas o perigo e aventura, associados ao fato de eu estar ali dando prazer a um belo exemplar de macho, alto, moreno e roludo, me davam tesão demais.

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Eu ainda não tinha começado a me movimentar pra tentar fazer ele gozar. Antes disso ele fez o que o Rê e o Alê também gostam. Me segurar bem forte pelo pescoço ou pela cabeça e afundar o pau bem gostoso na minha garganta. Ele fez isso umas 3 vezes até que veio com uma surpresa: Tirou uma algema pra fora. Ai meu deus, polícial, assim eu vou gozar sem nem você me tocar. Ele prendeu minhas mãos pra trás e falou: Agora você só faz o que eu mandar. Eu estava em transe de escrava é só fiz um gesto positivo com a cabeça. Estar ali naquele ônibus com um estranho, algemada e tendo minha boca e garganta usadas por aquele macho eram um passo a mais na minha vida de putinha boqueteira.

Era impossível não pensar no Bruno. Aquele frouxo nunca tinha tido o prazer de ter minha boca em seu pintinho ridículo e agora, além do seu inimigo e do professor de matemática, até um desconhecido qualquer tinha esse direito. Menos ele. Como eu era cruel. E como isso me dava tesão.

Infelizmente a viagem chegou ao fim e ele usou minha garganta até gozar na minha boca. Já acostumada a ser depósito de porra quente, engoli rapidinho porque já estava todo mundo acordando com a parada em Cascavel. Ele pediu meu número, que dei sem pestanejar e eles se despediram, enquanto a Lu voltava pro meu lado.

A safada não só tinha engolido porra como eu mas também tinha dado pra ele no banco de trás. E a safada era tão sem vergonha que disse que um cara acordou e começou a se masturbar enquanto a via sentada rebolando no macho dela.

Eu estava tão hipnotizada cumprindo meu dever de agradar ao meu macho que não notei nada. Mas chegamos a Toledo com mais um macho na conta de puta. E mais um contato. E mais uma memória.

E mais um chifre na cabeça do meu namoradinho Bruno…

Continua….

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