Conto Real – Minha Vida de Chifradeira – Parte 16

Para quem está lendo pela primeira vez, por favor leia meus contos desde o início pra poder entender a história.

————————————————————–

A essa altura, no fim do 1o ano do Ensino Médio, tinha tanta coisa acontecendo na minha vida que eu tinha dificuldade de passar tempo com meu namorado. O Bruno vem de uma família extremamente tradicional de Curitiba. O pai é um industrial riquíssimo, a mãe enfermeira, mas que não trabalhava mais na área. Cuidava dos negócios da família e da casa.

Eles viviam numa mansão enorme num dos bairros mais tradicional do Paraná, onde moram políticos, empresários e jogadores de futebol. Bruno morou a vida toda lá e só saiu quando passamos a morar juntos (hoje somos noivos, como meu apelido sugere).

O Bruno puxou as características da mãe, por passar muito tempo com ela (o pai sempre ocupado). 1,70, 65kg, bem educado e gentil mas às vezes arrogante por ser podre de rico. Às vezes ele soltava alguma do tipo: ah, mas isso é coisa de pobre. Ou fazia comentários sobre alguém que não se vestia bem, ou tratava mal um garçom ou faxineiro. Aquelas coisas me faziam ter um nojinho dele no fundo, que acho me facilitaram transformá-lo no maior corno do Paraná.

Além disso, apesar de ser rico e ter um rosto lindo, ele era relativamente baixo (numa escola de classe média-alta como a nossa, tinha muitos guris altos), e bem magrinho. Nunca gostou de esportes ou de exercícios. E também tinha uma voz fraquinha, as vezes zuava ele: fala igual homem que eu não entendi.

Ele era bem humorado, então estávamos sempre zuando um ao outro. Por exemplo ele falando que eu tinha chulé ou eu falando que ele falava como uma menininha ou ele me chamando de chata e bravinha (sou muito emburrada quando sou contrariada). Esse clima de zuação que sempre permeou meu namoro abriu espaço pra eu poder começar a zuar ele com coisas de verdade mas em tom de brincadeira, quando comecei a virar uma putinha boqueteira.

Por exemplo, um dia encontrei-o 10 minutos depois de chupar o pau do Renato e ele falou: Tás com mau hálito branquinha, não escovou os dentes? Eu respondi: Não, tava mamando num pau bem grande, kkkkkkkk. Óbvio que ele achava que era brincadeira, mas eu estava mesmo com um pau preto na boca minutos atrás e meu namoradinho corno estava chupando pau de macho alfa por tabela.

Além de tudo isso, como mencionado capítulos atrás, ele não tinha presença física. Sabe aquele jeito de pegar? Mulheres, vocês me entendem né? Um macho alto e forte, quando está perto, é difícil não se sentir automaticamente atraída, principalmente se tiver uma voz poderosa. Não sei se é instinto de se sentir protegida, ou de querer reproduzir com um macho dominador, mas é uma coisa que sentia perto do Alexandre (o prof. De Matemática) ou do Renato (meu negro lindo).

O Bruno, ao contrário, beijava gostosinho, era super carinhoso comigo, cuidava de mim, estava sempre ali pra mim quando eu me sentia tristinha ou confusa ou ansiosa. E claro, me enchia de presentes (desculpem mas sou patricinha e gosto de ser paparicada). No aniversário de 1 ano de namoro ele me deu um anel incrível, que minha família jamais seria capaz de comprar. Claro que eu não usava o tempo todo, afinal não queria minha mão cortada fora por um assaltante, mas sempre que podia usava aquele ouro lindo, mas foi a primeira peça da minha coleção de jóias, pagas pelo meu corno.

O mais interessante é que após um tempo, eu comecei a ficar mais difícil de agradar. Depois que bati a primeira punhetinha pra ele (ler conto 3), ele sempre queria que eu batesse umazinha pra ele, o que eu só fazia depois de 1 mês de muitos mimos. Ele tinha que me comprar vários e vários presentes e fazer tudo por mim (inclusive deveres de casa chatos) até ter o direito de ganhar uma punhetinha da namorada.

E eu morria de tesão quando ele pedia pra eu chupá-lo e eu negava dizendo que era coisa de puta. E dizia que só por ele pedir isso ia ficar mais uma semana sem punheta e ia ter que comprar aquele sapato lindo de 400 reais que eu vi no shopping. E uma hora depois estaria, depois de deixar a mansão do corno, chupando pau que merece ser chupado. Os vinte e poucos centímetros do Renato.

Além disso, a diferença de atenção que recebíamos do sexo oposto criou uma dinâmica que me favorecia. Claro que tinha algumas meninas afim dele, por ser rico, querido e bonitinho, mas por eu já ter um corpo de mulher eu era muito areia para o caminhão dele no 1o ano do ensino médio. Com isso ele notava que em todo lugar que íamos tinha homem me secando. Se íamos ao shopping e ele me deixava sozinha por cinco minutos pra ir ao banheiro já encostava algum guri pra conversar. Uma vez fomos num show do Jota Quest (um dos nossos primeiros shows, já que não podíamos entrar em baladas ou casas noturnas na maioria dos shows) e uns 50 caras (sem exagero) me cantaram, mesmo com ele presente. Só pra mostrar como a presença dele não botava respeito nenhum. Se fosse o Renato perto de mim nenhum homem nem olhava por respeitar aquele mulato alto.

Toda essa diferença fez ele começar a correr atrás de mim. Ele sabia que tinha um troféu em mãos e que estava em desvantagem, então eu podia tratá-lo mal, ignorá-lo, demorar pra responder mensagem ou qualquer outra coisa que o deixasse inseguro, porque ele tinha medo de me perder. E se ele reclamasse, mais uma semana sem punheta. Claro que se eu pegasse ele olhando pra uma menina (homem faz isso por instinto), apesar de eu estar me lixando eu aprontava um barraco. Lembro uma vez que passou uma loira linda perto de nós no shopping e ele olhou, acho que sem querer, estávamos procurando algo pra comer e ele olhou na direção dela quando estava passando e eu gritei e dei um tapão nele. Óbvio que mais 2 semanas sem punheta. E cinco minutos depois passou um negão gostoso todo tatuado e eu falei: Puta que pariu que homem…. Me abana, capacho.. Senão vou desmaiar… Ele falou: Como assim? Direitos iguais, Ju! – Direitos iguais??? Tá bom, direitos iguais.. Mas só bato punheta de novo pra você depois do casamento, combinado?

E assim ia nosso namoro…. Eu, poderosa, cada vez mais cercada de homens, agora chupando pau quase todo dia, e ele, desesperado pra ter um mínimo de atenção sexual da namorada linda e gostosa mas que ele jamais podia contrariar por ter medo de perder e por medo de levar bronca. E tudo isso com uma pitada de tensão por estarmos estudando para o ENEM. Sim, ele era um riquinho arrogante, mas estudioso, e eu uma boqueteira viciada em pau de macho alfa e porra bem grossa, mas a melhor aluna da turma e estudiosa pra caralho.

Somados a essa dinâmica, estava o fato de que todo mundo na escola percebia como era nossa relação, como comentado em capítulos anteriores e ele virou capacho do Renato por um tempo (o Renato relaxou um pouco de dar ordens pra ele a meu pedido porque achava que se ele zuasse muito o meu frouxo, eles podiam envolver a família ou a direção da escola, então só esporadicamente ele soltava alguma do tipo: – sai pra lá, capacho, senão te obrigo a coçar meu pau de novo). Mas apesar disso a inferioridade do Bruno estava sempre presente e ninguém mais tinha respeito por ele. Chamavam ele de Ninho pela frente (em referência ao seu pauzinho) e corno pelas costas.

O Alexandre, meu professor de matemática se somou ao grupo, sempre tratando o Bruno com um arzinho de deboche e fazendo algum comentário do tipo: cuida da loirinha senão ela vai pro Ricardão hem! Um dia antes ou depois de eu ter chupado bem gostoso o pau dele.

Depois do relatado nos contos anteriores, onde eu provoquei meus dois machos pra zuarem o corninho, as coisas começaram a ficar mais excitantes e cruéis para o chifrudo. Com a ajuda da Su e da Lu, nos últimos meses do 1o ano do ensino médio e nos dois anos seguintes o Bruno seria um dos maiores cornos do Paraná e senão do Brasil (se alguém tiver uma história mais cruel por favor me envie, e não vale de corno manso, tem que ser de corno que não sabe ;).

Como falei, havia pedido ao Renato pra relaxar nas zuações com o Bruno. Ele já gozava na boca da namorada dele uma 3x por semana. Não precisava zuar ainda por cima né… Ele concordou, mas depois de eu atiçá-lo ele mudou de idéia e resolveu zuá-lo de novo, mas desta vez sem ele saber.

Estávamos na escola e recebi uma mensagem minutos antes do intervalo. Era o Renato: Baixinha, quero tua boca no banheiro de novo. Eu não gosto de contrariar meu macho, mas respondi que não. Não queria passar aquele aperto de correr o risco de ser vista de novo. Ele respondeu: – 5 minutos, to com tanto fogo que vou te dar leite rapidinho. Meu instinto falou mais alto e acabei indo. Não gosto mesmo de desobedecer meus machos alfa.

Chegando lá ele já estava me esperando. Como sempre eu abaixei as calças dele (ele nunca abaixa as próprias calças ou abre o ziper, papel de puta, diz ele. ..) e aquele pau maravilhoso pulou pra fora pra eu mamar. Normalmente ele me dava surra de pau e fodia minha garganta antes de me deixar controlar e fazê-lo gozar, mas desta vez ele me deixou ter controle desde o início pra acabar rápido. Segurei nas bolas enormes dele bem forte como ele gosta, mamei a cabeça e punhetei ao mesmo tempo. Eu estava expert. Uma boqueteirazinha de primeira. Mamando ajoelhadinha. Aqueles momentos são inesquecíveis. Mamando meu macho. Meu primeiro dono. Infelizmente não tenho mais o Renato mas o papel dele na minha vida de putinha chifradeira safada foi determinante.

Mas voltando… Mamei gostoso naquele poderoso cacete mas ao invés de depositar seu leite na minha boca ou na minha cara como sempre ele puxou meu cabelo forte pra tirar minha garganta do pau dele e apontou pra um copinho que estava em cima da pia: – Pega o copo, vou gozar aí. Demorei uns 10 segundos mas a ficha caiu. Ele falou que ia zuar o Bruno. Como? Ai meu Deus… Que ele vai fazer? Estava com medo, mas.. Claro… meu instinto de puta chifradeira e meu lado cruel me deixaram mais molhada e excitada. Meu macho ia humilhar meu namoradinho beta frouxo e ia me usar pra isso.

Ele gozou no potinho, me deu um tapa na cara e falou: – Duvidava que eu ia punir teu viadinho é? Não só vou zuar ele mas você vai fazer isso pra mim. Você vai comprar o sanduiche natural lá na cantina, abrir, colocar o leite dentro e dar pra ele. – Mas Renato… – Mas Renato é a puta que pariu. Se não fizer não chupa mais o nego aqui. – Tá bem.. – Tá bem o que? – Ta bem, senhor. Meu macho.. Você é muito safado. E ajoelhei de novo pra sugar o restinho de porra que saia daquele pau babando.

tumblr_oju7whIcmn1tlb0uxo7_400

Nisso saí com o potinho, felizmente o boquetezinho foi rápido e ainda tinha 15 minutos de intervalo. Comprei o sanduiche e fui pra um canto onde ninguém podia ver e botei a porra dentro. Enrolei no plástico de novo e levei pro meu chifrudo.

– Amor, já comeu? Divide comigo? Não to com muito apetite – Disse bem mais carinhosa que o normal. Eu adorava que estava sendo mais carinhosa do que de costume só pra fazer ele comer porra. – Ebaaaa, obrigado amor, só tinha comido fruta (eu ri por dentro de felicidade por causa do que estava prestes a acontecer). Ele comeu afobadamente, estava com fome. E eu me segurando com uma carinha de nojo e riso e tesão e pena e crueldade, tudo misturado. Meu namorado corno frouxo riquinho arrogante fraquinho fazia sua primeira refeição de porra. A primeira de muitas. Eu tinha que contar pras meninas, elas iam chorar de rir. Meu namorado além de corno agora comia porra do meu macho alfa.

Este post tem um comentário

  1. Muito Boa kkkkk
    Conheci seu Tumblr ha alguns dias e já virei fã e me inscrevi no site pra não perder nada. Você é incrivel kkk
    Você disse que hoje não tem mais o Renato, oq aconteceu com ele?

Deixe uma resposta

Fechar Menu
×
×

Carrinho