Conto Real – Minha Vida de Chifradeira – Parte 15

Logo depois de responder a mensagem do meu namoradinho Bruno, respondi ao Alexandre, quase que por instinto….

– Claro… Mas rapidinho tá… preciso estar em casa às 11….

Ele chegou em 5 minutos e eu falei pra ele:

– Alê, eu tava chupando outro menino agora mesmo… não me beija, tá?
– Sério mesmo, Ju? Cara, você é mais vagabunda do que eu pensava
– Affff, vai me tratar assim?
– Kkkkk, to brincando, meu amor, magoou??
– Não, mas não me beija tá? Estou cheirando a porra…
– Pode deixar… Quem deve fazer isso é o Bruno né? – Falou com ar debochado…

Pela primeira vez ele faltou ao respeito com meu namorado… E isso me fez ter um tesão enorme por ele também. Não entendo o porque, mas humilhar meu namoradinho beta me dava um tesão tão grande!! Como vocês notaram eu fiz questão de dizer ao Alê pra não me beijar. Faço questão de ser honesta com machos alfa. Acho que eles merecem tudo. Enquanto corninhos apaixonadinhos beta como meu namorado mereciam sofrer (ainda que não soubessem).

– Afff, não fala assim dele!
– Tá, desculpa…. Já não basta ser corno e ter que chupar pau por tabela né? Kkkkk (Molhei de novo ao ouvir isso)
– Kkkkkkk pára owww…
– Tá, agora vem aqui.. Se temos só 20 minutos, quero você de boca cheia o tempo todo

O Alê tinha um jeito diferente de me dominar. Enquanto o Renato era todo afobado, bem agressivo, me dando ordens o tempo todo, sempre me dando tapas ou batendo na minha cara com aquele pau que eu tanto amava, o Alê era mais controlado. Ele tirou o pau pra fora e me segurou pelo cabelo me forçando em direção àquela piroca mas me travou a 1cm daquela cabeça. Só pra me atiçar. Estava tão perto daquele pinto mas só o suficiente para sentir aquele cheiro de macho mas não para chupá-lo.

Depois ele aproximou um pouco mais, apenas o suficiente pra meus lábios tocarem a cabeça e ordenou: Beija…. E eu beijei aquele pinto apaixonadamente… Como se fosse o amor da minha vida. Como eu já era louca por pinto naquela época! Então ele forçou um pouco mais pra baixo, só o suficiente pra engolir aquela cabeça gigante. Vocês não têm idéia. O pau dele era bem grosso, mas a cabeça mais ainda. Minha boca estava completamente alargada naquele pau e, ainda segurando minha cabeça, começou a mexer o quadril pra cima e pra baixo fodendo minha boca. Eu estava virando especialista não só em boquete mas num tipo específico: Boquete no carro!!

Enquanto fodia minha boca bem devagar ele levantou minha saia e começou a apertar minha bunda e a me dar tapas bem fortes. Ainda demoraria um pouco pra eu ser consciente disso mas adorava sentir dor e eu estava começando a perceber. Logo ele falou: – Gosta de meter chifre no seu namoradinho corno é? Gosta de chupar meu pau enquanto ele está dormindo? E levantava a minha cabeça pra eu responder: – Adoro….

A combinação de levar tapas na bunda, ouvir ele humilhando meu namorado e ter um pau grande, grosso e melado na minha boca enquanto ele puxava meu cabelo me deixava louca. Estava com tanto tesão quanto com o Renato, mas um tesão diferente. Não sei explicar.

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Aos poucos ele começou a acelerar e eu já sabia que ia vir porra em breve, mas de repente ele parou e fez algo óbvio que o Renato nunca tinha feito: Me sentou, sem tirar minha calcinha, em cima do pau dele. Ele não queria me beijar, mas naquela posição ele podia se esfregar no meu pescoço enquanto me fazia rebolar naquele pinto duro, sentindo aquela coisa enorme contra minha bucetinha. Foi a primeira vez que tive contato tão próxima da minha vagina virgem contra um pau, o que me deu uma sensação indescritivel de ser mulher. Estava tão próximo!!! Se ele quisesse poderia tirar minha virgindade ali mesmo que eu me entregaria. Estava sem controle, de tanto tesão.

Ele tirou minha blusinha, e eu estava quase nua. Apenas de sandália, saia levantada, sem blusinha e de rabo de cavalo (sempre que eu saia com o Renato eu amarrava o cabelo pra correr menos risco de deixar a porra dele arruinar meu cabelo). O Alê também sabia como pegar uma mulher, e eu, 1,55, sentada no colo daquele homem de quase 1,90 era um brinquedinho em suas mãos enormes.

Aquelas mãos fortes me pegavam pela cintura mexendo meu quadril naquele pau, simulando o que seria uma penetração e pra mim era como se fosse. Era o mais perto que eu já tinha chegado de fazer sexo. Ele mexia rápido e em círculos e alternava com movimentos lentos e verticais, enquanto apertava ou dava tapas na minha bunda já vermelha.

A barba por fazer dele (adoroooo homem barbudo) roçava contra meu pescoço e logo, pela primeira vez, alguém colocou a boca em meus seios. Ele começou lambendo devagarinho e passou a mordiscar e a roçar a barba, e voltava a lamber, e chupava devagarinho e voltava a morder e falava: – Nossa, o tamanho é perfeito, cabe direitinho na minha boca.

Como se tudo que eu já tivesse feito até hoje (chupar piroca, dedos roçando na minha bucetinha, engolir e tomar banho de porra, chupar pau junto com minha amiga, humilhar meu namorado e agora sentar de calcinha e rebolar num pau duro simulando sexo) não fosse o bastante, agora havia descoberto que também tinha uma sensibilidade enorme nos meus seios. Estava descobrindo que era uma ninfomaníaca. Tinha uma sensibilidade exagerada em várias parte do meu corpo: Barriga, bunda, virilha, costas, nuca, orelha, Seios… E outras partes que viria a descobrir mais tarde.

Enquanto ele me fazia rebolar naquele pinto duro ele falava:
– Tem certeza que quer perder a virgindade com o outro? Posso fazer aqui e agora…
– Não… Não quero
– Ju, você tá encharcada, eu sei que você quer
– Eu quero, mas não quero, pára… me deixa chupar de novo? Já to com saudade
– Claro amor

Sendo pequenina ele podia me mudar de posição dentro do carro como se eu fosse sua bonequinha e logo já estava de novo com a boca cheia: – Te prepara gata, vem muita porra… – Ai, que delícia..

Logo ele começou a foder minha boca com muita força e mesmo forçando a garganta eu já não tinha ânsia de vômito como quando comecei com o Renato (chupadeira treinada kkkkk). Ao contrário do Renato ele não pintou minha cara. Gozou dentro da minha boca, me forçando a engolir rapidinho pra não deixar a porra cair na calça dele. Ao mesmo tempo ele urrava de prazer… O Renato era mais de falar palavrão mas o Alê urrava alto. Que delícia fazer um macho alfa gozar!!

Ao acabar abri a boca bem sapeca mostrando que tinha engolido tudo e ele meio sem forças ainda teve energia pra me dar um tapa na cara: – Assim que gosto, amor… Engolindo tudinho…

– Querido, obrigada por me dar seu pau e sua porra, mas tenho que ir… mãe vai brigar…

Nessa época comecei a fazer questão de agradecer aos meus machos alfa. Acho que eles merecem tratamento especial. Tudo que eu puder fazer por eles, farei. E a primeira coisa é tratar com respeito… e agradecer…

Encontrar macho alfa de pau grande não é fácil, como eu viria a descobrir no futuro… então é fundamental agradecer pela oportunidade de servir a um….

Antes de sair eu fiz algo impulsivo… meu namorado no primeiro dia de aula com o Alexandre comentou que ele tinha jeito de viado (ciúme por ser mais baixo e fraco que ele, provavelmente)… eu soltei:

– ah, meu namorado disse que você tem jeito de viado.. kkkk vai deixar?
– como assim??!
– Kkkk sério… disse que você é meio afeminado (exagerei um pouco)
– Kkkkk que corno folgado!! vai ter vinganca 😉

Não sei porque fiz aquilo mas foi meu instinto fazer aquele macho alfa não gostar do meu corninho capacho…

E foi assim que pela primeira vez eu chupei dois machos no mesmo dia… me sentia tão puta mas ao mesmo tempo tão satisfeita e tão mulher…. e como se não bastasse ainda tinha seguido meu instinto: botar mais um macho alfa contra meu capacho… o que será que eles iam fazer com meu namoradinho?

Continua….

Este post tem um comentário

  1. acho que pulou do 12 pro 14.

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