Conto Real – Minha Vida de Chifradeira – Parte 12

Desculpem estar demorando para publicar cada conto. Estou escrevendo bastante mas só publico quando tenho certeza que estou sendo fiel ao que aconteceu. Lembrem que esses contos são todos verdadeiros, mas tudo o que contei até agora aconteceu há 8 anos atrás, então leva um tempo pra recordar tudo em detalhes….

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Desde o primeiro relato até agora passaram-se apenas uns cinco meses. Entre chupar o pau do Renato pela primeira vez, tornar-me a putinha particular dele, ouvir todas as histórias das minhas melhores amigas Su e Lu, chupar o pau dele com a Lu, chupar aquele cacete no banheiro da escola e a Lu perder a virgindade, passou-se pouco tempo. Ah, sem contar meu namorado frouxo se tornando capacho da galera… Tudo por conta do safado do Renato que tinha um fogo tão grande que se deixasse ele comia umas 10 mulheres por dia.

Mas apesar daquele mulato me dominar completamente naquela época, algo inusitado aconteceu ainda antes de eu perder minha virgindade. Na metade do ano chegou um professor de matemática novo na escola, o Alexandre. . Ele era absolutamente deliciosooooo. Moreno, jovem (uns 27 anos talvez?) não muito lindo mas com uma cara de safadooooo. E extremamente sarado. Dava pra ver pelos braços fortes e definidos e a forma das pernas e da bunda dele na calça jeans.

Literalmente todas as meninas do Ensino Médio queriam ele e, apesar de eu saber que sou bonita e jogar charme pra ele quando podia, não esperava ser escolhida entre tantas. Passaram-se algumas semanas desde que ele chegou e já rolavam boatos que ele tinha comido meninas do último ano, mas ninguém sabia bem se era verdade. O fato é que sempre rolava aquele flerte com algumas das meninas mais bonitas da nossa turma, inclusive a Lu, a Su, mas principalmente eu. A gente delirava naquele corpo forte. Lembro dele parar pra dar uma explicação próximo a nós, mas de costas e nós brincando atrás dele, fazendo gestos com as mãos como se estivéssemos nos abanando ou desmaiando.

Um dia esbarrei com ele no bebedouro antes da aula e eu notei como aquele sorriso e aquela voz me deixavam doidas. Uma hora brincamos sobre algo e ele pegou no meu braço de leve e eu molhei na horaaaaa. Estava descobrindo ter fogo muito grande, pra qualquer homem delicioso, sempre molhada, algo que me traria muitos problemas no futuro (aguardem, vocês ainda não sabem nem 1% kkkkk) Ele me deu um abraço forte quando nos despedimos e eu delirei de tesão, que pegada!! Queria aquele homem pra mim.

Acho que ele notou e depois de se despedir, voltou…. E disse bem safado: – Poxa, que pena que você tem namorado, adoraria te levar ao cinema ou algo assim. Eu gelei mas reagi rápido, como boa safada chifradora que eu já tinha me tornado: – Se você não contar ele não vai saber. E dei um sorriso malicioso. Ele parecia não acreditar, acho que ele é daqueles que tem mais tesão do que o normal de pegar mulher dos outros. Me encontraria com muitos assim no futuro. Mas então ele pegou meu número e começamos a trocar mensagem.

Ele me convidou pra sair no dia seguinte mesmo e apesar de ser dia de eu chupar o pau do Renato, estava muitoooo curiosa sobre o Alexandre. E além do mais eu tinha fogo demais pra ser de um homem só, mesmo um macho alfa como o Renato. Mas mesmo assim eu disse pra ele o que estava acontecendo e perguntei se ele não se importava. Ele disse que não, que ele comia outras também e que puta não tem dono kkkkk safado. Ainda bem que ele permitiu, porque eu estava tão submissa a ele que provavelmente não o desobedeceria se ele mandasse eu ser só dele. Mas ele emendou: – Só não te permito dar pra ele. O primeiro a Juju vai ser o negão aqui. – Claro tolo, estou guardando ela pra você… meu senhor 😉

E lá fomos nós, ele me pegou de carro na Avenida que passa três quadras debaixo da minha rua e depois de dirigir por uns 2 minutos já parou o carro e me beijou. Meu Deus!!! Que pegada!! Nem melhor nem pior, mas tão diferente do Renato!! Que delícia estar nos braços de outro homem! Fiquei impressionada com a confiança e a iniciativa dele. Homem, macho, alfa, dominador, sabe o que quer. Nasci pra ser possuída por ser homens assim. Depois de beijarmos bem gostoso por uma meia hora, com ele já passando as mãos por todo o meu corpo e eu já tendo sentido o belo volume que ele tinha no meio das pernas seguimos adiante e paramos numa sorveteria onde não tinha muita gente. Não poderíamos dar na cara! Afinal era um professor com a aluna!!

Conversamos por uma hora. Ele me perguntou sobre meu namoro, tentei explicar porque eu chifrava o meu frouxo. Ele não era tão maldoso quanto o Renato, não falava mal do corno, talvez por ser professor dele, sei lá, mas era um pouquinho mais decente. Mas a decência acabou logo. Voltamos pro carro, já beijando, ele já passando as mãos nas minhas pernas e tentando levantar minha saia. Quando ele viu que eu estava com uma calcinha mínima ficou louco, já apertando minha bunda com muita força, me levando a loucura. Meu instinto de vagabunda falou alto e já fui logo abrindo o zíper dele.

Me surpreendi porque não esperava um pau grande em um homem branco, mas apesar de não ser gigante como o do meu mulato, tinha um belo tamanho e grossura. Ele ficou louco com minha iniciativa e forçou minha cabeça contra aquele pinto grosso, me fazendo engasgar várias vezes. Ele disse que ia gozar, mas tirou o pau da minha boca e me bateu na cara. Ele fazia questão de me mandar olhar pra ele e batia devagar com aquele pauzão na minha bochecha. Esfregava meu rosto no saco dele e alternava entre foder minha boca segurando minha cabeça e me dar surra de piroca, deixando meu rostinho uma bagunça de maquiagem borrada e lágrimas por estar engasgando.

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Além disso ele me pôs de joelhos no banco do carona, deixando minha bunda empinada e levantou minha saia, dando tapas e apertando minha bunda enquanto eu mamava no pau grosso dele. O que, claro, me deixou mais molhada ainda!

Ele tirou uma camisinha pra fora e eu desespereiiiiii: – Naaao, nem pensar, sou virgem. Ele ficou mais louco ainda e disse:

– Está guardando pra quem?

– Pra um outro menino – E seu namorado?

– Nem pensar, kkkkkkk. Eu amo ele, mas ele não me dá tesão.

– Que safadinha. Não posso ser eu?

– Não, prometi pra esse outro guri –

– Então tá né…. Vai ter que chupar até eu gozar então

Adorava o jeito que ele me tratava. No primeiro encontro já agachada ali no carro dele esfregando minha cara naquele pau grande e mamando naquele macho dominador. Cada vez eu tinha mais certeza que era isso que eu gostava e me sentir puta assim, mesmo com os perigos (chifrar, pegar o professor), me dava uma adrenalina completamente viciante.

Não demorou muito mais e comecei a sentir ele aumentando a velocidade com que fodia a minha boquinha que já estava começando a doer e eu sabia que ele estava prestes a gozar. Ele segurou minha cabeça com muita força e gritou tão alto que se não estivessemos no carro eu ficaria preocupada de alguém querer chamar a polícia. Ele gozou com o pau dentro da minha boca e sentia os jatos de porra quente batendo no céu da minha boca. Uns 6 jatos, cada um mais forte que o outro, de alguém que não gozava há pelo menos 1 semana.

Fiquei com a boca cheia e engoli como o Renato gostava que eu fazia e ele ficou louco. – Nossa você engoliu tudo? Não gozava tanto assim faz tempo. – Simmmmm, e abri a boca mostrando a língua já sem nenhuma porra de macho.

Fomos embora e ele me deixou na mesma avenida que me encontrou, não sem antes me beijar muito e esfregar minha cara naquele pau grande e grosso e naquelas bolas que acabaram de despejar porra quente na minha garganta.

Eu ainda não tinha tido um orgasmo mas estava extremamente satisfeita por satisfazer a mais um macho. Eu já sabia… Era isso que eu gostava, isso que eu queria. Satisfazer a homens, fazê-los gozarem. Levar surra de pau.

Menos do frouxo do meu namorado, claro…

Continua!

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