Conto Real – Minha Vida de Chifadeira – Parte 24

Após a família do Bruno conhecer o Renato, as coisas pioraram muito para meu corninho. Não só a namorada dele o atormentava, mas também sua irmã, e, em menor medida, sua mãe. As duas gostaram muito do meu negro e ele passou a ser convidado frequente da mansão da família. Fomos estudar mais duas vezes na casa deles entre a primeira e a segunda etapa do Enem, que aconteceram em meados de Dezembro. Nas duas vezes, dei um jeito de mandar o corno sair de casa pra eu poder ficar sozinha com meu macho. Desta vez, ao invés de ficar na sala que a família usava pra estudar, ler, ou assistir a algum filme, ficamos no quarto do corno mesmo.

Da primeira vez, não tinha mais ninguém em casa, então foi bem fácil. Era uma Terça à tarde, então a irmã estava no cursinho e a mãe estava com amigas não sei aonde. Tinha só uma empregada na casa, mas ela passava a tarde toda limpando e seria possível ficar no quarto sem chamar a atenção. O plano que bolei foi o seguinte. Ia falar que estava com vontade de comer alguma coisa que não tinha na casa deles e ia mandar o Bruno comprar. Contando 15 minutos pra ir mais 15 pra voltar e mais o tempo do mercado, daria uns 40 min. Pra não dar muito na cara que eu queria ficar sozinha com o Renato, ele também ia sair com o Bruno mas ir em outra direção pra comprar outra coisa em outro lugar. Só que não. Assim, que o Bruno saísse e perdesse o caminho de vista, o Renato voltaria e quando o Bruno voltasse seria só falar que o Renato chegou um pouco mais cedo! Pronto!! Ficaria sozinha com meu macho no quarto do corno sem problemas! Nessa época eu já estava ficando fera em enganar meu capacho.

Assim que o Renato voltou, já foi abaixando as calças. Ele já sabia que ganhava um boquete meu sem ter que pedir. Era só abaixar as calças eu já estava ajoelhadinha na frente dele. Ele fez questão de bater muito na minha cara com seu pau ainda mole. Acho que ele estava ainda mais louco por estarmos no quarto do Bruno. Batia na minha cara, me abaixava pra esfregar meu rosto no seu saco, puxava meu cabelo e me deu uns dois tapas fortes no rosto. Ele sempre era bem mandão e agressivo, mas estar na casa do capacho o atiçou ainda mais. Com as calças abaixadas ele pegou o travesseiro do Bruno e sentou em cima, na cama, pra eu chupar ajoeladinha. O Bruno ia dormir no travesseiro onde o Renato esfregou a bunda kkkkk. Aquilo me fez molhar muito. Como tinha tesão em zuar meu namorado!!

Chupei a vara negra do meu macho por um tempo até que ele mandou: Vai na cozinha achar algo pra gente dar pra ele de novo. “Safado!! Você não perdoa né” “Tá bom, se você não quiser, não faço”. “Quero sim, adoro ver ele comendo sua porra, kkkk”. “Eu sei que tu gosta, agora vai, daqui a pouco ele ta voltando”. Mais uma vez achei sorvete. Desta vez eu fiz diferente. Peguei um copo menor, e menos sorvete. Queria que meu frouxo sentisse mais gosto de leite de macho ao invés de misturar muito. Kkkkk, eu estava ficando perversa demais.

Renato demorou bastante desta vez. Ele fez questão de fazer bem devagar pra gozar bem perto da hora que o corno estivesse chegando. Antes de fazer ele gozar enviei um SMS: Tá onde Bruno? To com fome! Bem mandona. Ele respondeu que em cinco minutos estaria em casa. Acelerei o processo e punhetei o pauzão bem rápido. Quando o meu macho estava prestes a gozar, diminui o ritmo pra mirar bem certinho no pote. O primeiro jato foi ENORME, bem em cima do chocolate. Ficou parecendo aqueles sorvetes Gourmet com creme em cima como se fosse de uma bisnaga. Mais 4 jatos bem gostosos me fizeram ficar com água na boca porque adoro o gosto daquele néctar, mas ver tanta porra caindo naquele sorvete me deixou ainda mais molhada. Mal podia esperar pra ver meu frouxinho comer sorvete com leite de negro. Logo antes do Bruno voltar botei o pote na geladeira pra não derreter. O travesseiro estava ensopado com o suor da bunda do Renato! KKKKK, rachamos de rir. Eu virei pro Bruno não notar mas ia desvirar antes dele ir embora pra ele dormir no cheiro e no suor do cu do meu negro.

Logo que o frouxo voltou eu já briguei! “Demorou tanto porque Bruno? Tava de conversinha com alguma piranha?” “Não amor, a fila tava grande”. “Não fica esperto não pra você ver…” Nisso o Renato voltou do banheiro e emendou: “Demorou hem meu filho, lerdo pra caralho, kkkk” “A fila tava grande” “Tá, tem sorvete? Um geladinho agora ia bem”. “Tem sim, compramos ontem” “Pega lá pra mim, vai” (Adorava quando Renato dava ordens pro Bruno). Mas como eu tinha que pegar o pote certo eu falei que ia porque queria dar uma pausa nos estudos. Deixei os dois sozinhos e voltei com três potes de sorvete. Botei um pouco de leite condensado no meu e do Renato pra disfarçar e quando voltei ao quarto me deparei com mais uma do Renato: O Bruno estava fazendo massagem nas suas costas. “Olha Ju, descobri que o Ninho além de CDF também é bom de massagem, kkkk, temos massagista oficial agora” “Eu rachei de rir hahahahahahahahahhaha como assim? Pediu minha autorização?” “Ah quero nem saber, agora ele é meu massagista oficial também, né ninho?” O Bruno que não é louco de contrariar o Renato (pra quem não lembra ele chegou a coçar o saco do meu negro por cima da cueca num dos episódios mais hilários das nossas vidas – Ver Conto 8), porque sabe que eu brigo se ele não fizer tudo que mandarmos só assentiu com a cabeça  e respondeu “Sim”.

Mas eu falei: ta bom, chega de massagem senão vai derreter. “Não, continua fazendo massagem que ta bom.. minhas costas precisam relaxar”, disse o Renato pegando o sorvete das minhas mãos enquanto o Bruno continuava a agradá-lo. Me dava ainda mas tesao ver as mãozinhas branquinhas frágeis do meu namoradinho massageando as costas fortes e grandes do meu negro. Mais uma vez ficava evidente quem deve ser o dono da loirinha aqui, não só pela diferença física mas também por um ser tão mandão e o outro tão capacho.

Mas a hora tão esperada chegou e finalmente o Renato liberou o Bruno da humilhação de servi-lo: “ta, depois tu continua, tu sorvete ja ta derretendo”, disse apontando pro pote onde o chocolate já estava virando creme e se misturando com aquele leite delicioso. Eu e o Renato olhamos com atenção enquanto meu frouxo devorava o pote. “Gostoso amor??” “Sim, obrigado por pegar pra gente”. Quando ele se virou pra pegar sei la o que após devorar o sorvete-porra eu, que estava sentada ao lado do meu negro, apalpei de leve o pinto de onde tinha saído aquele creme. Estava duro feito pedra. Ele também tinha tesão em humilhar meu capacho.

Logo a mãe e as irmãs dele voltaram pra casa e o encontro da irmã mais velha, Bianca, com o Renato me fez ver que ela seria mais uma vítima daquele garanhão. A linguagem corporal do meu macho, extremamente confiante e dominante era muito sedutora. Eles se cumprimentaram e ela estava visivelmente atraída por ele. Baixinha como eu, ela logo estava abraçada ao Renato conversando animadamente: “Olha Bianca, deixa eu te mostrar o que eu descobri, VEM AQUI NINHO, quero massagem!!” “O meu namorado veio correndo e a Bianca não acreditava naquela dominação e no poder que o Renato tinha sobre ele.

A cara de debochada e safada que ela fez ao ver o irmãozinho folgado obedecendo ao Renato e agradando-o com uma massagem foi impagável. “Como assim Bruno?? Você faz massagem e eu não sabia? Também quero” “Fica esperta menina, até parece né”. Como disse anteriormente os dois brigavam muito e apesar do Bruno ser um capachinho natural ele ainda se metia a brigar com a irmã e questionar suas vontades. Mas o meu homem interviu: “Que? Como assim Ninho?? É assim que fala com sua irmã?? Vai fazer o que ela mandar sim”. Como ele não contraria o Renato, meu corno, visivelmente contrariado,  começou a massagear a irmã que estava adorando a situação. E o Renato ainda disse: “Se o Ninho te questionar e não te obedecer de novo, me manda SMS, Bia (ele já chamava a Bianca de Bia, super confiante), que vai ter punição.

“Punição, que história é essa? hhahahaa, E que história é essa de Ninho??” To passada. Porque esse apelido? “Depois te conto” eu falei. O Bruno tava puto com aquilo tudo mas ele não tinha muita saída. Éramos eu, sua chifradeira, Renato, seu maior algoz, e agora sua irmã, com autorização eterna pra fazer dele um capacho. Estava cada vez pior pro meu beta. Foda-se… Beta tem que sofrer mesmo.

A segunda sessão de “estudos” onde fiquei sozinha com o Renato foi ainda mais safada mas deixou consequências: minha cunhada nos pegou no flagra….

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