Chifrando na Faculdade – Parte 2

Continuando a história do relato anterior, mamei naquele belo pau até chegar no prédio do V. Chegando lá fiquei um pouco constrangida porque ele estava ficando na casa de amigos e tivemos que passar por eles antes de ir pro quarto. Ficou aquela sensação estranha de “você veio aqui pra dar”. Acho que por isso motéis são tao populares.

Mas ignorei aquele pequeno constrangimento e fui pro quarto onde ele estava hospedado. Era bem arrumadinho até, tinha uma cama de solteiro, uma estante com livros e uma escrivaninha com um computador, acho que era de um dos outros meninos, que foram viajar. Conversamos um pouquinho, mas logo voltamos a nos beijar e ele abaixou as calcas tirando aquele pauzão pra fora novamente. Como eu era louca por aquele pau!

Ele deitou-se na cama e eu me ajoelhei em sua frente, admirando todo aquele tamanho a que eu fiquei desacostumada por namorar um mal-dotado, esfregava o rosto no mastro, nas bolas, lambia a cabeça. Me senti como uma cadelinha roendo o osso. Ele me deixava chupar como quisesse, mas de vez em quando me controlava puxando o cabelo enquanto falava besteira: “Sabia que você não ia resistir, eu sei como você adora esse pau”. “Adoro mesmo, delicia demais” falava antes de logo engasgar naquele mastro de novo.

Naquela noite eu acho que estava tão endiabrada que pedi mais e mais até umas 6 da manhã. Tenho certeza que os colegas de apartamento do V. nos odiaram, já que eles foram dormir 2 e é simplesmente impossível foder como nós fodemos sem fazer barulho. Não mandei nenhuma mensagem das 10 às 8 da manhã pro meu namorado. Ele mandou algumas mensagens mas deve ter imaginado que eu dormi, que foi o que eu falei. Quando sai os amigos do V. estavam tomando café da manhã e me deram um tchau, mas não olhei pra cara deles pra ver se me odiavam.

Pedi pro V. me dar uma carona pra casa da minha amiga (a mesma que me acobertou). Eu sabia que podia dormir lá por algumas horas. Ao chegar lá liguei pro meu namorado e ele queria me ver. Eu falei pra ele me encontrar no Rio que ia estar na praia com minha amiga, lá pelas 3 da tarde. O dia ia ser ótimo no fim das contas. Bem fodida durante a noite, um soninho gostoso de manhã e depois praia e jogando conversa fora com minha amiga. E pra terminar um chamego com meu amorzinho a noite em algum barzinho. Sexo seria impossível já que minha bucetinha estava bem ardida da noite anterior. Ia inventar alguma coisa pra não ter que dar pra ele.

Depois do merecido soninho de puta, fui pra praia me sentindo super bem, não completamente descansada, mas renovada por um belo mergulho no mar gelado. Conversei por algumas horas com minha amiga, ela me contando dos rolinhos dela e eu da minha atual situação, chifrando meu namorado. Contei com a aprovação dela: “Eh, menina, 12cm fica difícil”, kkkkk, “mas tadinho, o B. não merece, ele eh um fofo”. “Eu sei, mas o V. me deixa louca menina”. Além do mais ele mora em São Paulo, não vai rolar nada de novo”.

Logo fomos abordadas por dois garotos, bem malhados e cheios de ginga, eu logo falei que tinha namorado, mas o mais falante deles pegou o telefone da minha amiga. Eu achei o outro amigo super gatinho, nos encaramos um pouco, mas acabei ficando na minha. Uns 5 minutos depois recebo uma mensagem do V. “Delicia te ver de novo essa noite, dormiu bem?” “Faço das suas palavras as minhas, dormi pouco e você??” “Como um anjo. Quero te ver de novo antes de voltar pra Sampa, tem um tempinho pra mim?” Meu coração acelerou, tinha que ser naquela noite mesmo, já que no Domingo eu tinha um aniversário pra ir com o B. a noite. Eu tinha que pensar rápido e inventar algo pra cancelar meu namorinho no Sábado. Aproveitei que minha amiga estava ali pra já usar sua ajuda e falei pro meu chifrudinho, fazendo voz de doente, que não estava me sentindo bem e ia ficar na casa da tal amiga. Fingi sofrimento por não poder vê-lo mas falei que se eu descansasse ia estar pronta para o compromisso do Domingo à noite. Ele, muito bonzinho, não brigou. Deu um pouco de pena, mas eu só pensava no pau do V.

Depois de tomar um banho na casa da minha amiga e pegar um vestidinho emprestado com ela (eu não estava preparada pra dois dias), fui encontrar meu moreno. Ele disse que tinha uma festinha no AP dele até cerca de meia noite, então por umas três horas íamos ter que achar algo pra fazer. Resolvemos ir ao cinema em um shopping da Zona Sul e ao escolher o filme, decidimos por um bem chato que não teria muita gente assistindo. Felizmente chegando à sala encontramos um canto sem ninguém por perto lá no alto e ficamos beijando gostoso no trailer.

Depois de uns 15 minutos do início do filme, já que ninguém mais tinha sentado perto, comecei a acariciar seu pau por cima da calça. Ele tirou bem devagarinho pra não fazer barulho com o Zíper e eu comecei a atiçá-lo com uma punhetinha. Comecei com movimentos bem lentos, curtindo aqueles momentos em que tinha a minha mão num pau colossal. Tinha que curtir, afinal ia voltar pro meu namoradinho mal-servido.

Finalmente me abaixei pra botar o pauzão na minha boca, mas não podia chupar com aquela vontade, já que chupar pau faz bastante barulho e o filme não era barulhento o suficiente pra abafar. Chupei com cuidado mas acho que a delicadeza deixou-o ainda mais agitado e logo senti uma golfada de porra na minha boca. Felizmente sou engolidora e não tive problemas em acolher toda sua porra, senão ia acabar fazendo sujeira no chão do cinema.

Depois fomos a um McDonalds comer e finalmente pra seu quarto. Ainda tinha alguns amigos lá, mas a festinha já tinha acabado. Não esperei muito e levantei meu vestido, apoiando a mão contra a parede. Eu estava muito encharcada. “Me come V, vai, não aguento mais”. Ele abaixou minha calcinha e brincou um pouquinho na portinha, provavelmente acostumado a ter cuidado com todo aquele tamanho. Foi o início de mais uma trepada deliciosa. Gozei várias vezes mas não fomos até as 6. Eu estava cansada demais. Às 3 já estava dormindo agarradinha com ele.

Às 10 acordei com ele beijando minha bunda e acariciando minhas pernas. Bela visão, bela sensação. Ele lambeu minha bucetinha sonolenta e já partiu pra cima de novo. Me comeu gostoso mais uma vez antes de tomarmos café da manhã. Pedi pra ele me levar pra casa que eu ainda queria descansar mais antes do tal aniversário à noite. Além do mais me sentia um pouco culpada de ter chifrado meu namorado, duas vezes ainda por cima…..

À noite, ao encontrar meu namoradinho, fomos pro aniversário. Eu estava descansada, me sentindo linda, leve e amada pelo meu corninho, que não fazia ideia do que tinha acontecido. Batia um pouquinho de culpa de vez em quando. Mas minha buceta ardida me lembrava que tinha valido a pena. Eu precisava de sexo assim. E seria só o primeiro chifre de muitos.

Deixe uma resposta

Fechar Menu
×
×

Carrinho