Conto Real – Minha Vida de Chifradeira – Parte 3

Depois daquele dia não conseguia parar de pensar no Renato. Todos os dias nos víamos na escola e a presença dele me deixava nervosa, principalmente porque ele e meu namorado eram da mesma galera. Tinha medo daquilo se espalhar e eu ficar com fama de puta. Ou dele contar pro Bruno o que tinha acontecido.

Hoje não ligo pra nada, mas na escola todo mundo tem medo do ridículo e de má reputação, principalmente as meninas. Mesmo assim não me passava pela cabeça nem cortar o que estava acontecendo com o Renato e muito menos terminar com o Bruno. Mas também tinha medo de confidenciar pras minhas amigas. Tinha medo delas me julgarem ou daquilo se espalhar. Felizmente naquela época o Renato se comportava bem na frente dos outros.

Mais ou menos na mesma época, perto do meu aniversário de 15 anos, pela primeira vez bati uma punheta pro meu namorado Bruno, quase 3 anos depois de nos beijarmos e 1 ano depois de começarmos a namorar. Eu não sabia muito bem o que fazer, mas ele me contou que já se masturbava desde os 11 anos e me mostrou como fazer. Já tinha ouvido algumas histórias de algumas outras meninas, mas minhas melhores amigas também eram virgens e sem muita experiência. Do meu grupinho de 3 melhores amigas eu era a primeira a botar a mão em um pau.

Eu já tinha visto o Bruno pelado algumas vezes, a maioria por acidente, mas a essa altura ele começou a se insinuar mais. Uma coisa que eu notava era que tudo que ele queria de mim ele sempre pedia: “posso botar a mão na sua bunda?” “Posso pegar nos seus peitos?”. “Posso botar sua mão no meu pinto?”. Típico macho beta. Hoje é claro pra mim. Mas na época a única coisa que eu notei foi o contraste entre esse comportamento e o do Renato, que simplesmente me pegava do jeito que queria.

Nessa noite estávamos sozinhos na minha casa, já que meus pais tinham saído e estávamos vendo uma comédia romântica que tinha algumas cenas de sexo e acho que isso deu aquele incentivo extra pra ele pedir pra botar a mão no pau dele. Como disse antes eu não havia visto outro pau mas parecia bem pequeno. Já estava bem duro e minhas mãos, que são bem pequenas, acomodavam facilmente aquele pauzinho. Apesar de pequeno era bem bonitinho. Todo rosinha e com a cabeça vermelha. Não tinha muitos pêlos e as bolinhas também era bem pequenas . Ele botou sua mão por cima da minha e começou a punhetá-lo e, juro por Deus, em menos de um minuto soltou um jato daquele líquido que eu demorei uns 10 segundos pra identificar como esperma (lembrando da aula de Biologia) na minha mão, enquanto se contorcia. Era bem pouquinho, correspondente ao tamanho do pauzinho dele.

Eu estava bem assustada, aquilo tudo era diferente pra mim. Mas sem saber eu estava conhecendo um pouco mais sobre o Bruno, meu namoradinho beta, riquinho e apaixonado: não só ele tinha um pau pequeno mas gozava bem pouquinho e em menos de um minuto. Ele tinha tudo pra ser o corno da futura puta que eu me tornaria e capacho de um macho alfa….

Continua….

 

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